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Série Magnum “Wonder Man” exibe morte mais brutal de um herói no MCU em cena surpreendente

Série Magnum “Wonder Man” exibe morte mais brutal de um herói no MCU
O Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) acaba de apresentar a morte mais violenta protagonizada por um herói em sua trajetória nas telas. A cena faz parte de “Wonder Man”, nova produção da Disney+ que disponibilizou todos os oito episódios simultaneamente, revelando um momento que ultrapassa, em brutalidade, qualquer confronto já visto em filmes ou séries da franquia.

Explosão de violência em uma trama de comédia

Interpretado por Yahya Abdul-Mateen II, Simon Williams é o centro de “Wonder Man”. Reconhecido nos quadrinhos pelos poderes derivados de energia iônica, o personagem surge na série como um ator em busca de reconhecimento em Hollywood. Apesar de o programa adotar o formato de comédia, algumas cenas expõem o verdadeiro potencial destrutivo do herói, culminando em um golpe que choca pela violência.

O momento ocorre nos episódios finais, durante a gravação de uma cena dentro de um estúdio. Tomado por um surto de raiva, Simon desfere um soco que atravessa o rosto de Richard, colega de elenco. O ato de atravessar literalmente a cabeça do adversário, exibido de forma gráfica, estabelece um novo patamar de brutalidade dentro do MCU. Posteriormente, o público descobre tratar-se de um sonho do protagonista, mas a sequência é suficiente para colocar a cena no topo das mortes mais impactantes já registradas na franquia.

Contexto do MCU para 2026

A temporada de 2026 ganha relevância especial para os fãs da Marvel. Depois de sete anos sem um longa dos Vingadores, o estúdio programou “Avengers: Doomsday” para o período, prometendo a estreia do vilão Doutor Destino e uma trama multiversal. No mesmo ano, “Spider-Man: Brand New Day” deve reunir personagens clássicos do universo do Homem-Aranha, incluindo o Justiceiro, Escorpião e Lápide, sinalizando um número elevado de baixas nas telas.

Entretanto, foi a produção de streaming que entregou, de forma inesperada, a morte mais chocante até o momento. Ao contrário de figuras como Deadpool ou o próprio Justiceiro, enquadrados como anti-heróis, Simon Williams é apresentado como herói em formação. O fato de um personagem com esse status protagonizar a cena reforça o ineditismo da sequência.

Por que não há batalhas tradicionais na série

Apesar do potencial de seus poderes, Simon participa de poucas lutas ao longo da temporada. Além da sequência do soco fatal no sonho, os episódios exibem explosões de energia que destroem parte de um set de filmagem e um breve confronto contra criminosos de rua, que termina com a fuga desastrada de Simon e do ator Trevor Slattery. A ausência de enfrentamentos extensos é uma decisão criativa dos roteiristas, que posicionam “Wonder Man” como uma comédia satírica sobre os bastidores de Hollywood, e não como uma narrativa focada em super-heróis contra vilões.

Mesmo assim, o final da temporada indica o futuro de Williams nas grandes batalhas do MCU. Na cena derradeira, o herói resgata Trevor de uma prisão ao voar com ele para fora da unidade, demonstrando controle parcial de suas habilidades. O ato sugere que Simon pode ser recrutado para integrar formações dos Vingadores nos longas programados para os próximos anos.

A repercussão entre fãs e crítica

A cena do soco atravessando o rosto gerou debates nas redes sociais desde o lançamento dos episódios. Espectadores compararam o nível de violência com produções de classificação etária mais alta, destacando que o MCU raramente exibe conteúdo tão gráfico. Críticos apontam que o choque se intensifica por vir de um personagem tratado, até então, como protagonista cômico e idealista.

Especialistas em cultura pop lembram que, embora a brutalidade encontre precedentes nos quadrinhos, a Marvel tem evitado cenas semelhantes em seus filmes e séries principais. Em “Daredevil”, na era Netflix, e em “The Punisher”, o estúdio flertou com violência explícita, porém sempre envolvendo personagens moralmente ambíguos. A diferença, agora, está em colocar um herói clássico no centro do ato.

Detalhes de produção e elenco

“Wonder Man” tem roteiro de Andrew Guest e criação de Destin Daniel Cretton, que também assina a produção executiva. Além de Yahya Abdul-Mateen II no papel-título, o elenco conta com Ben Kingsley, reprisando Trevor Slattery. A série estreou em 27 de janeiro de 2026, exclusivamente no Disney+, reforçando a expansão das histórias do MCU para além do cinema.

Série “Wonder Man” exibe morte mais brutal de um herói no MCU em cena surpreendente - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

Cada episódio aproveita o cenário de Hollywood para satirizar produções de grande orçamento, diretores egocêntricos e a busca por reconhecimento na indústria. Esse tom metalinguístico cria contraste com as explosões esporádicas de violência, aumentando o impacto de momentos como o soco letal que dominou as discussões.

Expectativas para “Avengers: Doomsday” e o futuro de Simon Williams

A introdução oficial de Doutor Destino em “Avengers: Doomsday” desperta especulações sobre o papel que Wonder Man pode assumir. Com habilidades que incluem força sobre-humana, voo e manipulação de energia, Simon surge como recurso valioso em batalhas contra ameaças multiversais. A minimalista exibição de poderes na série reforça a ideia de que o personagem está sendo preservado para confrontos maiores.

Até o momento, o estúdio não confirmou a participação do herói no próximo filme dos Vingadores, mas produtores sugerem que a narrativa televisiva serve como plataforma de lançamento para futuras aparições no cinema. Caso a violência vista na série reflita seu potencial em produções de maior orçamento, o MCU pode caminhar para cenas ainda mais intensas.

Classificação indicativa e possíveis implicações

Embora a equipe criativa trate a cena brutal como parte de um sonho, a exibição explícita de um soco atravessando o crânio de um personagem levanta questões sobre a classificação etária das próximas séries da Marvel. “Wonder Man” mantém a classificação recomendada para maiores de 14 anos em diversos mercados, mas analistas avaliam se futuras produções, incluindo “Blade” e “Deadpool 3”, poderão elevar o nível de violência dentro da linha principal do estúdio.

Por ora, a Marvel demonstra disposição em testar limites na plataforma de streaming, onde a subdivisão de perfis e controles parentais permite segmentar o público-alvo. Esse cenário abre espaço para narrativas adultas sem comprometer o apelo familiar dos longas lançados nos cinemas.

Agenda 2026: o que vem por aí

Além de “Avengers: Doomsday” e “Spider-Man: Brand New Day”, o calendário da Marvel inclui a sequência “Shang-Chi 2”, “Fantastic Four” e a aguardada atualização do universo mutante. Caso Simon Williams retorne em qualquer uma dessas produções, fãs esperam que ele demonstre todo o alcance de seu poder, possivelmente superando, em escala, o momento violento que marcou sua estreia em live-action.

Até lá, “Wonder Man” permanece como o novo ponto de referência quando o assunto é a morte mais brutal já executada por um herói na história do MCU.

Prime Video confirma série live-action de “Sex Criminals”, HQ premiada da Image Comics

Prime Video confirma série live-action de “Sex Criminals”
O Prime Video oficializou a produção de “Sex Criminals”, série live-action baseada na aclamada história em quadrinhos homônima publicada pela Image Comics. O projeto adapta a obra vencedora do Eisner Award criada por Matt Fraction e Chip Zdarsky, e chega à plataforma sob a responsabilidade criativa de Kumail Nanjiani, Emily V. Gordon e Tze Chun.

Equipe criativa e elenco

Nanjiani, conhecido por “Silicon Valley” e pelo indicado ao Oscar “The Big Sick”, dividirá a criação e a produção executiva da série com sua parceira de escrita Emily V. Gordon e com o roteirista e cineasta Tze Chun, responsável por “Gremlins: Secrets of the Mogwai”. Além de produzir, Nanjiani atuará na adaptação, cujo número de episódios ainda não foi divulgado.

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Em nota conjunta, Gordon e Nanjiani afirmaram que aceitaram participar do projeto tão logo foram abordados. Segundo eles, “Sex Criminals” representa exatamente o tipo de narrativa que a produtora do casal, Winter Coat, busca desenvolver: “histórias de amor em lugares inusitados”.

Tze Chun, que também assume a produção executiva, declarou ser fã dos quadrinhos desde o lançamento do primeiro número, em 2013, e considerou a adaptação “um sonho realizado” depois de uma década tentando viabilizar o projeto.

Enredo focado em poder incomum e crimes

Na trama original, Suze descobre um poder peculiar: o tempo literalmente para toda vez que ela faz sexo. Quando ela conhece Jon, que experimenta o mesmo fenômeno, os dois percebem o potencial da habilidade para proveito próprio — e decidem usá-la para assaltar bancos. A premissa combina elementos de comédia, romance e aventura criminosa, abordando temas adultos com humor irreverente.

Reconhecimento da HQ

Lançada em 2013, “Sex Criminals” não ficou restrita ao Eisner Award. A série também conquistou o Harvey Award e foi eleita pelo Time Magazine como o melhor quadrinho do ano. O título encerrou sua publicação em 2020 e segue disponível em livrarias especializadas e em edições digitais para Kindle e Google Play.

Trajetórias de Fraction e Zdarsky

Chip Zdarsky, além de coescrever a obra, foi o artista principal dos quadrinhos e tornou-se uma figura de destaque na indústria. Atualmente, ele roteiriza a série em quadrinhos “Captain America” e assinou uma elogiada fase do Batman para a DC Comics, na qual, segundo críticos, redefiniu o personagem.

Matt Fraction, por sua vez, mantém uma carreira de roteirista que inclui passagens marcantes por “X-Men”, “Doctor Strange” e “Fantastic Four”. Ele também está envolvido em uma publicação recente de “Batman”.

Catálogo e histórico do Prime Video

Fundado em 7 de setembro de 2006, o serviço de streaming da Amazon lançou sua primeira série original, “Alpha House”, em 2013. Desde então, construiu um catálogo que reúne produções de destaque como “The Boys”, “Invincible”, “Tom Clancy’s Jack Ryan”, “Hanna”, “Carnival Row”, “The Wheel of Time”, “Reacher”, “Daisy Jones & The Six”, “Swarm” e “Citadel”. Entre os longas originais, aparecem “Borat 2”, “The Tomorrow War”, “Coming 2 America”, “One Night in Miami”, “Jolt”, “Sound of Metal”, “Honey Boy” e “Without Remorse”.

Status da produção

No momento, ainda não há data de estreia anunciada para “Sex Criminals”. Detalhes sobre cronograma de filmagem, elenco adicional ou quantidade de temporadas também não foram divulgados. A confirmação da série, porém, posiciona o projeto como uma das principais apostas do Prime Video para ampliar seu portfólio de adaptações de quadrinhos, segmento em que o serviço já obteve êxito com títulos como “The Boys” e “Invincible”.

Grandes estrelas que passaram despercebidas por House M.D.

Grandes estrelas que passaram despercebidas por House M.D.
O drama médico House M.D., exibido entre 2004 e 2012, ficou marcado pelo humor ácido do doutor Gregory House e por tramas clínicas de alta tensão. O que muitos fãs esquecem é a quantidade de futuras estrelas de Hollywood que apareceram no hospital Princeton-Plainsboro antes de alcançarem o primeiro escalão da indústria. A seguir, relembre dez participações que hoje soam surpreendentes.

Meat Loaf – Eddie (5ª temporada, episódio “Simple Explanation”)

Conhecido pelo rock operístico, Meat Loaf entregou uma atuação contida como Eddie, marido em fase terminal cuja saúde melhora subitamente enquanto a esposa declina. A serenidade e o cansaço que ele imprime ao personagem reforçam o dilema ético central do episódio, culminando em um desfecho trágico que demonstra sua versatilidade além da música.

Jeremy Renner – Jimmy Quid (4ª temporada, “Games”)

Antes de empunhar o arco de Hawkeye na Marvel, Jeremy Renner viveu Jimmy Quid, roqueiro desgastado inicialmente tratado como dependente químico. A postura cheia de sarcasmo esconde vulnerabilidade, revelada em cenas como a visita às crianças fantasiado de super-herói. O trabalho mostrou a capacidade do ator de adicionar camadas a figuras que parecem rasas.

Amanda Seyfried – Pam (1ª temporada, “Detox”)

Em um de seus primeiros papéis após Meninas Malvadas, Amanda Seyfried interpretou Pam, adolescente envolvida em um acidente que feriu o namorado Keith. A atriz equilibra culpa, imaturidade e afeto, destacando-se na sequência em que descreve a alucinação de Keith – elemento chave para a equipe desvendar o caso.

Evan Peters – Oliver (5ª temporada, “Last Resort”)

No episódio em que a clínica vira palco de sequestro, Evan Peters faz Oliver, paciente adolescente preso com House e Thirteen. A interpretação é de tensão contida; ele se fixa no diagnóstico do sequestrador e decide permanecer quando surge chance de fuga. O retrato de fragilidade antecipou papéis perturbadores que viria a assumir em American Horror Story.

Michael B. Jordan – Will Westwood (8ª temporada, “Love Is Blind”)

Anos antes de Creed e Pantera Negra, Michael B. Jordan viveu Will, homem cego que adoece ao planejar pedir a namorada em casamento. O ator cria um protagonista caloroso, cuja maior provação surge quando o único tratamento possível pode deixá-lo surdo. Sua recusa em perder o último sentido disponível rende um dos debates morais mais duros da série.

Lin-Manuel Miranda – Juan “Alvie” Alvarez (6ª temporada, “Broken” e “Baggage”)

O futuro criador de Hamilton aparece como Alvie, colega falante de House no hospital psiquiátrico Mayfield. Entre raps improvisados e crises de bipolaridade, Miranda alterna humor e melancolia. O retorno do personagem revela obstáculos de imigração e adesão a tratamento, fortalecendo o arco humano por trás da comicidade.

Lucas Till – Simon (5ª temporada, “Joy to the World”)

Lucas Till, que depois seria Havok em X-Men: Primeira Classe, surge como Simon, adolescente que descobre ser pai enquanto a namorada Natalie luta pela vida. A reação anestesiada do personagem, sem recorrer ao melodrama, destaca a inexperiência juvenil diante de responsabilidade repentina e perda iminente.

Grandes estrelas que passaram despercebidas por House M.D. - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

James Earl Jones – Presidente Dibala (6ª temporada, “The Tyrant”)

Voz lendária de Darth Vader, James Earl Jones interpreta Dibala, ditador africano cuja doença suscita crise moral no hospital. Longe de caricaturas, ele exibe autoridade fria e convicção perturbadora, intensificando o conflito interno de Cameron e o desfecho em que Chase altera o diagnóstico, resultando na morte do líder.

LL Cool J – Clarence (2ª temporada, “Acceptance”)

No papel de Clarence, condenado à morte atormentado por alucinações das vítimas, LL Cool J abandona a habitual simpatia para adotar postura dura e contida. Sua implosão emocional no pátio da prisão define o tom sombrio do episódio, enquanto House insiste em tratá-lo mesmo sabendo que ele será executado.

Cynthia Nixon – Anica Jovanovich (2ª temporada, “Deception”)

Conhecida por Sex and the City, Cynthia Nixon vive Anica, paciente com síndrome de Münchausen que finge crises para receber atenção. A atriz imprime solidão profunda à personagem, levando a equipe a confrontar as raízes emocionais do comportamento autodestrutivo. O resultado é um dos retratos mais sensíveis da série.

As participações comprovam a habilidade dos produtores em identificar talentos prestes a despontar. Ao oferecer papéis densos e distantes de estereótipos, House M.D. serviu de vitrine para artistas que, anos depois, liderariam blockbusters, franquias de super-heróis, musicais premiados e séries de sucesso.

Trilhas de Bridgerton 4ª temporada (Parte 1): todas as músicas modernas em versão clássica e em que cena tocam

Baile de máscaras em Bridgerton 4ª temporada (Parte 1), cenário dos covers instrumentais da trilha sonora
A Parte 1 de Bridgerton 4 mantém a tradição de covers clássicos de hits modernos — com destaque para o baile de máscaras.

A Parte 1 da 4ª temporada de Bridgerton já está disponível na Netflix (episódios 1 a 4) e, como tradição da série, o romance de Benedict Bridgerton e Sophie Baek vem embalado por covers instrumentais de hits modernos — aqueles arranjos “orquestrais” que transformam pop, rock e R&B em música perfeita para bailes e encontros secretos.

E sim: a seleção da Parte 1 entrega momentos bem marcados — do baile de máscaras ao gancho final do episódio 4. A seguir, você confere todas as músicas e quando elas aparecem.

Parte 2 da temporada estreia em 26 de fevereiro de 2026.

Todas as músicas (Parte 1) — lista por episódio

Sophie Baek e Benedict Bridgerton no baile de máscaras da 4ª temporada (Parte 1)
O baile abre a Parte 1 e embala o romance com covers instrumentais.

Episódio 1

1) “Life in Technicolor” (Coldplay) — cover: Vitamin String Quartet
Toca no clima de “conto de fadas” quando Sophie chega ao baile de máscaras, destacando aquele primeiro impacto visual e emocional do evento.

2) “DJ Got Us Fallin’ in Love” (Usher feat. Pitbull) — cover: Strings From Paris
Entra ainda no baile para aquecer a pista e marcar a energia do evento quando a temporada começa a “acender” o romance.

3) “Never Let You Go” (Third Eye Blind) — cover: Vitamin String Quartet
Surge em um momento com Queen Charlotte e Lady Danbury, funcionando como contraste irônico com a situação entre as duas.

Episódio 2

4) “Enchanted” (Taylor Swift) — cover: Joseph William Morgan
Toca em uma cena que enfatiza o encantamento e a tensão do romance proibido, reforçando o “sonho” que Sophie tenta manter sob controle.

Episódio 3

5) “All I Wanted” (Paramore) — cover: Vitamin String Quartet
Aparece em sequência emocional que envolve Violet e Marcus Anderson e também o arco de Benedict e Sophie — um daqueles momentos em que a série usa música para “puxar” o coração do público.

Episódio 4

6) “bad idea right?” (Olivia Rodrigo) — cover: Caleb Chan
Vira a trilha do grande gancho do episódio 4, em um momento decisivo do romance que prepara o terreno para a Parte 2.

Tabela rápida

Episódio Música (artista original) Cover (quem toca) Momento em cena
1 Life in Technicolor (Coldplay) Vitamin String Quartet Chegada de Sophie ao baile de máscaras
1 DJ Got Us Fallin’ in Love (Usher feat. Pitbull) Strings From Paris Música do baile/primeiros sparks
1 Never Let You Go (Third Eye Blind) Vitamin String Quartet Cena com Queen Charlotte e Lady Danbury
2 Enchanted (Taylor Swift) Joseph William Morgan Romance proibido ganhando força
3 All I Wanted (Paramore) Vitamin String Quartet Sequência emocional com Violet/Marcus e Benedict/Sophie
4 bad idea right? (Olivia Rodrigo) Caleb Chan Gancho decisivo do episódio 4

Onde ouvir as músicas

A trilha aparece reunida em playlists oficiais (com as faixas e artistas dos covers), facilitando para quem quer ouvir fora da série.

FAQ rápido

Quais são as músicas da Parte 1 da 4ª temporada de Bridgerton?
Coldplay, Usher (com Pitbull), Third Eye Blind, Taylor Swift, Paramore e Olivia Rodrigo — todas em versões clássicas/instrumentais.

Em que episódio toca “Enchanted” (Taylor Swift)?
No episódio 2, em cover de Joseph William Morgan.

Quando estreia a Parte 2?
Em 26 de fevereiro de 2026.

Deborah Secco faz declaração apaixonada no aniversário de Dudu Borges e mostra viagem a Aspen

Deborah Secco faz declaração apaixonada no aniversário de Dudu Borges
Deborah Secco
usou as redes sociais nesta quarta-feira, 28 de janeiro de 2026, para homenagear o namorado, o produtor musical Dudu Borges, que completou 43 anos.

Na publicação, a atriz de 46 anos descreveu o companheiro como “meu lugar no mundo” e outros termos carinhosos, marcando uma rara exposição do casal.

Declaração pública rara nas redes

Conhecida por manter o romance longe dos holofotes, Deborah quebrou o padrão e listou, em texto curto, tudo o que o parceiro representa para ela.

No mesmo instante, Dudu repostou a mensagem e respondeu com um “Te amooo, meu amor da vida”, retribuindo a afetuosa lembrança.

  • Aniversário de 43 anos de Dudu celebrado publicamente.
  • Mensagem de Deborah chamou o namorado de “meu lugar no mundo”.
  • Produtor respondeu imediatamente com declaração de amor.
  • Postagens aconteceram na manhã de 28/1/2026.
  • Casal costuma evitar exposição, segundo a própria atriz.

Aniversário comemorado na neve

Nos stories, Deborah compartilhou imagens em Aspen, Estados Unidos, onde os dois passam alguns dias em meio à neve.

As fotos mostram a atriz com casacos pesados e o produtor segurando pranchas de snowboard, indicando que o destino foi escolhido para celebrar a data de forma intimista.

Não foram divulgadas informações sobre a duração da viagem nem detalhes sobre a programação do casal no balneário de inverno.

Namoro reservado desde março de 2025

O relacionamento começou em março de 2025, mas só foi confirmado publicamente meses depois, quando surgiram registros dos dois em eventos restritos.

Em entrevista ao portal LeoDias no início de janeiro, a atriz explicou que o companheiro prefere se manter “atrás das câmeras”, e que ela decidiu respeitar a escolha.

“Tenho descoberto mesmo o poder de ficar quietinha, de ser discreta, tem sido muito especial”, declarou Deborah na ocasião.

Nas redes sociais, a quantidade de fotos do casal continua pequena, reforçando a postura reservada de ambos.

Primeiro romance assumido após divórcio

Esta é a primeira relação assumida por Deborah desde o término do casamento de nove anos com Hugo Moura, encerrado em 2023.

A união anterior resultou na filha Maria Flor, hoje com nove anos, que mora com a mãe no Rio de Janeiro.

Apesar da nova fase amorosa, a atriz tem reiterado que a privacidade de todos os envolvidos, principalmente da filha, permanece prioridade.

  1. Março de 2025: Deborah e Dudu iniciam o namoro.
  2. Segundo semestre de 2025: primeiros registros públicos surgem em eventos corporativos.
  3. Início de janeiro de 2026: atriz comenta relacionamento reservado em entrevista.
  4. 28 de janeiro de 2026: declaração de aniversário e viagem a Aspen vêm a público.

Nos perfis pessoais, ambos continuam postando majoritariamente conteúdos profissionais, intercalando poucas referências à vida a dois.

Sem previsão de novos compromissos públicos conjuntos, o casal deve retornar ao Brasil após o curto período na neve, mantendo o cotidiano discreto que adotou desde o início da relação.

Showrunner de Bridgerton explica como retorno de Michaela Stirling afeta a Parte 2 da 4ª temporada


O reaparecimento de Michaela Stirling na Parte 1 da quarta temporada de Bridgerton promete mudar o rumo de Francesca na Parte 2, segundo a showrunner Jess Brownell.

Retorno inesperado em Mayfair

Michaela surge de forma repentina em Mayfair pouco antes do intervalo da temporada.

A chegada acontece após a lua de mel de Francesca Bridgerton e do marido, John Stirling, conde de Kilmartin.

Até então, o casal vivia um romance reservado, iniciado na temporada anterior, longe do frenesi londrino.

A cena mostra Francesca visivelmente abalada, como se tivesse “visto um fantasma”, nas palavras de Michaela.

Por que Michaela desestabiliza Francesca

Em entrevista ao site TUDUM, Brownell apontou contrastes de personalidade como principal gatilho.

Michaela simplesmente desconcerta Francesca. Elas são opostas em praticamente tudo descreveu a showrunner.

Francesca é introvertida e busca controlar cada gesto.

Michaela, ao contrário, age de forma expansiva e abraça o caos de propósito.

Essa colisão de perfis resulta em tensão que Francesca não consegue decifrar nem ignorar.

  • Personalidades contrastantes alimentam a atração contida.
  • Francesca ainda explora sua própria sexualidade dentro do casamento.
  • Michaela reaparece após período de distância na Escócia.
  • John reconhece que as duas evitaram contato no campo.
  • A cena final da Parte 1 antecipa mais encontros na Parte 2.

Nos livros de Julia Quinn, a história reforça que “opostos se atraem”, sugerindo futuro romântico entre as duas.

Na série, Brownell prefere manter o suspense sobre quando – e se – essa proximidade vai se concretizar.

O que esperar da Parte 2

A segunda metade da temporada deverá mostrar Francesca tentando entender o “pico de desejo” que ainda não encontrou.

John, descrito como paciente e gentil, continuará apoiando a esposa nessa busca.

Michaela deve ganhar mais tempo em cena, como indica o teaser exibido após o quarto episódio.

  1. 26 de fevereiro: lançamento da Parte 2 na Netflix.
  2. Possível aproximação entre Francesca e Michaela em Londres.
  3. Conflito interno de Francesca sobre lealdade ao marido e sentimentos emergentes.
  4. Reações da alta sociedade diante de qualquer mudança no triângulo.
  5. Definição do próximo protagonista para a já confirmada quinta temporada.

Até lá, a produção mantém sigilo sobre quantas cenas conjuntas as duas personagens terão.

Foco atual permanece em Benedict

Apesar da curiosidade sobre Francesca, a narrativa principal da Parte 1 se concentra em Benedict Bridgerton.

Interpretado por Luke Thompson, o segundo filho vive romance de conto de fadas com a criada Sophie Baek, papel de Yerin Ha.

A série acompanha dilemas de classe e convenções sociais enquanto o casal tenta se afirmar.

Showrunner de Bridgerton explica como retorno de Michaela Stirling afeta a Parte 2 da 4ª temporada - Imagem do artigo original

Imagem:  Liam Daniel

Esse arco continua a ser o fio condutor dos próximos episódios, segundo Brownell.

Calendário e futuro da série

Bridgerton já está renovada para as temporadas 5 e 6.

Ainda não há confirmação se a quinta temporada dará destaque a Francesca ou a Eloise Bridgerton.

No momento, Eloise – vivida por Claudia Jessie – segue determinada a permanecer solteira e longe de pretendentes.

Essa postura pode mudar, mas a produção ainda não informou se o arco ocorrerá logo ou ficará para fases posteriores.

Diretores que assinam a quarta temporada incluem Tom Verica, Tricia Brock e Alex Pillai, entre outros.

O time de roteiristas conta com Abby McDonald e Sarah L. Thompson, reforçando a continuidade criativa da série.

O elenco fixo traz Hannah Dodd como Francesca, Victor Alli como John e Masali Baduza como Michaela.

Já a criadora original, Chris Van Dusen, segue como produtora executiva.

Os novos capítulos mantêm classificação indicativa TV-MA por conteúdo adulto.

Data de estreia: 22 de dezembro de 2020 foi o ponto de partida da série na plataforma, que continua ampliando o universo.

Os fãs podem assistir aos quatro episódios iniciais da quarta temporada agora mesmo.

A Parte 2 chega no fim de fevereiro para concluir tramas de amor, desejo e etiqueta da época.

Até lá, o triângulo Francesca-John-Michaela permanecerá um dos assuntos mais comentados entre os seguidores da produção.

Se as pistas se confirmarem, a próxima leva de episódios testará limites de lealdade e autodescoberta dentro e fora dos salões de baile.

Parte 1 de Bridgerton – quarta temporada – está disponível na Netflix.

A Parte 2 estreia em 26 de fevereiro.

Primeira parte da 4ª temporada de Bridgerton estreia com críticas positivas, mas público se divide


Benedict Bridgerton volta ao centro das atenções na Parte 1 da 4ª temporada de Bridgerton, recém-lançada na Netflix, e a recepção no Rotten Tomatoes escancara o contraste entre crítica e audiência.

Romance inspirado em “An Offer From A Gentleman”

A nova leva de episódios adapta o terceiro livro de Julia Quinn, An Offer From A Gentleman.

O enredo acompanha Benedict Bridgerton (Luke Thompson), que encontra sentido para sua vida depois de conhecer a misteriosa Lady in Silver, alter ego de Sophie Baek (Yerin Ha).

Notas no Rotten Tomatoes

Logo após a estreia, o agregador divulgou duas pontuações distintas:

  • 80 % de aprovação entre os críticos especializados.
  • 43 % de aprovação entre os usuários cadastrados.

A diferença reforça a percepção de que a temporada agrada mais quem analisa aspectos técnicos do que parte do público geral.

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Comparativo com anos anteriores

Desde 2020, Bridgerton exibe oscilações nos índices de aprovação.

  1. 1ª temporada (2020): 87 % entre críticos.
  2. 2ª temporada (2022): 78 % entre críticos.
  3. 3ª temporada (2023): 87 % entre críticos.
  4. 4ª temporada – Parte 1 (2024): 80 % entre críticos, 43 % entre público.

O recorte evidencia que, embora a nova fase se mantenha bem-avaliada pela imprensa, o engajamento popular caiu em relação às anteriores.

Primeira parte da 4ª temporada de Bridgerton estreia com críticas positivas, mas público se divide - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

Produção e elenco

A série segue sob responsabilidade da produtora Shondaland e possui equipe de direção formada por Tom Verica, Tricia Brock, Alex Pillai, Alrick Riley, Bille Woodruff, Cheryl Dunye, Sheree Folkson e Julie Anne Robinson.

No roteiro estão Abby McDonald, Sarah L. Thompson, Daniel Robinson e mais cinco roteiristas, com Chris Van Dusen como criador da série.

Recepção crítica

Entre os comentários já publicados, avalia-se que a temporada assume um tom de conto de fadas.

Hersey descreveu a primeira metade como “um conto de fadas total” e destacou que “a química de Benedict com Sophie é a derradeira história da Cinderela”.

Principais pontos da estreia

  • História foca no segundo filho Bridgerton, Benedict.
  • Introdução da protagonista Sophie Baek, disfarçada de Lady in Silver.
  • Pontuação dissonante entre crítica (80 %) e público (43 %).
  • Comparativo com temporadas anteriores mostra queda no engajamento dos espectadores.
  • Narrativa adota estética de baile de máscaras e elementos de “Cinderela”.

O que vem por aí

A Netflix dividiu a temporada em duas partes. A segunda metade ainda não recebeu data oficial, mas deve concluir o arco de Benedict e Sophie e revelar a repercussão dos eventos iniciados sob o anonimato da Lady in Silver.

Bridgerton está disponível no catálogo mundial da Netflix. A série é classificada como TV-MA por conter conteúdo adulto.

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A franquia Star Trek ganhou um novo “ponto de entrada” em 2026 com Star Trek: Academia da Frota Estelar (Star Trek: Starfleet Academy), série que mistura vida de campus, rivalidades, amizades e missões de alto risco — tudo com o DNA clássico de Trek. E, sim: a série já estreou no Paramount+, com lançamento semanal às quintas-feiras.

Hoje, 29 de janeiro de 2026 (quinta), é dia de episódio novo na programação oficial de lançamento (o Episódio 4).

Onde assistir no Brasil

A série é exclusiva do Paramount+.

Calendário de episódios

A própria Paramount+ detalha o formato da temporada:

  • Estreia: 15/01/2026 com 2 episódios no mesmo dia

  • Depois disso: 1 episódio por semana, toda quinta, até o final

  • Final da temporada: 12/03/2026

  • Total: 10 episódios

Datas

  • Ep. 1 — 15/01

  • Ep. 2 — 15/01

  • Ep. 3 — 22/01

  • Ep. 4 — 29/01 (hoje)

  • Ep. 5 — 05/02

  • Ep. 6 — 12/02

  • Ep. 7 — 19/02

  • Ep. 8 — 26/02

  • Ep. 9 — 05/03

  • Ep. 10 — 12/03

Observação importante: a Paramount+ costuma liberar “no dia” (quinta), mas o horário exato pode variar por região/conta — então, para não errar no seu site, o mais seguro é publicar como “já disponível hoje” e orientar o leitor a checar a aba Episódios no app.

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Bridgerton 4ª temporada, Parte 1: final explicado, relacionamentos e novos personagens

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Sobre o que é “Academia da Frota Estelar”

Cadetes em Star Trek: Academia da Frota Estelar, nova geração treinando na Academia no século 32
A série acompanha a nova geração de cadetes da Frota Estelar em uma turma histórica.

A história acompanha novos cadetes que chegam à Academia em um momento raro: é a primeira turma em mais de um século, com a Frota Estelar e a Federação se reorganizando depois dos eventos do futuro mostrado em Star Trek: Discovery.

O grande diferencial (e a sacada que faz a série “funcionar” sem perder o espírito de Star Trek) é a U.S.S. Athena: a nave serve como uma extensão do campus, permitindo que a trama tenha tanto rotina acadêmica quanto missões reais, sem parecer “duas séries diferentes”.

Elenco e personagens: quem é quem

A Paramount+ lista o núcleo principal de cadetes e mentores — com reforços que animam fãs antigos.

Liderança da Academia

  • Holly Hunter como Nahla AkeChanceler da Academia e Capitã da U.S.S. Athena (uma personagem meio humana e meio Lanthanite, com perfil de comando e mentoria).

Os cadetes (a “nova geração”)

  • Sandro Rosta como Caleb Mir — um jovem que entra na Academia carregando passado difícil e buscando respostas pessoais.

  • Karim Diané como Jay-Den Kraag

  • Kerrice Brooks como S.A.M. (cadete com abordagem bem diferente do padrão)

  • George Hawkins como Darem Reymi

  • Bella Shepard como Genesis Lythe

  • Zoë Steiner como Tarima Sadal

O “peso” de veteranos e participações

  • Robert Picardo retorna como O Doutor (Voyager), agora conectado ao ambiente da Academia.

  • Tig Notaro volta como Jett Reno e Oded Fehr como Almirante Vance (ambos vindos de Discovery).

  • Paul Giamatti aparece como o grande antagonista da temporada, Nus Braka.

  • A série ainda apresenta figuras como Commander Lura Thok (interpretada por Gina Yashere), ampliando o “lado alien” da história.

Por que essa série tem cara de hit

U.S.S. Athena em Star Trek: Academia da Frota Estelar, nave ligada à Academia e às missões da temporada
A U.S.S. Athena funciona como extensão da Academia e impulsiona as missões da série.

“Academia” + Star Trek cria um formato que tende a performar muito bem:

  • tem a porta de entrada perfeita para quem não acompanha a franquia inteira

  • entrega drama jovem + competição sem abandonar o “sentido de missão” clássico de Trek

  • usa personagens veteranos para segurar o público antigo e dar contexto rápido

❓FAQ rápido

Star Trek: Academia da Frota Estelar já estreou?
Sim — estreou em 15/01/2026.

Tem episódio novo hoje (29/01)?
Sim — o calendário aponta episódio novo em 29/01/2026 (Episódio 4).

Quantos episódios tem a 1ª temporada?
10 episódios, com final em 12/03/2026.

Onde assistir no Brasil?
No Paramount+.

O final explicado de Bridgerton 4ª temporada, Parte 1: , relacionamentos e novos personagens

Sophie Baek mascarada encara Benedict em Bridgerton 4ª temporada (Parte 1), da Netflix
Bridgerton 4ª temporada (Parte 1) termina com impasse entre Benedict e Sophie — e prepara a Parte 2.

Atenção: este texto contém SPOILERS da Parte 1 (episódios 1 a 4) da 4ª temporada de Bridgerton, O Gossip Notícias, trás O final explicado de Bridgerton 4ª temporada, para você entender tudo.

Depois de mais de um ano de espera, Bridgerton voltou colocando Benedict Bridgerton (Luke Thompson) no centro do romance — e a Parte 1 termina com uma decisão que muda tudo para o casal da vez. A primeira metade da temporada estreou em 29 de janeiro de 2026, e a Parte 2 chega em 26 de fevereiro (são 8 episódios ao todo).

Data e horário de estreia na Netflix

A Netflix informa que títulos originais costumam estrear globalmente à 0h do horário do Pacífico (PT).
Isso geralmente cai por volta de 05:00 (horário de Brasília).

  • Parte 1: já disponível (estreou em 29/01/2026)

  • Parte 2: estreia em 26/02/2026

Recap rápido: o que a Parte 1 constrói

A temporada começa no baile de máscaras de Violet, quando Benedict se encanta pela misteriosa “Dama de Prata” — sem saber que ela é Sophie Baek (Yerin Ha).
Fora do glamour do baile, a série revela a vida real de Sophie: uma jovem que tenta esconder quem é, presa a uma casa rígida e uma chefe cruel, enquanto o sentimento entre os dois cresce.

O Final explicado de Bridgerton da Parte 1: o pedido que vira o jogo.

No fim da Parte 1, Benedict ainda não descobre a verdadeira identidade de Sophie (e também não entende toda a origem dela). Mesmo assim, ele já está claramente envolvido e quer ficar com ela.

O problema é que Benedict enxerga uma única “saída” possível dentro das regras da sociedade: ele propõe que Sophie fique com ele como amante — não como esposa.

E é aí que a temporada fecha a porta com força:

Sophie recusa — e não é só orgulho

A recusa não é um “não” simples. Para Sophie, aceitar essa proposta significaria reviver um destino que ela teme repetir: ser marcada pela posição social, viver à margem e, principalmente, não colocar uma criança na mesma situação que ela já enfrentou. Esse é o impasse que a Parte 2 vai precisar resolver.

Por que Lady Araminta vira a grande vilã da temporada

Lady Araminta em Bridgerton 4ª temporada, a vilã ligada à história de Sophie Baek
Lady Araminta ganha destaque como a grande antagonista da 4ª temporada de Bridgerton.

A Parte 1 deixa bem claro quem segura a corda no pescoço de Sophie: Lady Araminta Gun (Katie Leung), a figura que concentra poder, crueldade e controle dentro daquela casa.

E o “alerta máximo” vem no final: Araminta e as filhas se aproximam da família Bridgerton, colocando Sophie em um território ainda mais perigoso — porque agora ela está a poucos passos de Benedict e do mundo que ela tenta esconder.

Penelope e Lady Whistledown: o que mudou de verdade

Com o segredo revelado na temporada anterior, Penelope já não ocupa mais o lugar “intocável” da narradora invisível. O efeito prático disso na Parte 1 é que:

  • ela passa a ser cobrada diretamente pela corte e pela sociedade,

  • e muita gente tenta usar a influência dela a favor próprio.

Essa virada muda o tom do jogo social — e pode mexer com alianças na Parte 2.

Francesca e John: problemas no paraíso

Outro arco que ganha sinais de tensão na Parte 1 é o casamento de Francesca Stirling

(Hannah Dodd) e John Stirling (Victor Alli). O sentimento existe, mas a série sugere:

  • dificuldades de intimidade,

  • inseguranças e expectativas,

  • e um “clima” de conflito que pode crescer mais para frente.

Rainha Charlotte: conexão com o spin-off

Rainha Charlotte em Bridgerton, em cena ligada aos acontecimentos da 4ª temporada na Netflix
Rainha Charlotte reaparece em Bridgerton e mantém conexão com o spin-off da Netflix.

A Rainha não domina a Parte 1, mas a temporada sugere uma continuidade emocional do que foi visto em “Queen Charlotte”: dúvidas, solidão e preocupações sobre o futuro da monarquia e da própria vida íntima dela.

Novos personagens e como eles entram na história

Personagem Ator/Atriz Papel na história
Sophie Baek Yerin Ha A “Dama de Prata” e peça-chave do romance com Benedict
Benedict Bridgerton Luke Thompson Protagonista da temporada; obcecado pela mulher do baile
Lady Araminta Gun Katie Leung A figura de poder que controla a vida de Sophie (vilã do núcleo)
Rosamund Li Michelle Mao Filha de Araminta; parte do núcleo que pressiona Sophie
Posy Li Isabella Wei Outra filha de Araminta; peça importante no “jogo” social
Violet Bridgerton Ruth Gemmell Mãe de Benedict; seu baile inicia toda a história
Lord Anderson Daniel Francis Interesse romântico de Violet, aquecendo subtramas

O que a Parte 2 precisa responder

Com o final da Parte 1, as grandes perguntas ficam claras:

  • Benedict vai aceitar amar Sophie “como ela é” (e não como fantasia)?

  • Sophie vai continuar resistindo ou a trama vai encontrar um caminho que não a coloque “abaixo” de ninguém?

  • Araminta vai partir para cima com mais força agora que está perto dos Bridgerton?

  • Penelope/Whistledown vai conseguir manter o controle do próprio nome?

  • Francesca e John vão se entender — ou o casamento vai entrar em crise?

A Parte 2 estreia em 26 de fevereiro de 2026.

Bridgerton 4ª temporada (Parte 1) – crítica: começo irregular, mas romance de Benedict vira conto de fadas

Benedict Bridgerton e Sophie Baek na 4ª temporada de Bridgerton (Parte 1), da Netflix
A 4ª temporada de Bridgerton coloca Benedict no centro do romance com Sophie Baek.

A 4ª temporada de Bridgerton finalmente coloca Benedict Bridgerton (Luke Thompson) no centro da história — e, segundo a crítica publicada pelo ScreenRant, a Parte 1 tem um início meio “capenga”, mas cresce rápido quando a trama abraça de vez o clima de Cinderela e aposta na química do casal principal.

A temporada chega dividida em duas partes: Parte 1 em 29 de janeiro de 2026 e Parte 2 em 26 de fevereiro de 2026, totalizando 8 episódios.

Quando assistir: datas e horário de estreia na Netflix (Brasil)

  • Parte 1 (episódios 1–4): 29/01/2026

  • Parte 2 (episódios 5–8): 26/02/2026

  • Horário (padrão Netflix para lançamentos globais): 00:00 PT (EUA) — o que costuma cair por volta de 05:00 no horário de Brasília.

Spoilers leves da premissa

Na 4ª temporada, Benedict já não consegue “fugir” das pressões da família e do mercado de casamentos. Tudo muda quando ele encontra uma mulher misteriosa no baile de máscaras de Violet — a famosa “Dama de Prata” — e ela desaparece antes que ele descubra sua identidade. A partir daí, começa a busca por essa desconhecida.

A crítica também destaca que a mulher por trás do mistério é Sophie Baek (Yerin Ha), uma jovem de origem humilde que vive uma noite “à la Cinderela” no baile, mas precisa voltar à realidade — e encarar obstáculos bem mais pesados — ao retornar para a casa da rígida Lady Araminta (Katie Leung).

Por que o começo “tropeça”, segundo a crítica

O ScreenRant aponta que a temporada depende muito do primeiro encontro entre Benedict e a Dama de Prata — só que a cena teria sido longa demais e, em vez de mágica, acaba soando sem impacto.

Outro ponto levantado é que o arco “Príncipe Encantado” parece forçado para um personagem conhecido por fugir de padrões. A crítica lembra que, na temporada anterior, Benedict viveu uma trama mais “fora da caixinha”, o que torna estranha a mudança para um romance totalmente convencional logo de cara.

Quando a Parte 1 engrena de verdade

A virada acontece quando a história dá espaço para Sophie “real” — e não apenas para o mistério do baile. A crítica diz que, a partir daí, Bridgerton volta a funcionar com força: a química aparece, o romance ganha emoção e Benedict encontra um equilíbrio melhor entre ser romântico e respeitar quem Sophie é.

O texto também destaca que a temporada usa o conto de fadas como porta de entrada para discutir diferença de classes com mais peso do que a série costumava fazer — justamente por Sophie não ser “alta sociedade”.

Tropos da temporada: “identidade secreta” x “amor proibido”

A crítica resume que Bridgerton trabalha um grande “tropo” romântico por temporada (como inimigos para amantes, amigos para amantes etc.). Na 4ª, a aposta é em dois ao mesmo tempo:

  • Identidade secreta (a Dama de Prata)

  • Amor proibido (o romance atravessado por classe social)

Segundo o ScreenRant, a Parte 1 acerta mais no amor proibido do que no mistério da identidade secreta — e deixa a esperança de que a Parte 2 corrija o que não funcionou tão bem.

Subtramas: o que brilha e o que perde força

A crítica aponta que algumas tramas paralelas parecem menos “picantes” do que antes, principalmente porque a dinâmica de Lady Whistledown muda depois dos acontecimentos da temporada passada.

Mesmo assim, um destaque positivo aparece com força: Violet Bridgerton (Ruth Gemmell). Segundo o texto, a aproximação dela com Lord Marcus Anderson (Daniel Francis) é um dos pontos altos da Parte 1 — e a série acerta ao colocar desejo e romance também em personagens mais maduros.

A crítica também cita tramas envolvendo Queen Charlotte (Golda Rosheuvel) e Lady Danbury (Adjoa Andoh) como mais “pesadas” no tom (ainda que bem atuadas), e observa que algumas histórias parecem estar sendo preparadas para render melhor na Parte 2.

Ficha rápida

  • Série: Bridgerton (Netflix)

  • Temporada: 4ª (dividida em duas partes)

  • Parte 1: 29/01/2026 (episódios 1–4)

  • Parte 2: 26/02/2026 (episódios 5–8)

  • Casal central: Benedict (Luke Thompson) e Sophie Baek (Yerin Ha)

Veredito da Parte 1 em uma frase

Mesmo com um começo instável, a Parte 1 melhora quando foca na Sophie e transforma a temporada em uma história romântica com cara de conto de fadas, sem perder os conflitos que fazem Bridgerton render.