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sábado, fevereiro 7, 2026
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HBO antecipa episódio 4 de “A Knight of the Seven Kingdoms” para fugir da disputa com o Super Bowl

A Knight of the Seven Kingdoms para fugir da disputa com o Super Bowl
A HBO confirmou que o quarto capítulo de A Knight of the Seven Kingdoms chegará ao streaming dois dias antes do previsto.
O episódio ficará disponível no HBO Max nesta sexta-feira, 6 de fevereiro, às 0h01 (PT) / 3h01 (ET), enquanto a exibição linear no canal ocorre no domingo, 8 de fevereiro, às 22h (ET). A mudança evita choque direto com o Super Bowl.

Estratégia para manter audiência alta

Dados do FlixPatrol indicam que a série ocupa hoje a 2ª posição no ranking global do HBO Max. Ela lidera a audiência em 26 países e só perde a liderança nos Estados Unidos para The Pitt.

Com a final da NFL dominando a programação no fim de semana, o serviço antecipou o lançamento digital para preservar o engajamento do público e aproveitar o interesse gerado pelo desfecho do terceiro capítulo, “The Squire”.

  • Episódio 4 chega dois dias antes no streaming.
  • Lançamento linear mantido para domingo, 8/2.
  • Série é a 2ª produção mais vista do HBO Max no mundo.
  • Lidera o ranking em 26 territórios.
  • Medida visa evitar perda de espectadores para o Super Bowl.

Entre “House of the Dragon” e “Game of Thrones”

A Knight of the Seven Kingdoms preenche o espaço narrativo entre a sanguinária House of the Dragon e a saga original de Westeros. A produção acompanha o cavaleiro errante Ser Duncan “Dunk” o Alto (Peter Claffey) e seu escudeiro Egg (Dexter Sol Ansell), cuja verdadeira identidade ganhou destaque no final do último episódio.

O parentesco de Egg acrescenta novos capítulos à complexa árvore genealógica Targaryen, elemento central para conectar as três séries ambientadas em Westeros.

Resumo dos três primeiros episódios

Até agora, a temporada de estreia apresentou:

  1. “The Hedge Knight” – Conhecimento de Dunk sobre os torneios é colocado à prova.
  2. “The Sworn Sword” – Conflito político fuerza o cavaleiro a escolher lados.
  3. “The Squire” – Origem de Egg é revelada, aumentando as apostas para mestre e aprendiz.

O gancho deixado em “The Squire” elevou a expectativa dos fãs, motivando a HBO a liberar o quarto episódio mais cedo.

Calendário atualizado dos próximos capítulos

A primeira temporada terá seis episódios. Segundo o estúdio, só o capítulo desta semana sofreu alteração.

HBO antecipa episódio 4 de “A Knight of the Seven Kingdoms” para fugir da disputa com o Super Bowl - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

  1. Episódio 4 – 6 de fevereiro no HBO Max / 8 de fevereiro na HBO.
  2. Episódio 5 – 15 de fevereiro (streaming e canal mantêm datas originais).
  3. Episódio 6 (final) – 22 de fevereiro.

Planos futuros para a série

A emissora já aprovou a 2ª temporada, com intenção de lançar capítulos novos anualmente. O roteirista e co-criador Ira Parker permanece como showrunner, trabalhando em estreita colaboração com George R. R. Martin para adaptar as próximas aventuras do cavaleiro.

A decisão de manter o intervalo de um ano entre levas coloca a atração em sintonia com outras grandes franquias e reduz o risco de saturação de conteúdo.

Super Bowl vira vilão da programação

Não é a primeira vez que o evento esportivo leva streamings e canais a ajustar estreias. Em 2026, o Super Bowl 2026 já impacta o cronograma promocional de estúdios que costumavam exibir trailers inéditos durante o jogo.

No caso de A Knight of the Seven Kingdoms, a manobra preventiva garante que o episódio não concorra pela atenção do público na mesma noite em que milhões de telespectadores estarão voltados ao futebol americano e aos comerciais de alto orçamento.

  • A temporada de estreia tem roteiro de George R. R. Martin e Ira Parker.
  • Direção de Owen Harris no episódio 4.
  • Classificação indicativa: TV-MA.
  • Gênero: drama, ação, fantasia e aventura.

Com a antecipação, fãs de Westeros poderão acompanhar as intrigas de Dunk e Egg antes da bola oval voar em campo — sem perder nenhum lance de suas duas paixões televisivas.

Serviço: episódio 4 de A Knight of the Seven Kingdoms estreia em 6/2 no HBO Max (0h01 PT / 3h01 ET) e em 8/2, às 22h (ET), na HBO. As datas dos capítulos 5 e 6 permanecem inalteradas.

Árvore genealógica Targaryen em “A Knight of the Seven Kingdoms” revela elo entre séries da HBO

Árvore genealógica Targaryen em “A Knight of the Seven Kingdoms”
A Knight of the Seven Kingdoms
, nova produção da HBO ambientada no universo de Game of Thrones, situa-se cerca de 80 anos após House of the Dragon e 90 anos antes da saga original. O período mostra uma Casa Targaryen sem dragões, mas ainda poderosa, e expõe como cada integrante da família se conecta aos personagens já conhecidos pelo público.

Contexto da cronologia

A série acompanha as andanças de Ser Duncan, o Alto, e de seu escudeiro Egg, alcunha do jovem príncipe Aegon Targaryen. A trama ocorre logo depois da extinção dos últimos dragões e pouco antes da perda do Trono de Ferro pelos Targaryen.

  • Distância de House of the Dragon: ~80 anos.
  • Antecede Game of Thrones: ~90 anos.
  • Rei em exercício: Daeron II Targaryen.
  • Dragões já extintos desde a Dance of the Dragons.
  • Início do declínio político da dinastia.

O período também marca a ascensão de outras produções do canal, como a série Six Feet Under, que completa 25 anos de estreia, ilustrando a tradição da HBO em narrativas complexas.

O reinado de Daeron II

Daeron II “o Bom” Targaryen ocupa o Trono de Ferro e é lembrado por integrar pacificamente Dorne aos Sete Reinos. Ele é bisneto da rainha Rhaenyra e filho do controverso Aegon IV.

Filhos de Daeron II:

  1. Baelor “Quebra-lanças” – Príncipe de Pedra do Dragão e Mão do Rei.
  2. Aerys – fascinado por profecias e magia.
  3. Rhaegel – considerado frágil e possivelmente insano.
  4. Maekar – príncipe de Summerhall, central na série.

Entre os bastados do antigo rei, destaca-se Brynden “Bloodraven” Rivers, meio-irmão de Daeron II, que mais tarde se tornará a figura mística conhecida como Corvo de Três Olhos.

Filhos de Daeron II: Baelor, Aerys, Rhaegel e Maekar

Baelor “Quebra-lanças” aparece como herdeiro aparente, casado com Lady Jena Dondarrion. Pai de dois meninos, Valarr e Matarys, Baelor exibe cabelos escuros herdados da mãe dornesa, Myriah Martell, e reputação de guerreiro honrado.

Aerys, o segundo filho, compartilha a crença de que os dragões podem retornar. Casado com Aelinor Penrose, não tem descendentes.

Rhaegel vive à sombra de boatos sobre doença e loucura. É esposo de Ays Arryn e pai dos gêmeos Aelor e Aelora, além de Daenora.

Maekar, interpretado por Sam Spruell, governa Summerhall. Conhecido por rigidez e força, torna-se peça-chave na narrativa ao procurar dois filhos desaparecidos durante o Torneio de Ashford.

Descendentes de Maekar: o núcleo da série

Maekar tem seis filhos, quatro dos quais ganham destaque imediato:

  • Daeron “o Bêbado” – primogênito com dons proféticos, ausente do torneio.
  • Aerion “Brightflame” – segundo filho, cruel e arrogante, responsável por incidentes violentos no episódio 3.
  • Aemon – terceiro filho, estudioso na Cidadela; será o futuro Meistre Aemon da Patrulha da Noite.
  • Aegon “Egg” – caçula que se faz passar por escudeiro de Ser Duncan.

Completam a prole as princesas Daella e Rhae, ainda crianças durante os eventos mostrados.

Outros membros influentes

Além do núcleo imediato, vários Targaryen orbitam o poder nos Sete Reinos:

Árvore genealógica Targaryen em “A Knight of the Seven Kingdoms” revela elo entre séries da HBO - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

Valarr Targaryen, filho mais velho de Baelor, surge como segundo na linha de sucessão. Casado com Kiera de Tyrosh, participa do torneio, mas evita combates de alto risco.

Seu irmão Matarys ocupa o terceiro lugar na ordem de herança, reforçando a tensão sucessória que antecederá futuras rebeliões.

Brynden “Bloodraven” Rivers, bastardo legitimado, mantém-se leal ao rei e exerce forte influência política. A figura é ligada às Guerras Blackfyre e, no futuro, à mística nortenha que orientará Bran Stark.

Ainda dentro do clã estendido, os gêmeos Aelor e Aelora, filhos de Rhaegel, simbolizam a prática de casamentos entre irmãos para preservar o “sangue do dragão”.

Linha de sucessão no período retratado

Durante o Torneio de Ashford, a ordem de herdeiros ao Trono segue:

  1. Príncipe Baelor “Quebra-lanças”
  2. Príncipe Valarr (filho de Baelor)
  3. Príncipe Matarys (filho de Baelor)
  4. Príncipe Aerys
  5. Príncipe Rhaegel
  6. Príncipe Maekar

Essa sequência explica a pressão nos jovens príncipes durante o torneio e antecipa disputas que ecoarão décadas depois.

Conexão direta com Game of Thrones

O público de Game of Thrones reconhecerá dois nomes centrais:

  • Aemon – visto na série original como meistre centenário na Muralha.
  • Aegon “Egg” – tornará-se Rei Aegon V, bisavô de Daenerys Targaryen.

Essas presenças criam uma ponte narrativa clara entre as três produções e reforçam a amplitude da genealogia criada por George R. R. Martin.

Com tantos nomes repetidos e destinos entrelaçados, A Knight of the Seven Kingdoms serve como guia para entender o declínio da dinastia Targaryen e as origens de personagens que, décadas depois, influenciarão decisões cruciais em Westeros.

O primeiro ano da série ancora-se no Torneio de Ashford e acompanha o início da amizade entre Duncan e Egg. Novos episódios chegam semanalmente na HBO e na plataforma de streaming Max.

Netflix agenda estreia de “Viral Hit”, live-action de webtoon com 2,2 bilhões de visualizações, para 28 de maio de 2026


“Viral Hit” chegará à Netflix em 28 de maio de 2026
, levando para o formato live-action o manhwa de Taejun Pak e Kim Junghyun que soma 2,2 bilhões de leituras no Naver Webtoon. A série japonesa adapta a trama original com ajustes de localização, mas promete manter a violência das lutas que tornaram o webtoon um fenômeno.

Nova aposta global da plataforma

O anúncio foi feito em 27 de janeiro de 2026, por meio de comunicado oficial da Webtoon Entertainment. Com isso, a Netflix reforça sua estratégia de ocupar a lacuna de adaptações live-action de títulos orientais, segmento no qual já investiu em “Bet” e “Last Samurai Standing”.

  • Data de estreia: 28 de maio de 2026
  • Origem: adaptação do webtoon sul-coreano “Viral Hit” (2019-2024)
  • Visualizações on-line: 2,2 bilhões
  • Formato: série japonesa em live-action
  • Classificação indicativa prevista: TV-14

Segundo a gigante do streaming, o seriado poderá ser assistido em mais de 190 países logo no lançamento, com dublagens e legendas em diversos idiomas.

Enredo mantém a essência do manhwa

A história acompanha Kota Shimura (equivalente a Yu Hobin no original), estudante que ocupa o escalão mais baixo da rígida hierarquia do ensino médio. Ao gravar por acidente sua primeira briga, o jovem ganha fama instantânea nas redes e vê nisso uma saída para quitar as dívidas médicas da mãe.

Determinada a gerar renda, a dupla de protagonista e câmera decide transmitir confrontos ao vivo, desafiando colegas abusivos enquanto soma seguidores. O enredo aborda:

  1. A ascensão meteórica de Kota como criador de conteúdo de lutas.
  2. O impacto psicológico da fama repentina.
  3. Confrontos com adversários cada vez mais perigosos.
  4. O dilema entre lucro, justiça e exposição on-line.

Embora a ambientação tenha sido transferida da Coreia do Sul para o Japão, a premissa de combates transmitidos por streaming continua intacta, inclusive nas motivações financeiras do protagonista.

Elenco confirmado

O time de atores mistura nomes conhecidos e revelações recentes da TV japonesa. Entre os papéis já revelados estão:

  • Ouji Suzuka como Kota Shimura (Yu Hobin);
  • Araki Sugô como Toru Kaneko (Woo Jihyeok), rival que se torna aliado;
  • Ai Mikami como Aki Yashio (Lee Gaeul), colega que assume a função de estrategista;
  • Mieko Harada, Nana Asakawa e Takuro Osada aparecem no elenco, papéis ainda não divulgados.

Ouji Suzuka, que recentemente participou de um drama policial, assume seu primeiro protagonista em série de ação. Já Araki Sugô, voz marcante no cinema de suspense, promete rivalidade física convincente nas lutas coreografadas.

Equipe criativa experiente

Na direção está Hideki Takeuchi, responsável pela versão live-action de “Cells at Work!”. O roteiro ficou com Yuichi Tokunaga, colaborador frequente de Takeuchi em adaptações de mangás. Ambos buscam evitar críticas comuns a produções que dependem de efeitos visuais excessivos, como ocorreu com “Yu Yu Hakusho”.

A dupla optou por filmar cenas de luta com dublês e coreografias práticas, reduzindo o uso de computação gráfica. A ideia é preservar a crueza das brigas, ponto que consagrou o título original.

Netflix agenda estreia de “Viral Hit”, live-action de webtoon com 2,2 bilhões de visualizações, para 28 de maio de 2026 - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

Comparações com outras adaptações

Analistas indicam que “Viral Hit” reúne elementos ideais para um live-action bem-sucedido: cenário escolar, drama familiar e ação física sem recursos sobrenaturais. Esses fatores diferenciam a produção de apostas recentes como “The Trauma Code: Heroes on Call”, que exige efeitos médicos elaborados.

A expectativa também reforça o avanço de histórias de vingança em diferentes mídias. O movimento se alinha ao interesse do público por protagonistas falhos, tendência presente no novo filme psicológico que lidera a audiência da HBO Max após indicação ao Oscar.

Do webtoon ao audiovisual

Publicada entre 2019 e 2024, a obra original encerrou-se com mais de 200 capítulos. Em 2024, o estúdio Okuruto Noboru lançou uma adaptação em anime disponível na Crunchyroll, mantendo a cronologia principal.

Agora, com a versão em carne e osso, a franquia pula da animação para alcançar novos públicos. A Netflix pretende repetir o engajamento de casos como o de “Iron Lung”, longa de baixo orçamento que virou fenômeno de bilheteria ao explorar comunidades on-line.

No comunicado, a Webtoon Entertainment destacou que a parceria com a Netflix “representa um passo estratégico para levar narrativas de quadrinhos digitais a formatos de alto alcance global”.

Calendário de lançamento e serviço

As gravações começaram no segundo semestre de 2025, em locações de Tóquio e Yokohama. A pós-produção ocorre até abril de 2026, antecedendo a estreia mundial.

“Viral Hit” terá dez episódios na primeira temporada, todos disponibilizados simultaneamente em 28 de maio. O streaming promete opções em áudio original japonês, além de dublagens em inglês, espanhol e português brasileiro.

Usuários interessados podem definir lembrete na plataforma para receber notificação na data de estreia.

Patrick Stewart recupera ânimo ao reencontrar elenco de “A Nova Geração” em “Star Trek: Picard”

Patrick Stewart, 83 anos, admitiu desgaste extremo após quase um ano de gravações seguidas, mas voltou a se sentir energizado quando entrou na ponte da USS Enterprise-D ao lado de seus colegas de “Jornada nas Estrelas: A Nova Geração”. O reencontro foi organizado para a terceira temporada de Star Trek: Picard, filmada entre 2021 e 2022. Detalhes desse momento foram lembrados por Jonathan Frakes, Brent Spiner e LeVar Burton em um podcast recente.

Recriação fiel da ponte clássica

Para a temporada final, o showrunner Terry Matalas encomendou a reconstrução completa do set da Enterprise-D. A tarefa ficou nas mãos da diretora de arte Liz Kloczkowski, do designer Dave Blass e de uma equipe que analisou cada detalhe do cenário original exibido na série dos anos 1990.

A ambientação exigiu:

  • Carpete no mesmo tom de cinza e bordô usado na década de 1990;
  • Cadeiras reproduzidas em escala milimétrica;
  • Ângulo idêntico da rampa que leva à estação de Worf (Michael Dorn);
  • Iluminação suave inspirada na fotografia original;
  • Painéis funcionais, apesar de a maioria nunca aparecer em close.

Podcast recorda emoção no set

O encontro entre Frakes, Spiner e Burton ocorreu no episódio de estreia do podcast Dropping Names… And Other Things. Durante a conversa, os três narraram a reação de Stewart, que já havia gravado duas temporadas ininterruptas:

LeVar Burton: “Ele estava trabalhando havia muito tempo. Era a segunda temporada seguida da série. Ele estava exausto.”
Jonathan Frakes: “Sim, ele estava.”
LeVar Burton: “Não havia dúvidas. Ele estava morto de cansado.”
Jonathan Frakes: “Ele ficou feliz por nos ter com ele.”
LeVar Burton: “Vi ele se revigorar.”
Jonathan Frakes: “E ele voltou para a cadeira de capitão.”
Brent Spiner: “Nada mudou na nossa dinâmica.”
Jonathan Frakes: “Nem no cenário. Tudo estava igual.”

Maratona de gravações e cansaço acumulado

As filmagens das temporadas 2 e 3 ocorreram de fevereiro de 2021 a março de 2022 devido a protocolos da pandemia. Com apenas uma pausa breve, Stewart esteve presente em todos os 20 episódios gravados nesse intervalo.

À época com 81 anos, o ator liderou longas jornadas diárias de gravação. A chegada de Frakes, Spiner, Marina Sirtis, Gates McFadden, Michael Dorn e Burton na terceira temporada trouxe novo fôlego ao protagonista e, segundo produtores, elevou o moral de toda a equipe.

Principais pontos do reencontro

Veja o que marcou a última missão do elenco de “A Nova Geração”:

  • Reunião completa do elenco principal no mesmo set após 26 anos;
  • Participação de Frakes como diretor de alguns episódios;
  • Integração das tramas antigas ao arco de Picard na velhice;
  • Reconhecimento de Stewart de que temia “repetir o passado” e mudou de ideia;
  • Recepção positiva de público e crítica, com a terceira temporada considerada a melhor fase da série.

Da resistência à celebração

No início, Patrick Stewart impôs uma condição para voltar ao universo de Jean-Luc Picard: evitar o que ele chamava de “refazer A Nova Geração”. Seu objetivo era retratar um comandante aposentado lidando com novos desafios e personagens.

Patrick Stewart recupera ânimo ao reencontrar elenco de “A Nova Geração” em “Star Trek: Picard” - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

A pressão dos fãs e conversas internas o convenceram a permitir a reunião do antigo elenco. Ao fim das gravações, o ator reconheceu publicamente que a decisão “valeu cada minuto”, sentimento repetido por Brent Spiner e Jonathan Frakes.

Etapas da produção em ordem cronológica

  1. Fevereiro de 2021: início das filmagens da 2ª temporada de Picard;
  2. Julho de 2021: breve intervalo para ajustes de roteiro e protocolos sanitários;
  3. Agosto de 2021: gravações da 3ª temporada começam sem pausa para desmontagem de cenário;
  4. Março de 2022: encerramento oficial das duas temporadas;
  5. Fevereiro de 2023: estreia da 3ª temporada no Paramount+.

Legado reforçado na era do streaming

A terceira temporada, sob liderança de Matalas, obteve algumas das notas mais altas da franquia na fase Paramount+. Críticos citaram a convergência entre nostalgia e expansão de temas como um “alto padrão” para futuras produções.

Entre as produções clássicas de ficção científica, a ousadia de intérpretes históricos continua em pauta. Walter Koenig, por exemplo, já destacou a coragem de William Shatner ao viver o Capitão Kirk, reforçando a tradição de criar protagonistas marcantes em “Star Trek”.

Impacto para além da franquia

O sucesso da temporada despertou rumores sobre um possível spin-off intitulado Star Trek: Legacy. Até o momento, não há confirmação formal, mas a recepção calorosa manterá o debate vivo entre executivos da Paramount.

A atmosfera positiva ecoou ainda em outros projetos de cultura pop que buscaram orçamentos enxutos e nostalgia para triunfar, estratégia vista no fenômeno descrito no artigo sobre “Iron Lung”, filme de apenas US$ 3 milhões.

Enquanto não há novos anúncios, todas as três temporadas de Star Trek: Picard seguem disponíveis no Paramount+. Não há previsão de extras inéditos ou edições estendidas.

Walter Koenig destaca ousadia de William Shatner ao viver o Capitão Kirk em Star Trek

Walter Koenig destaca William Shatner ao viver o Capitão Kirk em Star TrekWalter Koenig afirmou que William Shatner assumiu riscos incomuns para um protagonista ao interpretar o Capitão James T. Kirk em Star Trek: The Original Series. A declaração surgiu no episódio de fevereiro de 2026 do podcast The 7th Rule, em que Koenig revisita os capítulos da série clássica ao lado de Cirroc Lofton e Ryan T. Husk. O ator elogiou a versatilidade de Shatner e a disposição de mostrar facetas menos lisonjeiras do personagem.

Reconhecimento quase 60 anos depois

Koenig, que viveu o Alferes Pavel Chekov a partir da segunda temporada, participou de sete filmes da franquia com Shatner. Apesar de antigas desavenças, o artista passou a comentar com mais carinho o trabalho do colega enquanto analisa a série original, prestes a completar seis décadas.

No podcast, Cirroc Lofton falou sobre a “magia” de assistir aos episódios ao lado de quem esteve no set. Koenig concordou e reforçou que Shatner “sabia o que podia fazer”, explorando emoções que poucos protagonistas expunham nos anos 1960.

O episódio que motivou a conversa

O debate ocorreu durante a análise de “Return to Tomorrow”, 22.º capítulo da segunda temporada. A história traz o célebre discurso “Risk is our business!”, um dos momentos mais lembrados de Kirk e que se tornou meme nas redes sociais.

  • Koenig elogiou a coragem de Shatner em tornar Kirk multifacetado.
  • Lofton ressaltou a habilidade do ator em tornar situações “extravagantes” críveis.
  • O episódio conta com participação de Diana Muldaur, futura Dra. Pulaski de Star Trek: The Next Generation.
  • A conversa faz parte da rotina mensal de Koenig no podcast.
  • A série original estreou em 1966 e foi exibida até 1969 na NBC.

Quando Kirk mostrou seu lado “mesquinho”

Koenig citou outro exemplo de risco interpretativo: em Star Trek: The Motion Picture (1979), Kirk usa sua patente de almirante para retomar o comando da USS Enterprise, rebaixando o então capitão Will Decker, vivido por Stephen Collins. Para Koenig, Shatner não temia expor fraquezas de Kirk, algo raro em “heróis perfeitos” da época.

O ator comparou a maioria dos galãs a ventríloquos que tentam não mover os lábios — referência ao comediante Edgar Bergen. Segundo ele, Shatner fugiu desse padrão ao adotar nuances que humanizaram o personagem.

Impacto duradouro na franquia

Ao longo de décadas, o trabalho de Shatner estabeleceu um parâmetro para capitães que vieram depois, de Jean-Luc Picard a Benjamin Sisko. A comemoração dos 60 anos de Star Trek reforça a relevância dessas escolhas de atuação, que mantêm Kirk como referência dentro e fora da ficção científica.

Walter Koenig destaca ousadia de William Shatner ao viver o Capitão Kirk em Star Trek - Imagem do artigo original
Walter Koenig e William Shatner em Star Trek clássico

Mesmo com o surgimento de novos projetos multimilionários — como longas aguardados que ficaram de fora da programação do Super Bowl 2026 —, a influência do comandante original permanece no imaginário popular.

Momentos-chave relembrados por Koenig

  1. 1968 – Exibição de “Return to Tomorrow”, com o famoso discurso sobre assumir riscos.
  2. 1979 – Lançamento de Star Trek: The Motion Picture, onde Kirk retoma a Enterprise.
  3. 2026 – Koenig revisita os episódios no podcast e revê sua relação com Shatner.

Koenig hoje e a volta aos holofotes

Aos 89 anos, o ator continua ativo no universo de Star Trek. O The 7th Rule cresceu em audiência graças às análises nostálgicas e a comentários honestos sobre bastidores, aproximando fãs de diferentes gerações.

  • Podcast é apresentado por Cirroc Lofton, o Jake Sisko de Deep Space Nine.
  • Koenig participa todos os meses para comentar um episódio.
  • Vídeos ficam disponíveis no YouTube e em plataformas de áudio.
  • A produção já cobriu mais de 40 capítulos da série clássica.

O reencontro virtual com a própria obra também faz Koenig refletir sobre antigas diferenças no elenco. Hoje, o ator se mostra grato por ainda poder dividir lembranças com companheiros como Shatner e George Takei.

Para o público, o resultado é um registro valioso de histórias de bastidor, curiosidades sobre gravações e, sobretudo, da evolução de um mito da cultura pop.

O próximo episódio de The 7th Rule dedicado a Star Trek: The Original Series vai ao ar em março.

Super Bowl 2026 não terá trailers de Avengers: Doomsday, Spider-Man 4, Supergirl e Clayface

Super Bowl 2026 não terá trailers de Avengers: Doomsday, Spider-Man 4, Supergirl e Clayface
Os fãs de quadrinhos terão de esperar um pouco mais para ver novas prévias de Avengers: Doomsday, Spider-Man: Brand New Day, Supergirl e Clayface. Um relatório obtido pelo Deadline indica que nenhum desses títulos exibirá material inédito durante o Super Bowl de 2026, evento tradicionalmente usado por estúdios para lançar trailers de grandes produções.

DC e Marvel fora do intervalo comercial

De acordo com o documento, Marvel Studios e DC Studios optaram por não reservar espaços publicitários no jogo, que acontece em fevereiro de 2026. A decisão significa a ausência de trailers tanto do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) quanto do novo Universo DC (DCU) durante a maior vitrine de anúncios da televisão norte-americana.

Para a Marvel, isso afeta diretamente dois longas já finalizados:

  • Avengers: Doomsday – quinto filme da equipe, com estreia prevista para 18 de dezembro de 2026;
  • Spider-Man: Brand New Day – continuação estrelada por Tom Holland, programada para 31 de julho de 2026.

Do lado da DC, as escolhas impactam:

  • Supergirl – longa que introduz Milly Alcock como Kara Zor-El, marcado para 26 de junho de 2026;
  • Clayface – produção de terror e suspense, agendada para 11 de setembro de 2026.

Produções já encerraram gravações

Segundo o relatório, os quatro filmes concluíram a fotografia principal e encontram-se em diferentes fases de pós-produção. Em alguns casos, ajustes continuam programados. O elenco de Avengers: Doomsday, por exemplo, deve retornar aos estúdios na primavera de 2026, antes do início das filmagens de Avengers: Secret Wars, que começam no verão norte-americano.

A decisão de pular o Super Bowl surpreende porque o intervalo do jogo costuma atrair audiências acima de 100 milhões de espectadores nos Estados Unidos. Ainda assim, 2026 será um ano competitivo, repleto de franquias de quadrinhos e até de outras propriedades, como as adaptações live-action de anime já confirmadas.

Calendário dos heróis em 2026

Com a agenda definida, os estúdios colocam quatro blockbusters de quadrinhos em sequência ao longo do segundo semestre. A ordem de lançamentos é a seguinte:

  1. Supergirl – 26/06/2026
  2. Spider-Man: Brand New Day – 31/07/2026
  3. Clayface – 11/09/2026
  4. Avengers: Doomsday – 18/12/2026

Os títulos da Marvel e da DC não concorrem diretamente na mesma semana, mas a proximidade de datas deve dominar as salas de cinema durante quase seis meses.

O que já se sabe sobre cada filme

Embora as campanhas de marketing ainda não tenham começado oficialmente, algumas informações dos estúdios e dos envolvidos estão confirmadas:

  • Avengers: Doomsday marca o início da Fase 6 do MCU e reunirá heróis clássicos e novos para enfrentar Victor Von Doom.
  • Spider-Man: Brand New Day mantém Tom Holland no papel principal e conta com direção de Destin Daniel Cretton.
  • Supergirl tem direção de Craig Gillespie e promete expandir o universo apresentado no próximo filme do Superman, previsto para 2025.
  • Clayface, sob direção de James Watkins, adota tom de horror e thriller, diferenciando-se das produções tradicionais de super-heróis.

Parte do elenco de apoio inclui nomes como Jason Momoa (Lobo, em Supergirl), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk, em Brand New Day) e Vanessa Kirby (Sue Storm, em Doomsday).

Estratégia de marketing alternativa

A ausência no Super Bowl indica que os estúdios devem adotar novas estratégias para manter o hype. Campanhas digitais, eventos próprios e lançamentos de teasers em convenções de cultura pop tendem a ocupar esse espaço. O MCU, por exemplo, já utilizou feiras como a D23 Expo para apresentar prévias, enquanto a DC aposta em eventos dedicados, a exemplo do DC FanDome.

Além disso, conteúdos menores podem surgir em plataformas de streaming ou redes sociais para aquecer o público. A adaptação a formatos diferentes reflete uma tendência recente, também visível em produções de baixo orçamento que encontraram sucesso viral, como o fenômeno “Iron Lung”.

Principais pontos do relatório

  • No Super Bowl 2026, nenhum trailer inédito de filmes da Marvel ou da DC será exibido.
  • Quatro longas já finalizaram gravações e estão em pós-produção.
  • Lançamentos ocorrem entre junho e dezembro de 2026.
  • Estúdios devem apostar em eventos e campanhas online para divulgá-los.
  • Reshoots de Avengers: Doomsday estão previstos para a primavera de 2026.

Super-heróis fora do Super Bowl não significam menor expectativa. Com datas cravadas e elencos estelares, Supergirl, Spider-Man: Brand New Day, Clayface e Avengers: Doomsday concentram atenções do público e do mercado cinematográfico para o segundo semestre de 2026.

Supergirl chega aos cinemas em 26 de junho; Spider-Man: Brand New Day, em 31 de julho; Clayface, em 11 de setembro; e Avengers: Doomsday encerra o ano em 18 de dezembro de 2026.

Markiplier transforma Iron Lung em fenômeno de bilheteria com orçamento de apenas US$ 3 milhões


Iron Lung
, primeiro longa-metragem dirigido, financiado e estrelado por Mark Fischbach (o youtuber Markiplier), surpreendeu o mercado ao abrir nos cinemas dos Estados Unidos com previsão de faturar mais de US$ 17 milhões no fim de semana de estreia, mesmo custando só US$ 3 milhões. A produção independente disputa as primeiras posições do ranking com Send Help, retorno de Sam Raimi ao terror.

Um YouTuber no topo das bilheterias

Com mais de 38 milhões de inscritos e 23 bilhões de visualizações acumuladas em seu canal, Markiplier levou para as salas de cinema o público que o acompanha desde os tempos de gameplays de terror indie. A adaptação do jogo homônimo criado por David Szymanski estreou em 30 de janeiro de 2026 e logo viu sessões esgotadas nos principais complexos do país.

  • Estreia: 30/01/2026
  • Orçamento: US$ 3 milhões
  • Estimativa para o 1º fim de semana: US$ 17 milhões
  • Duração: 127 minutos
  • Gêneros: terror e ficção científica

O resultado ultrapassou todas as projeções dos analistas mais otimistas e reforça a migração de criadores digitais para o cinema, movimento que já rendeu títulos como Bring Her Back e Shelby Oaks.

Orçamento enxuto, alcance gigante

A estratégia de divulgação se baseou quase exclusivamente nos próprios canais de Markiplier. Desde que a existência do filme foi confirmada em 2023, o influenciador dedicou transmissões ao vivo, bastidores e postagens nas redes sociais para atualizar a comunidade sobre cada etapa da produção.

Em vez de grandes verbas de marketing, a equipe apostou na conexão direta com o público-alvo. Ao longo de dois anos, o criador:

  1. Anunciou a parceria com David Szymanski e confirmou a adaptação (2023);
  2. Compartilhou bastidores e teasers exclusivos (2024);
  3. Lançou produtos promocionais, como o balde de pipoca 3D coberto de “sangue” (segunda metade de 2025);
  4. Fez sessões antecipadas para fãs selecionados (início de 2026);
  5. Estreou o longa em circuito ampliado a partir de 30/01/2026.

A tática reduziu custos e garantiu engajamento orgânico, aspecto que chama atenção de produtores independentes interessados em replicar o modelo.

Campanha de fãs levou filme a mais salas

Embora tenha começado sem distribuidora de grande porte, Iron Lung alcançou ampla presença graças a uma mobilização espontânea. Seguidores enviaram pedidos diretos para redes de cinema e pequenos exibidores, assegurando sessões adicionais antes mesmo da estreia.

Algumas ações que potencializaram a exibição:

  • Enchentes de e-mails e mensagens a programadores de salas comerciais;
  • Criação de hashtags que alcançaram trending topics em dias-chave;
  • Compra antecipada de ingressos em lote para garantir salas lotadas;
  • Compartilhamento de vídeos mostrando filas e salas cheias, gerando prova social.

O movimento ampliou a quantidade de ingressos disponíveis e impulsionou a bilheteria, transformando o lançamento em estudo de caso sobre distribuição comunitária.

Markiplier transforma Iron Lung em fenômeno de bilheteria com orçamento de apenas US$ 3 milhões - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

Recepção dividida entre crítica e público

Até o momento, o filme mantém 50 % de aprovação no Tomatometer, índice baseado em dez críticas profissionais que elogiam o clima de tensão, mas apontam ritmo irregular. O público, por sua vez, registrou 90 % de aprovação no Popcornmeter, selo “Certified Hot” para mais de 500 avaliações.

Entre os pontos destacados pelo público estão:

  • Atmosfera claustrofóbica do submarino que navega por um oceano de sangue;
  • Uso prático de efeitos visuais e sonoros para criar imersão;
  • Atuação de Markiplier em papel central sem apoio de nomes de grande estúdio.

Já os críticos questionam a duração de 127 minutos e sugerem cortes que poderiam dinamizar a narrativa.

O que o sucesso de Iron Lung ensina ao mercado

A performance de Iron Lung reforça a eficácia do marketing de influência aliado a custos enxutos. A campanha mostra que o boca a boca digital pode competir com campanhas tradicionais, mesmo diante de títulos comandados por veteranos como Sam Raimi — cineasta que recentemente comentou o simbolismo de violência em Send Help.

Especialistas veem o caso como manual para futuros criadores que migram das plataformas de vídeo para o cinema. Ao mobilizar uma base fiel, negociar diretamente com exibidores e oferecer material promocional de forte apelo visual, Markiplier transformou um projeto de nicho em competição real pelo primeiro lugar da bilheteria.

Ainda é cedo para medir o impacto de longo prazo, mas produtores independentes já analisam a possibilidade de aplicar táticas semelhantes em projetos de orçamento semelhante, especialmente em adaptações de jogos, quadrinhos e até produções inspiradas em animes em live-action que estreiam em 2026.

Serviço: Iron Lung está em cartaz nos cinemas dos EUA desde 30/01/2026; duração de 127 minutos; gêneros terror e ficção científica.

Adaptações live-action de anime dominam 2026: veja filmes e séries já confirmados


O calendário de 2026 promete uma leva inédita de adaptações live-action de anime em escala global. Entre março e julho, sete franquias de peso chegam ao cinema ou ao streaming, movimentando fãs e a indústria.

Confira a lista de títulos, datas e plataformas já anunciadas.

Principais projetos anunciados

  • Golden Kamuy: The Attack on Abashiri Prison – 13 de março, cinemas japoneses
  • Kingdom 5 – verão japonês, data exata a definir
  • Viral Hit – 28 de maio, Netflix
  • Blue Lock – julho, cinemas japoneses
  • Sakamoto Days – 29 de abril, cinemas japoneses
  • Look Back – data a confirmar
  • One Piece – 2ª temporada – 10 de março, Netflix

Linha do tempo de lançamentos

  1. 10 de março – One Piece (Netflix)
  2. 13 de março – Golden Kamuy 2
  3. 29 de abril – Sakamoto Days
  4. 28 de maio – Viral Hit (Netflix)
  5. Julho – Blue Lock
  6. Verão japonês – Kingdom 5
  7. Segundo semestre – Look Back (data a definir)

Golden Kamuy retorna aos cinemas

A sequência Golden Kamuy: The Attack on Abashiri Prison estreia em 13 de março de 2026. O longa mantém o elenco do primeiro filme e amplia a caça ao tesouro de Sugimoto e Asirpa.

Distribuição fora do Japão ainda não foi detalhada, mas, seguindo o histórico dos lançamentos anteriores, o acordo com a Netflix é considerado provável.

Kingdom avança para o quinto filme

Considerada uma das raras adaptações que superaram o anime, a franquia Kingdom lança seu quinto longa no verão de 2026. O criador do mangá, Yasuhisa Hara, assina novamente o roteiro.

Materiais promocionais indicam a presença de Shin em sua armadura, o que sugere possíveis saltos de arco narrativo em relação ao mangá.

Viral Hit chega à Netflix

A produção japonesa de Viral Hit estreia mundialmente em 28 de maio de 2026 na Netflix. A trama segue Yoo Hobin, adolescente que transforma lutas em conteúdo on-line ao mesmo tempo em que denuncia os efeitos tóxicos das redes sociais.

O investimento da plataforma reforça a disputa com outras adaptações de webtoon, fenômeno já observado em títulos como Weak Hero no mercado coreano.

Blue Lock embala hype da Copa de 2026

Com o Mundial de futebol nos Estados Unidos, México e Canadá, o filme de Blue Lock desembarca nos cinemas japoneses em julho de 2026. Segundo o estúdio CREDEUS, o elenco treinou com atletas profissionais para garantir realismo nas partidas.

A produção mira o mesmo público que busca obras sobre ambição e violência simbólica, tendência comentada por cineastas como Sam Raimi em entrevistas recentes.

Sakamoto Days aposta em ação bem-humorada

Baseado no sucesso da Shōnen Jump, Sakamoto Days chega às salas japonesas em 29 de abril de 2026. O filme acompanha o ex-assassino acima do peso que tenta levar vida pacata enquanto inimigos surgem a todo instante.

Adaptações live-action de anime dominam 2026: veja filmes e séries já confirmados - Imagem do artigo original

Imagem: Vanessa Piña

Trailers destacam lutas estilizadas e humor leve, elementos que levaram o anime ao topo do ranking da Netflix em 2025.

Look Back ganha direção de Hirokazu Kore-eda

O aclamado one-shot de Tatsuki Fujimoto recebe versão live-action com direção de Hirokazu Kore-eda, premiado por “Shoplifters”. A data de estreia será confirmada, mas o lançamento está garantido para 2026.

Na história, as jovens Fujino e Kyomoto dividem sonhos e frustrações no mundo do mangá, em tom intimista que deve ganhar força no formato com atores.

One Piece volta a zarpar na Netflix

O fenômeno global retorna em 10 de março de 2026 com a 2ª temporada, cobrindo o arco de Loguetown e a transição para a Saga Arabasta. Novos personagens, como Chopper e a agente Miss Wednesday, fazem sua estreia.

O trailer revela efeitos visuais mais robustos e cenas de ação extensas, respondendo ao público que comparava a primeira leva de episódios com produções maduras como séries de alto orçamento da TV paga.

Os oito episódios continuam sob selo TV-14 e mantêm a parceria entre Netflix e a editora Shueisha.

Por que 2026 é decisivo para o live-action de anime

Com sete estreias confirmadas, 2026 consolida uma estratégia que ganhou fôlego após o sucesso de “One Piece” em 2023. A confiança de estúdios, investimentos em roteiristas originais e elencos que treinam para cenas físicas indicam evolução do formato.

Enquanto cada projeto mira públicos específicos — do esporte competitivo ao drama autoral — a soma reforça o apetite global por narrativas orientais em carne e osso.

Informações de serviço sobre ingressos em pré-venda ou confirmação de streaming internacional serão divulgadas pelos estúdios próximos a cada lançamento.

Cena com Christine Palmer em universo inédito foi cortada de “Doutor Estranho 2”, revela Sam Raimi

Cena com Christine Palmer em universo inédito foi cortada de “Doutor Estranho 2
Sam Raimi
contou que “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” chegou a incluir um quarto universo, com uma sequência de ação protagonizada por Christine Palmer, mas a ideia ficou fora da versão final.

Universo extra ficou na mesa de montagem

Em entrevista recente ao podcast Send Help, o diretor afirmou que, além dos já vistos Earth-616, Earth-838 e a realidade corrompida pelo Darkhold, havia um cenário totalmente novo para a personagem de Rachel McAdams. A equipe filmou uma luta na qual Christine enfrenta demônios do “submundo”, porém a sequência foi descartada na pós-produção.

Raimi disse ter ficado impressionado com a entrega da atriz. Segundo ele, a cena tinha potencial para soar “ridícula”, mas McAdams tornou o momento “acreditável” mesmo com a presença de criaturas sobrenaturais.

Detalhes da cena eliminada

  • Christine seria atacada em seu laboratório por demônios vindos do “submundo”.
  • A personagem lutaria sozinha, usando objetos do cenário como armas improvisadas.
  • Uma coreografia incluía chute de tesoura e projeção de um monstro sobre uma chaise longue.
  • Todo o segmento foi filmado antes das refilmagens que ajustaram o longa.
  • O universo onde tudo ocorria trazia uma nova história de origem para Christine.

No set, o diretor chegou a orientar: “Os demônios te dão um soco no queixo; você cai no sofá; prende um deles com as pernas e o arremessa”. McAdams respondeu apenas perguntando o ângulo da câmera e a velocidade da queda, o que, para Raimi, demonstrou profissionalismo absoluto.

Motivos para o corte

O cineasta explicou que a decisão ocorreu durante a montagem, quando a equipe percebeu que o ritmo do filme já estava sobrecarregado com três linhas temporais distintas. Incluir mais uma dimensão alongaria o tempo de projeção, que ficou em 126 minutos.

Outro fator foi a necessidade de simplificar a jornada do protagonista, vivido por Benedict Cumberbatch, evitando desvios que pudessem confundir o público. Ainda assim, Raimi espera trabalhar novamente com a atriz, elogiando sua “capacidade de transformar uma ideia estranha em algo empolgante”.

Elenco e multiverso

“Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, lançado em 6 de maio de 2022, reúne nomes como Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chiwetel Ejiofor (Mordo), Benedict Wong (Wong), Xochitl Gomez (America Chavez) e Michael Stuhlbarg (Nicodemus West), além de McAdams.

Durante a divulgação, Raimi detalhou referências visuais, tema que ele aprofunda ao falar sobre o simbolismo da violência em seu próximo projeto, assunto já comentado na entrevista em que explica o simbolismo de “Send Help”.

Como seria a cronologia da sequência perdida

  1. Estranho e America Chavez deixam Earth-838 após o ataque da Feiticeira Escarlate.
  2. A dupla mergulha em um portal acidental que os lança na dimensão de Christine.
  3. Enquanto o herói recupera fôlego, Christine enfrenta sozinha os demônios invasores.
  4. O grupo escapa para a realidade corrompida, onde o filme retoma a narrativa conhecida.

Todo esse trecho acabou suprimido para garantir ritmo e clareza, segundo o diretor.

Recepção e onde assistir

Apesar do corte, o longa arrecadou mais de US$ 955 milhões mundialmente e mantém nota 8/10 em plataformas de avaliação dos fãs. Quem perdeu nos cinemas encontra o título disponível no Disney+.

A postura de Raimi, que recentemente demonstrou interesse em levar seu estilo para o universo de Batman em um filme de terror, reforça a busca por equilíbrio entre criatividade e narrativa concisa.

Sam Raimi explica simbolismo por trás da violência em “Send Help” e destaca renascimento de protagonista


Sam Raimi
afirmou que o sangue e a brutalidade mostrados em “Send Help” representam o processo de “renascimento” da personagem Linda Liddle, vivida por Rachel McAdams. O diretor disse que cada cena violenta marca uma etapa da transformação da tímida funcionária de escritório em líder implacável após um acidente aéreo que a deixa isolada numa ilha deserta. As declarações foram dadas ao site SlashFilm.

Violência como metáfora de renascimento

Segundo Raimi, o excesso de sangue não serve apenas para chocar. O diretor enxerga o elemento como parte de um “parto simbólico” vivido por Linda, obrigada a se reinventar em um ambiente hostil. Ele compara a experiência da personagem a um nascimento onde a dor e o sangue são inevitáveis.

Essa personagem passou por uma transformação tremenda. Ela é uma funcionária de escritório que fica presa em uma ilha deserta, e ocorre um renascimento devido à dureza do lugar, à pessoa que ela precisa encontrar dentro de si para ser forte o suficiente. É como um processo de nascimento, e senti que o sangue deveria ser um elemento importante nisso. E eu gosto de filmes de terror e adoro o efeito que eles têm no público.

Na trama, Linda mata um javali com as próprias mãos, engana o colega Bradley Preston (Dylan O’Brien) ao espirrar sangue de rato em seu rosto e, no clímax, o golpeia até a morte com um taco de golfe. Cada ato reflete o novo controle que ela assume sobre a própria vida.

Veja também:
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Final Explicado do filme “Socorro!” (2026): Linda ou Bradley, quem realmente venceu?

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Mudança de dinâmica entre os sobreviventes

Antes do desastre, Bradley era o chefe arrogante que menosprezava a subordinada. Após o pouso forçado, a relação se inverte: Linda mostra conhecimentos de sobrevivência e estabelece as regras para garantir comida, abrigo e segurança.

  • Ela caça e prepara a carne que sustenta a dupla.
  • Cria armadilhas e organiza o acampamento.
  • Descobre uma casa de luxo do outro lado da ilha, mas mantém o segredo para preservar sua vantagem.
  • Manipula as tentativas de resgate, prolongando o isolamento.
  • Volta à civilização rica e famosa ao inventar versão conveniente dos fatos.

O roteiro de Damian Shannon e Mark Swift explora como a hostilidade do ambiente obriga Linda a abandonar a passividade exibida no escritório. O mesmo tema de transformação já apareceu em outros trabalhos que debatem violência e redenção, como o recém-lançado thriller “Moses the Black”, analisado em matéria sobre Curtis “50 Cent”.

Retorno de Raimi ao terror após longa pausa

“Send Help” marca o reencontro de Raimi com o horror em longa-metragem, algo que não acontecia desde “Arraste-me para o Inferno” (2009). Conhecido pela franquia “Evil Dead”, o diretor já demonstrou interesse em explorar universos sombrios fora do cinema, inclusive no possível projeto ligado ao Batman no DCU.

Diferentemente dos trabalhos anteriores, a produção de 2026 dispensa elementos sobrenaturais, focando em terror físico e psicológico. Apenas um susto, ligado a um sonho de Linda, flerta com o tradicional “jump scare”.

Recepção positiva de crítica e público

Com 94 % de aprovação no Tomatometer e 89 % de avaliação do público no Rotten Tomatoes, o filme vem recebendo elogios pela combinação de humor ácido e violência gráfica. Em crítica publicada pelo ScreenRant, Todd Gilchrist destaca o desempenho “descontrolado” de McAdams e O’Brien, ressaltando que Raimi faz questão de mostrar “cada detalhe (literalmente) sangrento”.

Os números refletem o interesse por histórias com protagonistas femininas complexas, tendência também observada na recuperação de séries como “Six Feet Under”, cuja ousadia continua em pauta 25 anos após a estreia, conforme relembra artigo especial.

Etapas da metamorfose de Linda Liddle

A jornada da personagem se desenvolve em ordem clara dentro da narrativa:

  1. Desvalorizada no escritório, aceita ordens de Bradley sem contestar.
  2. Sofre acidente aéreo e desperta instinto de sobrevivência.
  3. Assume liderança na ilha após matar o javali e garantir alimento.
  4. Controla informações sobre a casa de luxo e posterga resgate.
  5. Elimina o colega, forja história conveniente e regressa como celebridade.

Dados essenciais de “Send Help”

A produção tem 113 minutos de duração e estreia programada para 30 de janeiro de 2026. No elenco, além de McAdams e O’Brien, estão Edyll Ismail e Dennis Haysbert. A Disney distribui o longa, que ainda conta com Zainab Azizi na produção executiva.

Para quem acompanha o gênero, Raimi destaca que a experiência de assistir ao filme em sala de cinema potencializa a tensão. O diretor aposta na reação coletiva do público aos momentos mais viscerais, estratégia semelhante ao sucesso recente de títulos de terror psicológico que migraram depois para o streaming, como o caso citado no texto sobre o filme que lidera a audiência na HBO Max.

“Send Help” chega aos cinemas brasileiros em 30/01/2026. Informações sobre sessões e pré-venda de ingressos devem ser confirmadas pelos exibidores nas próximas semanas.