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Crítica: “Espíritos na Escola” renova fôlego na 3ª temporada e soluciona mistérios pendentes

Espíritos na Escola 3° temporada
Imagem: reprodução

Paramount+, 28 de janeiro de 2026 — A terceira temporada de “Espíritos na Escola” estreia com a missão de responder às questões que pairavam desde o último intervalo da série. Nas três primeiras horas disponibilizadas para a imprensa, a produção cumpre a promessa: resolve pontas soltas do segundo ano, apresenta novas regras para a convivência entre vivos e mortos e, ainda assim, encontra espaço para semear mistérios inéditos.

Quem, o quê, quando, onde e por quê

A trama continua acompanhando Maddie Nears (Peyton List), estudante presa entre o mundo dos vivos e dos mortos no colégio Split River. Depois de descobrir que não estava realmente morta — revelação que encerrou a temporada inaugural — e de ver a investigação sobre o enigmático Sr. Martin (Josh Zuckerman) dominar o segundo ano, a série precisava definir um rumo claro. Os novos episódios, com estreia marcada para 28 de janeiro e oito capítulos no total, estabelecem esse norte.

Logo na primeira meia hora, o roteiro esclarece três pontos centrais que intrigavam os fãs:

  • Segurança de Maddie: a protagonista confirma sua condição híbrida após o resgate dramático do final da segunda temporada.
  • Situação de Wally (Milo Manheim): o atleta parece ter cruzado para outro plano, mas seu destino é tratado sem rodeios, evitando especulações excessivas.
  • Comportamento de Simon (Kristian Ventura): o melhor amigo de Maddie retorna com consequências psicológicas visíveis, conectando o mundo material ao espiritual de maneira mais orgânica.

Ritmo acelerado elimina sensação de estagnação

Um dos principais problemas apontados pelo público na temporada anterior era a cadência. Embora as revelações fossem impactantes, o avanço lento diluía a tensão. A terceira temporada adota estratégia oposta: utiliza o conhecimento acumulado sobre as regras do “limbo escolar” para mergulhar direto na ação. O espectador não precisa aguardar episódios inteiros por respostas; elas chegam rapidamente, liberando espaço para novas ameaças.

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Essa decisão editorial oxigena a série. O foco deixa de ser apenas “o que aconteceu com Maddie?” e passa a explorar as ramificações de um universo onde fronteiras entre vivos e mortos se tornaram porosas. O resultado é um efeito de reset que, paradoxalmente, não ignora conquistas passadas, mas reconfigura o tabuleiro.

Novo ponto de equilíbrio entre os dois mundos

Até aqui, “School Spirits” narrava a história majoritariamente pela ótica dos fantasmas, com breves incursões no cotidiano dos alunos vivos. Agora, a balança se iguala. As regras apresentadas sobre as “cicatrizes” — marcas deixadas por eventos traumáticos que permitem a interação — ganham aprofundamento. A produção mostra como esses ferimentos dimensionais podem ampliar ou suprimir a presença dos espíritos, criando circunstâncias instáveis em diferentes áreas do campus.

Essa redefinição transforma o colégio em território mais imprevisível. Salas de aula, corredores e o ginásio passam a alternar entre “zonas seguras” e “zonas de choque”, onde ambos os planos colidem. Consequentemente, conflitos até então restritos aos fantasmas começam a afetar estudantes de carne e osso.

Chegada de Jennifer Tilley altera o tom

A inclusão de novos personagens reforça a sensação de renovação. Jennifer Tilley é o destaque: a atriz assume o papel da Dra. Deborah Hunter-Price, profissional convocada para avaliar os estranhos fenômenos de Split River. Em poucas cenas, Tilley injeta humor sombrio e ironia, contrastando com o drama adolescente predominante. A presença dela amplia o alcance da narrativa, sugerindo que autoridades externas podem, finalmente, notar as anomalias da escola.

Outros novatos completam o elenco, mas a série não sacrifica o desenvolvimento do grupo original. Cada integrante do núcleo fantasma — Charley (Nick Pugliese), Rhonda (Sarah Yarkin) e companhia — recebe motivações condizentes com o novo cenário, evitando relegar antigos coadjuvantes ao esquecimento.

“School Spirits” renova fôlego na 3ª temporada e soluciona mistérios pendentes - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

Mistérios inéditos mantêm Split River em alerta

Com as pendências anteriores resolvidas, os roteiristas introduzem um problema central ainda não revelado por completo, mencionado apenas como “Evento 14-B” em conversas clandestinas. A alusão bastou para instalar clima de urgência: professores vivos demonstram desconforto sem entender as causas, fantasmas sentem instabilidade energética e avistamentos simultâneos de figuras desconhecidas se multiplicam. Ao mesmo tempo, o limiar entre permanência e travessia de alguns espíritos começa a fluctuar, abrindo possibilidades dramáticas importantes.

A ideia de múltiplos conflitos em paralelo abre terreno para teorias. Entretanto, a montagem evita excesso de linhas narrativas. Transições fluidas entre núcleos e uso inteligente de cliffhangers mantêm coesão, ainda que personagens atuem em frente de batalha distintas.

Aspectos técnicos e avaliação inicial

Visualmente, a série mantém paleta fria e iluminação contrastante, mas adota cores mais saturadas quando as dimensões se sobrepõem. É um recurso simples que ajuda a sinalizar mudanças de ambiente sem recorrer a diálogos expositivos. A trilha também evolui: sintetizadores melancólicos cedem espaço para percussão suave, reforçando a sensação de urgência.

O resultado desses ajustes é um começo de temporada sólido o bastante para justificar a nota preliminar de 9/10 atribuída pela reportagem. A pontuação reflete:

  • Resolução ágil de tramas antigas;
  • Introdução de novos personagens carismáticos;
  • Equilíbrio entre drama adolescente, suspense sobrenatural e humor;
  • Construção de mistério principal promissor sem descartar arcos paralelos.

Se a série sustentar o ritmo até o oitavo episódio, há caminho livre para consolidar “School Spirits” como uma das franquias jovens mais engenhosas do streaming atual.

Calendário de exibição

Os oito capítulos serão liberados semanalmente, sempre às quartas-feiras. O final da temporada está previsto para 18 de março de 2026. A Paramount+ não confirmou renovação, mas, internamente, a equipe trabalha com linhas narrativas que podem ser concluídas nesta fase ou expandidas para um eventual quarto ano.

Por ora, o principal recado aos espectadores é claro: as respostas que pareciam distantes chegam já nos minutos iniciais da nova temporada. Em troca, surgem enigmas capazes de alterar permanentemente a dinâmica de Split River. Para quem aguardava definições desde o hiato, a recompensa vale a espera.

Série “Wonder Man” reforça tendência de finais inconclusivos no Universo Marvel


A conclusão da série “Wonder Man”, lançada recentemente pelo Disney+, reacendeu o debate sobre a crescente quantidade de histórias sem desfecho claro dentro da Saga do Multiverso da Marvel Studios. O episódio final acompanha Simon Williams em sua missão derradeira ao lado de Trevor Slattery, mas encerra a narrativa sem qualquer indicação oficial de quando – ou se – o herói voltará a aparecer no Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

Quem é o novo protagonista

Simon Williams, conhecido nos quadrinhos como Wonder Man, foi introduzido na televisão como um ator fracassado que, após um experimento perigoso, ganha habilidades sobre-humanas. A série apresenta sua trajetória, marcada por conflitos internos e por uma improvável amizade com Trevor Slattery – o ex-Mandarim de “Homem de Ferro 3”. Ao longo de oito episódios, o público acompanha a transformação do personagem em herói, mas a produção opta por não encaminhar o destino de Williams para nenhuma obra futura.

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O que acontece no final

No episódio de encerramento, Williams consegue frustrar os planos de uma corporação que pretende comercializar tecnologia capaz de manipular energia iônica – a mesma fonte de seus poderes. Após impedir o desastre, ele e Slattery partem em um jato particular, deixando para trás a possibilidade de confronto imediato com outras forças do MCU. O capítulo termina sem cena pós-créditos, dispositivo tradicionalmente usado pela Marvel para sinalizar próximos passos na franquia.

Uma crítica recorrente

Desde 2019, quando “Vingadores: Ultimato” encerrou a Saga do Infinito, o estúdio acumulou projetos que introduzem novos personagens, mas não confirmam sua continuidade. Shang-Chi, os Eternos, Jennifer Walters (a She-Hulk) e até mesmo o Visão são exemplos de figuras que ainda aguardam definições concretas dentro do calendário de lançamentos.

A ausência de pistas concretas também se estende a tramas centrais. Em “Eternos” (2021), Arishem leva parte do grupo para julgamento cósmico; dois anos depois, não há confirmação de sequência. Em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (2021), a cena pós-créditos sugere uma investigação sobre as origens dos anéis, mas o arco segue sem atualização. Já em “She-Hulk: Defensora de Heróis” (2022), a narrativa quebra a quarta parede e não estabelece qual será o próximo passo de Jennifer Walters nos cinemas ou no streaming.

Comparação com a Saga do Infinito

Doze anos separam “Homem de Ferro” (2008) de “Vingadores: Ultimato” (2019), período marcado por interligações frequentes: filmes solo apresentavam pistas sobre o vilão Thanos, cenas pós-créditos antecipavam o próximo lançamento e, nos longas de equipe, a evolução de cada herói era retomada de forma coesa. Esse modelo criou uma expectativa de continuidade que, segundo parte do público, não se consolidou na fase atual.

Impacto na recepção dos fãs

O índice de engajamento da audiência vem sofrendo oscilações. Enquanto as redes sociais registram entusiasmo pontual por novos personagens, também surgem questionamentos sobre a direção geral da saga. Os dados de audiência de “Cavaleiro da Lua”, “Ms. Marvel” e “Eco” evidenciam que a base de fãs continua atenta, mas menos confiante de que cada estreia reverberará em eventos maiores.

Expectativa para “Vingadores: Doomsday”

Anunciado para o fim deste ano, “Vingadores: Doomsday” é divulgado como sequência espiritual de “Vingadores: Ultimato” e ponto de convergência da Saga do Multiverso. No calendário oficial da Marvel Studios, o filme será o primeiro longa do grupo desde 2019. Com isso, cresce a pressão para que a produção esclareça o paradeiro de heróis ausentes e defina o antagonista central que assumirá a posição outrora ocupada por Thanos.

Diante das incertezas, analistas da indústria apontam dois caminhos possíveis: retomar personagens já apresentados, estabelecendo ligações diretas com “WandaVision”, “Shang-Chi” e “Eternos”, ou concentrar esforços em figuras novas, como Kang, introduzido em “Loki”. A decisão pode ditar o ritmo da franquia até o encerramento da atual fase.

Série “Wonder Man” reforça tendência de finais inconclusivos no Universo Marvel - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

Wonder Man como síntese do problema

A exemplo das produções citadas, “Wonder Man” oferece um arco completo para seu protagonista, mas não delimita sua próxima aparição. A falta de menção explícita a “Vingadores: Doomsday” ou a qualquer derivado reforça a percepção de que o estúdio tem priorizado histórias autônomas, sem compromisso imediato com a integração ampla.

Trevor Slattery, que já apareceu em “Homem de Ferro 3” (2013) e “Shang-Chi” (2021), deixa o final da série como parceiro de Williams. Contudo, nada sugere que o ator britânico interpretado por Ben Kingsley continuará em futuras fases. Essa indefinição se soma à ausência de um codinome oficial para Wonder Man no universo filmado, detalhe que tradicionalmente indica consolidação de heróis na linha do tempo principal.

Por que a estratégia mudou

Profissionais próximos à produção citam três fatores principais para a adoção de finais abertos:

  • Agenda de lançamentos em constante ajuste, impactada por atrasos de filmagem e reorganização de datas.
  • Aposta no formato de séries limitadas, que favorece narrativas concluídas em si mesmas.
  • Busca por medir a recepção do público antes de investir em contratos de longo prazo com elencos extensos.

Mesmo internamente, no entanto, há consenso de que a estratégia precisa de adaptação, sobretudo após resultados de bilheteria abaixo do esperado em títulos recentes. A Marvel Studios ainda não confirmou oficialmente uma segunda temporada de “Wonder Man” nem participação de Simon Williams em longas-metragens.

Calendário sem confirmações

Até agora, as únicas presenças garantidas na próxima produção dos Vingadores são heróis veteranos, como Sam Wilson (o novo Capitão América) e Doutor Estranho. De resto, a lista permanece sujeita a alterações, dependendo da disponibilidade dos atores e do rumo dos roteiros em desenvolvimento.

Ponto de atenção para a Marvel Studios

A repercussão de “Wonder Man” evidencia a necessidade de sinalizar ao público o papel de cada herói na construção de um arco maior. Sem isso, parte da audiência mantém a sensação de que personagens e tramas correm risco de desaparecer após seus respectivos projetos solo, prejudicando a continuidade que consolidou a marca ao longo da última década.

Por ora, Simon Williams voa rumo ao pôr do sol, e os espectadores seguem sem saber quando voltarão a vê-lo. Cabe a “Vingadores: Doomsday” – ou a algum anúncio oficial anterior – indicar se o MCU retomará a prática de conectar, de forma explícita, cada capítulo do seu universo compartilhado.

Parede de Heróis de Starfleet Academy levanta temores sobre o destino de personagens de Strange New Worlds


A recém-revelada Parede de Heróis da série “Star Trek: Starfleet Academy”, ambientada no século XXXII, pode esconder presságios sombrios para integrantes centrais de “Star Trek: Strange New Worlds”. Localizado no Átrio Sato da USS Athena — nave-escola da Academia — o memorial exibe nomes de lendas da Frota Estelar e de figuras reais que trabalharam nos bastidores da franquia. A seleção e os postos finais atribuídos aos homenageados levantaram dúvidas sobre o futuro de La’an Noonien-Singh, Erica Ortegas e Una Chin-Riley, trio que ainda está em ação na fase cronológica anterior da saga.

O que é a Parede de Heróis

Introduzida em “Starfleet Academy”, série situada em 3195, a Parede de Heróis cobre mil anos de história da Frota Estelar. Cada inscrição apresenta o nome e o posto definitivo de oficiais conhecidos, além de algumas personalidades reais ligadas à produção de “Star Trek”. Entre as surpresas estão referências a Almirante Harry S. L. Kim (Garrett Wang) e Embaixador Garak (Andrew Robinson), indicando evoluções de carreira nunca vistas em tela. A lista inclui também personagens de “Strange New Worlds”, exibindo como teriam encerrado suas jornadas na instituição.

Os nomes de Strange New Worlds que aparecem

Segundo as imagens divulgadas do memorial, constam na placa:

  • Capitão Christopher Pike (Anson Mount)
  • Embaixador Spock (Ethan Peck)
  • Comandante Christine Chapel (Jess Bush)
  • Tenente-Comandante Joseph M’Benga (Babs Olusanmokun)
  • Tenente Júnior Sam Kirk (Dan Jeannotte)
  • Capitão Montgomery Scott (Martin Quinn)
  • Comandante Pelia (Carol Kane)

Até aí, nenhuma discordância notável: todos aparecem com patentes que correspondem ou superam as vistas atualmente em “Strange New Worlds”, sugerindo carreiras longas e bem-sucedidas.

O silêncio sobre promoções de La’an e Ortegas

Duas ausências de promoção chamam atenção. Tenente La’an Noonien-Singh (Christina Chong) e Tenente Erica Ortegas (Melissa Navia) surgem na placa ainda como tenentes, sem indicação de avanço hierárquico após os eventos da série ambientada no século XXIII. Como ambas são criações originais de “Strange New Worlds” (não aparecem na tripulação clássica de James T. Kirk), a falta de ascensão gera especulações sobre possíveis despedidas trágicas ou desligamentos prematuros da Frota.

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Adicionalmente, fãs observaram a ausência completa de Una Chin-Riley (Rebecca Romijn), a Número Um da USS Enterprise. Caso não exista outro segmento da parede escondido das câmeras, a omissão pode sinalizar um desfecho ainda mais grave para a oficial, que tampouco integra a era Kirk da franquia original.

Produção de Strange New Worlds caminha para o fim

As gravações da quinta e última temporada de “Strange New Worlds” encerraram-se em dezembro de 2025. Restam 16 episódios inéditos, espalhados pelas temporadas 4 e 5, para explicar como a tripulação de Pike se despedirá antes da chegada definitiva do Capitão James T. Kirk (Paul Wesley) à Enterprise. Durante essa transição, personagens clássicos como Dr. Leonard “Bones” McCoy (Thomas Jane) e Hikaru Sulu (Kai Murakami) devem assumir seus postos, consolidando a formação vista na série de 1966.

O que a placa sugere sobre o destino do trio

A história existente da franquia já apontava que La’an, Ortegas e Una não estariam a bordo na era Kirk, mas a Parede de Heróis reforça a dúvida: terão sido transferidas, terão pedido baixa ou terão perdido a vida em serviço? A menção apenas ao posto de tenente para La’an e Ortegas, sem qualquer título honorífico posterior, favorece teorias pessimistas entre os fãs. A inexistência do nome de Una é, para muitos, um indício ainda mais alarmante.

Parede de Heróis de Starfleet Academy levanta temores sobre o destino de personagens de Strange New Worlds - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

Erro ou “documento vivo”?

A regra canônica de “Star Trek” é clara: tudo o que aparece em tela torna-se parte oficial do universo fictício. No entanto, há precedentes de ajustes posteriores em detalhes apresentados anteriormente. O memorial da Academia pode conter equívocos ou omissões decorrentes de espaço físico limitado no cenário. Também é possível que, dentro da própria narrativa, a parede seja considerada um “documento vivo”, suscetível a correções à medida que novas informações históricas emergem.

Um exemplo mencionado por fãs envolve o Tenente Nog (Aron Eisenberg), de “Deep Space Nine”, cujo posto final parece subestimado em relação ao carinho que a série demonstrou pelo personagem. Casos como esse sustentam a hipótese de futuras edições no memorial da USS Athena.

Próximos passos na linha do tempo

O público permanecerá sem respostas definitivas até a exibição das temporadas restantes de “Strange New Worlds”, que devem abordar diretamente a saída de La’an, Erica e Una da Enterprise. A maneira como a produção costurará essa transição — mantendo coerência com o cânone de “Star Trek” e, agora, com a placa do século XXXII — é um dos pontos mais aguardados pelos espectadores.

Já “Starfleet Academy” tem estreia programada para 15 de janeiro de 2026, no Paramount+. A série acompanhará uma nova turma de cadetes que volta às salas de aula após mais de um século de portas fechadas na academia. Ambientada quatro anos depois dos eventos de “Star Trek: Discovery”, a produção promete explorar ameaças inéditas à Federação, ao mesmo tempo que presta homenagem a figuras históricas e contemporâneas da saga.

Enquanto isso, o debate em torno da Parede de Heróis deve continuar acalorado. Até que novas cenas confirmem ou neguem o destino de La’an Noonien-Singh, Erica Ortegas e Una Chin-Riley, as gravações gravadas no século XXXII permanecerão como possível prenúncio de despedidas emocionantes — ou devastadoras — para os fãs de “Strange New Worlds”.

Episódio 4 de The Beauty estreia hoje no Disney+; horários e teorias

The Beauty estreia no Disney+
Imagem: Divulgação

A série The Beauty, criada por Ryan Murphy, está aumentando a tensão a cada novo capítulo, e o quarto episódio, que estreia hoje, promete ser um divisor de águas na narrativa. Após os eventos impactantes do terceiro episódio, que incluiu uma explosão envolvendo Harper Rose em um restaurante e a confirmação da propagação incontrolável do vírus da beleza, os fãs aguardam ansiosamente por respostas, ou por novas perguntas ainda mais inquietantes.

Horário de estreia do episódio 4 no Brasil

O quarto episódio de The Beauty chega ao Disney+ hoje, às 23h, no horário de Brasília. O lançamento segue a estratégia da plataforma para as produções adultas do FX, promovendo o suspense semanal e fomentando discussões nas redes sociais logo após a exibição.

Teorias sobre os rumos da história

Uma das teorias mais comentadas sugere que Manny, amigo de Harper, será o misterioso entrevistado mencionado ao final do episódio anterior. Após ser contaminado pelos fluidos de Harper, Manny é mantido sob custódia do CDC, tornando-se um caso raro do vírus em mutação. Há expectativas de que Cooper não converse com o Manny conhecido, mas sim com a nova versão ‘beauty’ que começa a emergir.

Dado que Manny sempre teve conhecimento sobre a vida dos outros, ele pode ajudar Cooper a traçar o caminho de Harper até o tratamento estético, conectando os pontos que levam à empresa farmacêutica de Byron Forst.

Retorno de Jordan Bennett

Outra teoria significativa gira em torno do retorno de Jordan Bennett. Após contrair o vírus em Veneza e desaparecer, tudo indica que ela não ficará fora da história por muito tempo. Assim como retratado nos quadrinhos que inspiraram a série, Jordan deve encontrar uma maneira clandestina de retornar aos Estados Unidos, evitando a quarentena internacional.

A expectativa é que Cooper, já mais ciente da gravidade da mutação, aceite Jordan de volta em sua investigação, agora com um envolvimento mais pessoal: encontrar uma cura antes que o prazo do vírus expire.

Mistério em torno de Byron Forst

O episódio também deve aprofundar o mistério envolvendo Byron Forst. A cena em que ele recebe doses regulares do vírus levanta uma hipótese inquietante: talvez o vírus não seja fatal por si só, mas exija manutenção contínua. Se isso se confirmar, Forst pode estar criando uma humanidade dependente de seu produto, transformando o conceito de beleza em questão de sobrevivência.

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Expectativa de confrontos

Por fim, cresce a expectativa pela chegada de Antonio e Jeremy aos Estados Unidos. Acredita-se que Forst não permitirá que Manny se torne uma prova viva contra seu império. Um confronto direto entre Cooper, Jordan e os agentes enviados para ‘eliminar rastros’ pode estar se aproximando, levando a série a um caminho ainda mais obscuro.

O quarto episódio promete intensificar as dinâmicas de poder, ciência e moral que fazem de The Beauty uma das séries mais instigantes atualmente.

CBS divulga elenco completo da 1ª temporada de “America’s Culinary Cup”


CBS revelou nesta quarta-feira (4) os 16 chefs que disputarão a primeira temporada de “America’s Culinary Cup”, novo reality gastronômico que estreia em 4 de março, às 21h30 (horário de Brasília), com transmissão simultânea no Paramount+.

Com apresentação e produção de Padma Lakshmi, o programa reunirá nomes consagrados da alta gastronomia dos Estados Unidos em uma competição que promete o maior prêmio em dinheiro da história da TV culinária: US$ 1 milhão. Michael Cimarusti e Wylie Dufresne completam o trio de jurados responsável por avaliar execução técnica, sabor, criatividade e apresentação dos pratos.

Quem participa

Entre os selecionados estão seis chefs cuja trajetória já rendeu estrelas Michelin — distinção concedida a menos de 1% dos restaurantes do planeta —, dois medalhistas do Bocuse d’Or, dois vencedores do prêmio James Beard, além de 14 indicados à mesma premiação e detentores de diversos outros reconhecimentos de peso no setor culinário.

A lista oficial dos 16 competidores é a seguinte:

  • Kim Alter – San Francisco, Califórnia
  • Katie Button – Asheville, Carolina do Norte
  • Keith Corbin – Los Angeles, Califórnia
  • Rochelle Daniel – Flagstaff, Arizona
  • Diana Dávila – Chicago, Illinois
  • Michael Díaz de León – Denver, Colorado
  • Sol Han – Nova York, Nova York
  • Russell Jackson – Nova York, Nova York
  • Beverly Kim – Chicago, Illinois
  • Buddha Lo – Nova York, Nova York
  • Chris Morgan – McLean, Virgínia
  • Matt Peters – Austin, Texas
  • Malyna Si – Jackson, Wyoming
  • Cara Stadler – Madison, Connecticut
  • Philip Tessier – Napa, Califórnia
  • Emily Yuen – Nova York, Nova York

Como funciona a disputa

Os participantes enfrentarão provas elaboradas a partir de dez “mandamentos culinários” que norteiam o formato do reality: Carne, Vegetais, Molhos, Sobremesa, Inovação, Sabores, Sustentabilidade, Cozinha do Mundo, Consistência e Ciência & Tecnologia Culinária. Em cada episódio, desafios específicos testarão domínio técnico e capacidade criativa dos concorrentes dentro desses temas.

Lakshmi, Cimarusti e Dufresne darão notas que levarão em conta não apenas o gosto final, mas também a ousadia conceitual, a estética do prato e a execução de técnicas avançadas. Ao fim de cada rodada, o trio decide quem avança, quem deixa a cozinha e quem continua na briga pelo prêmio milionário.

Datas e exibição

A estreia de “America’s Culinary Cup” acontece na quarta-feira, 4 de março, às 21h30 (horário de Brasília), na programação da CBS. Os episódios também ficarão disponíveis para streaming no Paramount+ logo após a transmissão linear, possibilitando maratona aos assinantes da plataforma.

Equipe de produção

Além de comandar a atração em frente às câmeras, Padma Lakshmi assume a produção executiva pelo selo Delicious Entertainment. Susan Rovner responde pela coprodução via Aha Studios, enquanto Josh Silberman atua como showrunner, conduzindo o dia a dia da equipe e o desenvolvimento dos roteiros de competição.

Prêmios e expectativas

O valor de US$ 1 milhão destinado ao vencedor coloca o programa como a competição culinária de maior bolsa já veiculada na televisão. A quantia elevada aumenta a pressão sobre os concorrentes, que precisarão provar versatilidade e consistência para chegar à final.

Em meio ao cenário de reality shows gastronômicos, a CBS aposta no prestígio do elenco — concentrando estrelas Michelin, campeões do Bocuse d’Or e premiados pelo James Beard Foundation — para atrair público qualificado e aficionados por alta gastronomia. A participação de jurados com carreiras consolidadas, como Cimarusti, chef do duas-estrelas Michelin Providence, e Dufresne, expoente da cozinha molecular contemporânea, reforça o nível técnico esperado na disputa.

Próximos passos

Até a data de estreia, a emissora deve divulgar teasers adicionais, conteúdos de bastidores e possivelmente trechos das primeiras provas, conforme estratégia de promoção multiplataforma. Nas redes sociais, já circulam fotos individuais dos competidores, antecipando rivalidades e alianças que podem se formar ao longo da temporada.

“America’s Culinary Cup” se junta à grade de realities competitivos da rede, que inclui formatos consagrados como “Survivor”, recente inspiração para o anúncio da 50ª temporada, e amplia a presença da CBS no segmento de programas dedicados a gastronomia.

Com elenco de peso, jurados de renome e prêmio recorde, a produção chega para disputar a atenção dos fãs de culinária em meio a opções já estabelecidas no mercado.

Final da 2ª temporada de “Percy Jackson” apresenta batalha épica e mudanças decisivas em relação aos livros


Em um desfecho marcado por escala cinematográfica e reviravoltas inéditas, a segunda temporada de “Percy Jackson e os Olimpianos” encerrou sua exibição no Disney+ nesta semana, consolidando o maior confronto já visto na série e abrindo caminho direto para a terceira temporada.

Batalha no Acampamento Meio-Sangue

O episódio final retoma exatamente o ponto onde o sétimo capítulo havia parado: Percy, Annabeth e Tyson correm para retornar ao Acampamento Meio-Sangue antes que Luke inicie a invasão em nome de Cronos. Ao chegarem, encontram o acampamento sitiado por semideuses que abandonaram as fileiras de Quíron.

A partir daí, a produção entrega a sequência de ação mais ambiciosa da franquia, com coreografias corpo a corpo, efeitos visuais amplos e um tom consideravelmente mais maduro do que o visto até então.

Percy assume a linha de frente e, pela primeira vez, reúne estrategicamente outros campistas para montar uma defesa organizada.

A postura antecipa o líder que ele deverá se tornar nos anos seguintes, reforçando seu crescimento desde a estreia da série. O roteiro ainda coloca em destaque a rivalidade pessoal entre Percy e Luke, que culmina em um confronto direto decisivo para o destino do acampamento.

Mudanças em relação a “O Mar de Monstros”

Boa parte do material exibido na reta final não existe no segundo livro da saga, “O Mar de Monstros”. Na obra original, a história termina logo após a passagem pela ilha de Polifemo, quando o Velocino de Ouro é recuperado.

Para a televisão, os roteiristas criaram o cerco de Luke e expandiram a ameaça de Cronos, prolongando a tensão até o último minuto da temporada.

A decisão vai além de simples acréscimos. Ao estender a narrativa, a série pôde aprofundar motivações, dar tempo de tela a personagens secundários e conectar melhor a trama corrente com eventos previstos para o próximo arco, inspirado no livro “A Maldição do Titã”.

O resultado é um episódio que se afasta bastante do texto original, mas preserva o espírito de aventura mitológica que marcou os romances de Rick Riordan.

O destino de Thalia ganha nova leitura

Entre as alterações mais significativas está a história de Thalia Grace. Nos livros, a filha de Zeus é transformada em árvore após sacrificar-se para proteger os amigos de uma horda de monstros. Na versão televisiva, a campanha de Luke leva a uma revelação diferente: Zeus resgata Thalia das Fúrias e tenta recrutá-la como peça central na guerra contra os Titãs. Quando a semideusa rejeita o chamado, o pai a transforma em árvore contra a própria vontade, temendo que Cronos a corrompa.

A reinterpretação aprofunda o dilema moral que a série vem sublinhando desde a primeira temporada: os deuses olímpicos não são vilões absolutos, mas tampouco são figuras benevolentes.

A ação de Zeus salva o Olimpo no curto prazo, mas condena Thalia a uma existência sem voz, adicionando camadas à personagem e ressaltando o caráter frequentemente egoísta dos deuses.

Personagens crescem com o confronto

Dentro do acampamento, outros nomes ganham evidência. Clarisse demonstra lealdade ao enfrentar antigos aliados que seguiram Luke, enquanto Tyson confirma seu valor acolhendo semideuses mais jovens nos túneis de segurança. Annabeth, por sua vez, expõe fragilidade ao encarar a possível perda de Percy, mas não hesita em elaborar uma estratégia de contra-ataque que acaba fundamental para virar o jogo.

A batalha encerra-se com consequências visíveis: estruturas do acampamento ficam destruídas, a confiança entre os semideuses é abalada e a presença de Cronos torna-se tangível após gestos orquestrados pelo antagonista. Esse impacto visual e emocional estabelece novas tensões que deverão ser exploradas no próximo ano.

Flashbacks e expansão do universo

Para costurar os eventos, o episódio utiliza flashbacks que remontam à juventude de Luke, Thalia e Annabeth.

As sequências explicam por que Luke nutre raiva tão intensa contra o pai, Hermes, e contra o Olimpo, além de destacar como a relação com Thalia moldou suas escolhas extremas. Esses mergulhos no passado fortalecem o subtexto da série, onde abandono divino e ressentimento filial geram rachaduras profundas entre deuses e heróis.

Gancho direto para a 3ª temporada

Ao fim da batalha, Percy retoma posse do Velocino de Ouro, que restaura a vida no pinheiro de Thalia.

Porém, a cena final revela que o objeto mágico também liberta a própria semideusa de sua forma vegetal, trazendo Thalia de volta em carne e osso.

A surpresa ecoa as páginas de Riordan, mas é reforçada pela nova justificativa dramática apresentada pela série. Com a filha de Zeus novamente ativa, a Grande Profecia ganha contornos ainda mais imprevisíveis.

Em paralelo, Hermes surge para alertar Percy de que Cronos só começou a mover suas peças. O diálogo introduz pistas sobre novos monstros, missões além dos limites do acampamento e o possível envolvimento de deidades que até agora permaneciam à margem da trama televisiva.

Tudo indica que a terceira temporada ampliará a escala, migrando de conflitos internos no acampamento para ameaças que alcancem o mundo mortal.

Tom mais adulto e aprovação do público

Visualmente, o episódio trabalha com fotografia mais escura, efeitos práticos combinados a CGI e uma estética de campo de batalha de maiores dimensões. A recepção inicial nas redes sociais destaca a maturidade do roteiro sem sacrificar o humor característico de Percy.

Críticas especializadas apontam a produção como a mais consistente do Disney+ entre as adaptações literárias da plataforma, e o episódio final recebeu nota 8,5 em avaliações prévias.

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Disponibilidade

Todos os oito capítulos da segunda temporada de “Percy Jackson e os Olimpianos” já estão disponíveis para streaming no Disney+.

A plataforma não anunciou data oficial para o início das gravações da terceira temporada, mas a renovação é considerada certa dentro do estúdio, dada a boa performance de audiência relatada internamente.

Enquanto aguardam novidades, fãs podem revisitar os dois primeiros anos para captar detalhes que, segundo os roteiristas, “terão relevância fundamental” no arco seguinte. A promessa é de desafios maiores, evolução dos protagonistas e presença ampliada dos deuses nas disputas pelo futuro do Olimpo e do mundo humano.

Crítica: Bailarina expande universo John Wick com Ana de Armas, mas tropeça na direção


O primeiro longa derivado de John Wick chegou ao catálogo do Prime Video com a missão de manter viva a franquia que consagrou Keanu Reeves. Dirigido por Len Wiseman, “Bailarina” aposta na atriz cubano-espanhola Ana de Armas como nova protagonista e situa sua trama entre os eventos de “John Wick 3: Parabellum” e “John Wick: Baba Yaga”.

Quem é a nova assassina

No centro da narrativa está Eve Macarro, integrante da Ruska Roma, organização que treina órfãos para atuar como matadores de aluguel sob a tutela da Alta Cúpula. Após testemunhar o massacre de sua família adotiva, a bailarina parte em busca de vingança, determinando-se a localizar e eliminar os responsáveis. A jornada acontece paralelamente aos acontecimentos de “Parabellum”, oferecendo novos pontos de vista para cenas já conhecidas pelos fãs.

Elenco e equipe

Ana de Armas assume a personagem-título após um extenso preparo físico. De acordo com a produção, a atriz passou por várias semanas de treinamento intensivo de combate corpo a corpo e manejo de armas. O roteiro é assinado por Shay Hatten, que também colaborou nos capítulos 3 e 4 da saga estrelada por Reeves. Chad Stahelski, diretor da franquia principal, retorna como coreógrafo das lutas, enquanto Wiseman — conhecido por “Anjos da Noite” — ocupa a cadeira de direção.

Como o filme se encaixa na cronologia

“Bailarina” ocorre logo depois da explosão de violência que marca “Parabellum”. John Wick permanece foragido e gravemente ferido, mas não interfere diretamente nos eventos da derivada. O Continental surge como ponto de passagem para Eve, que busca informações e armamentos, e o público acompanha detalhes adicionais da Ruska Roma, particularmente o processo de recrutamento e doutrinação dos jovens dançarinos-assassinos.

Ação em primeiro plano

As sequências de luta representam o principal trunfo da produção. Stahelski coordenou combates que mesclam armas de fogo, lâminas e objetos improvisados em cenários variados, de teatros abandonados a prédios corporativos. A coreografia enfatiza a fluidez dos movimentos de dança de Eve, aproximando-a do estilo de John Wick, mas com identidade própria. Esse cuidado garante cenas limpas, ritmadas e visualmente criativas.

Direção irregular

Apesar do brilho das cenas de combate, a condução geral do filme não alcança o padrão estabelecido pela série principal. Wiseman opta por cortes acelerados em momentos chave, o que contrasta com o estilo mais pausado e coreografado de Stahelski. Em alguns trechos, a montagem reduz a clareza das ações e compromete a imersão. O resultado é um longa que alterna momentos de intensa diversão com passagens apressadas que deixam sensação de incompletude.

Ritmo e duração

Com pouco menos de duas horas, “Bailarina” apresenta narrativa contida, funcionando quase como episódio intermediário — ou “filler” — dentro do universo John Wick. A história se encerra com gancho explícito para continuações, reforçando a impressão de que o arco de Eve ainda não chegou ao clímax. Para parte do público, a curta duração, quando comparada aos quase 180 minutos de “Baba Yaga”, gera a sensação de tarefa inacabada.

Ampliação do universo

Além da Ruska Roma, o filme explora a hierarquia da Alta Cúpula e introduz facções inéditas. Personagens secundários explicam regras de conduta, contratos e sistemas de punição, ampliando o escopo da franquia. Esses detalhes ajudam a consolidar o universo compartilhado, uma estratégia do estúdio para manter o interesse em novos derivados, séries e futuras continuações com ou sem Keanu Reeves.

Atuação de Ana de Armas

A intérprete de Eve demonstra versatilidade ao equilibrar fragilidade emocional e ferocidade física. A personagem não possui o estoicismo de John Wick; seus diálogos revelam traços de vulnerabilidade enquanto enfrenta traumas e dilemas morais. A performance carismática da atriz sustenta a trama mesmo nas sequências em que o roteiro se mostra formulaico.

Pontos fortes

  • Cenas de luta elaboradas, supervisionadas por Chad Stahelski;
  • Expansão convincente da mitologia da Ruska Roma e da Alta Cúpula;
  • Ana de Armas entrega protagonista carismática e fisicamente convincente.

Pontos fracos

  • Direção de Len Wiseman oscila entre passagens bem filmadas e outras excessivamente cortadas;
  • Estrutura de “filler” deixa arco principal sem desfecho satisfatório;
  • Desnível de ritmo compromete a coesão da narrativa.

Recepção inicial

Críticos elogiam a ambientação e a coreografia, mas apontam limitações na trama e na direção. Para espectadores familiarizados com o universo John Wick, o longa funciona como complemento interessante. Já quem busca impacto similar ao dos capítulos estrelados por Reeves pode sair com leve frustração.

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Disponibilidade

“Bailarina” está disponível no Prime Video para assinantes no Brasil e em outros territórios onde o serviço opera. Até o momento, não há informações oficiais sobre lançamento em mídia física nem sobre possível continuação, mas o desfecho aberto sugere novos projetos envolvendo Eve Macarro.

Com cenas de ação inventivas e uma protagonista promissora, “Bailarina” cumpre a função de manter acesa a chama da franquia. Entretanto, a realização irregular impede que o filme alcance o mesmo impacto dos quatro longas de John Wick já lançados nos cinemas. Ainda assim, quem acompanha a saga desde o início encontrará conteúdo suficiente para mergulhar mais uma vez no submundo da Alta Cúpula.

Segundo episódio de O Cavaleiro dos Sete Reinos amplia universo e reforça tom mais leve da série

Imagem: Reprodução

No capítulo desta semana, intitulado “Carne Salgada Dura”, O Cavaleiro dos Sete Reinos confirma a proposta de retratar um Westeros menos grandioso e mais próximo do cotidiano de seus habitantes. O episódio, segundo da temporada, foi disponibilizado na HBO Max e manteve o foco em personagens periféricos, distantes dos grandes salões de poder que marcaram produções anteriores ambientadas no mesmo universo.

Chegada dos Targaryen a Ashford Meadow

A trama se desloca para Ashford Meadow, onde ocorre um torneio de justas. Nesse cenário, a presença da comitiva Targaryen poderia facilmente ser utilizada para exibir o antigo esplendor da família. A série, no entanto, opta por mostrar os herdeiros do Trono de Ferro em situação de desgaste político. Sem dragões e abalados por conflitos recentes, os membros da dinastia surgem como figuras quase deslocadas, incapazes de impor a reverência que antes recebiam automaticamente.

Prince Baelor Targaryen (Bertie Carvel) exemplifica essa mudança. Visualmente diferente do estereótipo familiar e narrativamente distante do comportamento régio tradicional, o personagem rompe expectativas ao demonstrar humildade diante de cavaleiros de patente inferior. Sua atitude revela outro lado da nobreza e reforça o deslocamento histórico em que a série se insere.

Papel de Dunk e a busca por reconhecimento

Ao mesmo tempo, Sir Duncan, o Alto (Peter Claffey) confronta a realidade prática de ascender socialmente em Westeros. Para disputar o torneio, ele se vê impedido de usar a armadura do antigo mestre, Ser Arlan, em razão das regras do evento. A restrição o obriga a vender o próprio cavalo, um momento contido, porém carregado de emoção, já que o animal representa a principal herança deixada por Arlan.

A despedida aponta para uma constante na trajetória do protagonista: cada passo adiante implica renúncias pessoais. A descoberta de que poucos se recordam de Ser Arlan pesa mais do que qualquer revés físico. A constatação abala o ideal de cavalaria que Dunk cultivava desde o início da jornada, expondo a distância entre mito e realidade.

Reconhecimento vindo de Baelor

Apesar dos contratempos, o episódio oferece um contraponto ao possibilitar o encontro entre Dunk e Baelor. Ao perceber o esforço do cavaleiro, o príncipe decide patrociná-lo, facilitando sua inscrição na lista de competidores. O gesto, descrito sem condescendência, sublinha o lado humano de Baelor e demonstra que o torneio ainda pode ser palco para alianças improváveis.

Esse patrocínio também reforça a linha temática principal: o verdadeiro legado de um cavaleiro não reside em pergaminhos ou troféus, mas nas pessoas impactadas por suas ações. Dunk, ao declarar-se fruto dos ensinamentos de Ser Arlan, simboliza essa herança construída fora dos registros oficiais.

Dinâmica entre Dunk, Egg e Tanselle

Enquanto o conflito interno de Dunk se intensifica, Egg (Dexter Sol Ansell) consolida seu papel de mediador. O jovem escudeiro demonstra habilidade para transitar entre diferentes classes sociais, ajudando o mestre a navegar no ambiente hostil do torneio. O carisma do personagem cresce em virtude do contraste com a ingenuidade franca de Dunk.

Outro ponto de leveza surge na interação entre Dunk e Tanselle (Tanzyn Crawford), artesã responsável pelos brasões pintados para os cavaleiros. A relação, marcada por constrangimento juvenil, introduz elementos de humor romântico que amenizam a tensão gerada pelas batalhas iminentes.

Retrato realista do torneio

Diferentemente de produções anteriores ambientadas em Westeros, as justas de Ashford ganham um tratamento menos idealizado. As lutas ocorrem quase simultaneamente, os choques são barulhentos e a violência é captada do ponto de vista da multidão, sem movimentos de câmera que enalteçam o heroísmo.

A ausência de glamour sublinha a precariedade da nobreza local e reforça a proposta de contar histórias nas margens do poder. O caos organizado do campo de justas evidencia também o risco físico dos participantes, retirando a aura de honra absoluta que costuma envolver torneios em reinos mais prósperos.

Tom leve e foco em personagens periféricos

Com pouco tempo de tela dedicado a conspiradores e conselhos reais, o capítulo acentua o humor e a camaradagem. Piadas sobre as dimensões físicas de Dunk, provocações fraternais entre Egg e o cavaleiro, além de comentários espontâneos da plateia, compõem um mosaico que humaniza a rotina dos presentes.

Essa atmosfera leve não implica falta de tensão dramática. A percepção crescente de Dunk de que a cavalaria idealizada talvez nunca tenha existido fornece profundidade ao roteiro. Ainda assim, a narrativa evita o cinismo completo, preservando a noção de honra por meio de gestos pontuais, como o auxílio de Baelor e a lealdade de Egg.

Consolidação da identidade da série

Ao final do episódio, O Cavaleiro dos Sete Reinos estabelece definitivamente uma estética própria dentro da franquia. A produção abdica do épico tradicional — caracterizado por grandes exércitos, magos e profecias — e aposta em histórias de escala reduzida, mas de consequências pessoais intensas.

Essa escolha narrativa oferece um panorama alternativo de Westeros, ressaltando que pequenos atos de coragem ou bondade podem ser tão significativos quanto batalhas pelo Trono de Ferro. A convivência entre figuras deslocadas, como Dunk, Egg e Tanselle, mostra que, mesmo distante dos palácios, a luta por reconhecimento, respeito e dignidade permanece central.

Com “Carne Salgada Dura”, a série confirma a intenção de acompanhar personagens à margem da corte e de priorizar conflitos humanos em detrimento de disputas geopolíticas. O resultado é um episódio que, ao mesmo tempo em que expande o cenário, preserva a intimidade dos protagonistas.

Novos capítulos deverão explorar as consequências imediatas do torneio, o desenvolvimento da relação entre Dunk e Egg e o papel de Baelor na política interna dos Targaryen. Até o momento, O Cavaleiro dos Sete Reinos demonstra segurança em seu ritmo e sinaliza disposição para seguir contando histórias de coragem cotidiana em um mundo conhecido pelo público.

Jennifer Grey retoma papel de Baby em continuação oficial de Dirty Dancing, que começa a ser filmada ainda este ano

Jennifer Grey retoma papel de Baby em continuação oficial de Dirty Dancing
Imagem: reprodução

A Lionsgate confirmou que as câmeras voltarão a se mover em Kellermans. Mais de 35 anos depois do lançamento do filme original, Dirty Dancing ganhará uma sequência oficial com Jennifer Grey novamente no papel de Frances “Baby” Houseman. As filmagens estão programadas para começar ainda em 2024, depois de um ciclo de anúncios, ajustes de roteiro e sucessivos adiamentos.

Retorno de Jennifer Grey e nova posição nos bastidores

Além de protagonizar, Grey atuará como produtora executiva, função que a coloca no centro das decisões criativas. O estúdio aponta que a presença da atriz nessa posição reforça a intenção de preservar o espírito do longa de 1987, ao mesmo tempo em que expande a narrativa para um público contemporâneo.

Enredo segue em sigilo

Detalhes específicos sobre a trama permanecem guardados pela equipe, mas a proposta é mostrar Baby décadas depois do verão que mudou sua vida. A personagem será retratada em uma fase de maturidade, lidando com as memórias do romance original e com os desdobramentos que essa história teve em sua trajetória pessoal e emocional. De acordo com Grey, o ponto central do roteiro é investigar quem Baby se tornou e como suas experiências de juventude influenciam seu presente.

Roteiro e produção

O texto está a cargo de Kim Rosenstock, indicada ao Emmy por trabalhos em “Only Murders in the Building” e roteirista de “GLOW”. Na produção executiva, Nina Jacobson e Brad Simpson, dupla responsável pela franquia “Jogos Vorazes”, integram o projeto. Essa combinação de nomes experientes na televisão e no cinema busca garantir equilíbrio entre respeito ao material de origem e inovação narrativa.

Ausência de Johnny Castle

Um dos principais desafios da continuação é a falta de Patrick Swayze, intérprete de Johnny Castle, falecido em 2009. Segundo o estúdio, a sequência não pretende substituir o personagem, mas sim homenagear seu legado. Jennifer Grey informou que somente aceitou participar após assegurar que o roteiro trataria Johnny com sensibilidade, reconhecendo sua importância para Baby e para a mitologia de Dirty Dancing.

Tom e temática

Classificado pela Lionsgate como “novo romance para os cinemas”, o filme deve revisitar elementos que marcaram o original — música, dança e narrativa de transformação —, mas sob uma perspectiva de memória, amadurecimento e segundas chances. A ideia é apresentar movimentos coreográficos inéditos enquanto relembra a atmosfera que conquistou o público em 1987.

Status de produção

Anunciada em 2020, a continuação passou por incertezas motivadas por mudanças internas no estúdio e pela pandemia de covid-19. Agora, com as filmagens agendadas para este ano, a Lionsgate dá sinal verde definitivo ao projeto. O cronograma completo, incluindo datas de estreia e elenco adicional, ainda não foi divulgado.

Equipe criativa

Além de Grey, Rosenstock, Jacobson e Simpson, a produção reúne profissionais que trabalharam em musicais e dramas de época, refletindo a intenção de manter a autenticidade da ambientação de Kellermans. O estúdio não revelou quem assina a trilha sonora, mas indicou que o repertório trará canções icônicas e composições originais.

Origem da franquia

Lançado em 1987, Dirty Dancing narrou o romance de Baby e Johnny em um resort nas montanhas Catskill, nos Estados Unidos. O longa arrecadou mais de US$ 200 milhões no mundo, ganhou o Oscar de Melhor Canção Original por “(I’ve Had) The Time of My Life” e tornou-se referência na cultura pop. Desde então, a história inspirou peças de teatro, shows ao vivo e um remake para TV.

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Expectativa dos fãs

Para admiradores do clássico, o retorno a Kellermans representa a chance de reviver a experiência com um olhar mais maduro. A Lionsgate afirma que trabalha para equilibrar nostalgia e inovação, oferecendo “novos passos” sem perder a essência que transformou o original em fenômeno mundial.

Com o início das filmagens previsto para 2024, novas informações sobre elenco, título oficial e data de lançamento devem ser divulgadas nos próximos meses.

Destruição Final 2: continuação eletrizante já tem data e leva Gerard Butler de volta ao caos

Elenco de Destruição Final 2 com Gerard Butler
Gerard Butler

Se você curte filmes de sobrevivência, catástrofe e aquela sensação de “ninguém está seguro”, Destruição Final 2 chega com a promessa de ser ainda mais intenso do que o primeiro. A sequência coloca a família Garrity de volta ao perigo — agora fora do bunker — em uma jornada por um mundo devastado.

Pelo que já aparece na descrição exibida em sessões de cinema, o filme aposta em ação, tensão constante e decisões no limite.

Qual é a história de Destruição Final 2?

Depois que um cometa quase destruiu a Terra, a família Garrity — Gerard Butler, Morena Baccarin e Roman Griffin Davis — é obrigada a sair da segurança do bunker na Groenlândia e atravessar um mundo em ruínas em busca de um novo lar.

No caminho, eles enfrentam perigos mortais, desastres imprevisíveis e desafios que testam a coragem até o limite.

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Elenco confirmado em destaque

Função Nome Papel no filme
Diretor Ric Roman Waugh Direção do longa 
Ator Gerard Butler John Garrity
Atriz Morena Baccarin Allison Garrity
Ator Roman Griffin Davis Nathan Garrity
Atriz Amber Rose Revah Dra. Amina
Atriz Sophie Thompson Mackenzie (papel citado em sites brasileiros; pode depender de confirmação oficial nos créditos do distribuidor)
Ator Trond Fausa Aurvåg Lars
Ator William Abadie Denis Laurent

Classificação indicativa e gênero

  • Gênero: Ação

  • Classificação: 14 anos

  • Avisos de conteúdo: menções a drogas lícitas, linguagem imprópria e violência

Quando estreia?

A data exibida na página do cinema indica 05/02/2026 como referência de exibição/estreia.

Sessões no Cinemark

Em uma listagem de cinema, aparecem sessões 2D dublado para quinta, 05 de fevereiro, nos horários:

Dia Horário Formato
Quinta (05/02) 21h40 2D • Dublado
Quinta (05/02) 21h20 2D • Dublado

(Os horários podem variar por cidade/unidade.)

Por que esse filme está chamando atenção?

Destruição Final 2 pega o que o público mais gosta em histórias de apocalipse:
família tentando sobreviver
mundo destruído com perigo em todo lugar
corrida contra o tempo
clima de “qualquer decisão pode custar caro”

É o tipo de filme perfeito para quem quer tensão + ação do começo ao fim.

Vale a pena ficar de olho?

Gerard Butler em Destruição Final 2, filme de ação e sobrevivência após o cometa
Destruição Final 2 leva a família Garrity para fora do bunker em uma jornada por um mundo devastado.

Se você gostou do primeiro filme e curte tramas de sobrevivência estilo “fim do mundo”, essa continuação tem tudo para virar um dos títulos mais comentados quando chegar aos cinemas — principalmente por manter o elenco principal e aumentar a escala da jornada.

FAQ rápido

Destruição Final 2 é continuação direta?
Sim — a história segue após o evento do cometa e mostra a família Garrity fora do bunker.

Qual a classificação indicativa?
14 anos.

Quem está no elenco principal?
Gerard Butler, Morena Baccarin e Roman Griffin Davis.