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Michael ultrapassa Venom e entra no Top 100 das maiores bilheterias do cinema

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Michael, a cinebiografia de Michael Jackson, acaba de ultrapassar Venom nas bilheterias mundiais e se consolidou na lista das 100 maiores bilheterias da história do cinema — um feito impressionante que coloca o filme em trajetória para quebrar ainda mais recordes. Com US$ 856,5 milhões arrecadados globalmente, o longa está posicionado para vencer dois outros gigantes nos próximos dias e segue perseguindo um marco histórico que nenhuma cinebiografia musical alcançou antes: a marca de US$ 1 bilhão.

Quanto Michael faturou nas bilheterias até agora?

O filme acumulou US$ 856,5 milhões em bilheteria mundial, resultado da soma de US$ 343,7 milhões nos Estados Unidos e US$ 512,8 milhões no mercado internacional. Esse valor já o coloca à frente do Venom, que arrecadou US$ 856,1 milhões, marcando a primeira vez que uma cinebiografia musical contemporânea consegue atingir essa escala de receita global em tão pouco tempo de circulação. Para efeito de comparação, essa cifra coloca Michael entre as obras de maior impacto comercial do cinema moderno, em uma categoria dominada por blockbusters de ficção científica e super-heróis.

Michael ultrapassa Venom e entra no Top 100 das maiores bilheterias do cinema
(Reprodução / Estúdio)

Qual é o próximo alvo de Michael no ranking de bilheterias?

As projeções apontam que Michael irá ultrapassar em breve Divertida Mente (US$ 859,1 milhões) e Pantera Negra: Wakanda Para Sempre (US$ 859,2 milhões), que ocupam as posições imediatamente acima no ranking. Considerando o ritmo atual de receita, essas superações devem ocorrer nas próximas semanas, mantendo o filme em ascensão constante. Essa progressão não é apenas numérica — representa um fenômeno cultural: uma biografia centrada em um artista musical conseguindo competir com produções de grande orçamento das maiores franquias do cinema, demonstrando a força do legado de Michael Jackson junto ao público global.

Michael pode chegar a US$ 1 bilhão na bilheteria?

Sim, e essa seria uma conquista histórica inédita. Se manter o ritmo atual, Michael deve superar os US$ 911 milhões de Bohemian Rhapsody e se tornar a cinebiografia musical de maior bilheteria de todos os tempos. Mais ambicioso ainda: analistas apontam que o filme tem potencial real para alcançar a marca de US$ 1 bilhão mundial, um feito que nenhuma cinebiografia musical jamais atingiu. Essa possibilidade muda o patamar de como a indústria enxerga filmes focados em artistas — tradicionalmente vistos como nichos ou projetos com teto de receita definido, Michael está provando ser um blockbuster de verdade.

Michael ultrapassa Venom e entra no Top 100 das maiores bilheterias do cinema
(Reprodução / Estúdio)

Quem está no elenco de Michael?

  • Jaafar Jackson como Michael Jackson — o sobrinho do cantor vive o Rei do Pop na fase adulta, papel central da narrativa
  • Juliano Krue Valdi como Young Michael Jackson — interpreta o artista aos 9 anos, mostrando as origens de sua trajetória
  • Colman Domingo como Joe Jackson — o pai de Michael, figura crucial para entender as dinâmicas familiares que moldaram o artista
  • Nia Long como Katherine Jackson — a matriarca da família Jackson, que acompanha toda a jornada de seu filho
  • Miles Teller como John Branca — o primeiro advogado de Jackson e figura-chave que guiou sua carreira nos momentos críticos

Por que Michael foi dividido em duas partes?

O estúdio precisou dividir o filme após descobrir que o corte original ultrapassava três horas e meia de duração, uma extensão impraticável para a experiência cinematográfica convencional. Mas a decisão de partir a narrativa também foi influenciada por questões legais: um acordo judicial com o espólio de Michael Jackson impedia que certos eventos fossem dramatizados, forçando ajustes profundos na estrutura da primeira parte. Essa restrição contratual — envolvendo acusações contra o cantor — exigiu que roteirista e diretor recalibrasse tudo, criando a necessidade de uma segunda produção para contar a história completa sem violar as cláusulas do acordo.

Quem fez Michael? Diretor e roteirista

  • Direção: Antoine Fuqua, conhecido por Dia de Treinamento e O Protetor, traz sua experiência em narrativas de personagens complexos
  • Roteiro: John Logan, roteirista de Gladiador e O Aviador, responsável pela arquitetura narrativa da cinebiografia

A combinação de Fuqua e Logan representa uma escolha de peso: dois criadores com histórico em transformar vidas extraordinárias em cinema de escala épica. Michael reflete essa ambição, apresentando, segundo a sinopse oficial, “um retrato fascinante e honesto do homem brilhante, porém complicado, que se tornou o Rei do Pop” — mostrando “seus triunfos e tragédias em uma escala épica e cinematográfica”.

Michael 2 já foi confirmado?

Sim, o estúdio já anunciou que uma sequência está em desenvolvimento. A promessa é que a segunda parte será “grande e satisfatória”, sugerindo que os produtores pretendem manter o padrão de produção ambicioso que consolidou o primeiro filme. Considerando o sucesso de bilheteria, é provável que a continuação também seja tratada como evento cinematográfico, com data de lançamento significativa e investimento similar em elenco e produção.

Fonte: observatoriodocinema.com.br

Scary Movie 6 traz os piores (e mais engraçados) baldes de pipoca do cinema

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Scary Movie 6 chega aos cinemas com uma estratégia de merchandising que parece saída de um de seus próprios sketches: depois de 13 anos longe das telas, a franquia de horror-comédia dos irmãos Wayans retorna não apenas com paródias de sucessos recentes como Scream, Longlegs, The Substance e M3GAN, mas também com uma coleção de baldes de pipoca tão absurda que é difícil distinguir o que é brincadeira do que é real. O filme, que estreia sexta-feira 5 de junho, já está projetado para superar até Mestres do Universo na bilheteria — e a mercadoria exclusiva pode ser o combustível extra que faltava.

Qual é o balde de pipoca mais memorável de Scary Movie 6?

O destaque indiscutível da linha de colecionáveis é o balde WAZZUP Phone, uma volta nostálgica aos anos 2000 que define a própria identidade da franquia. Moldado como um telefone celular tipo tijolo com teclado funcional, antena extensível e a palavra “WAZZUP!” em letras vermelhas ousadas, este balde é praticamente uma cápsula do tempo. Segundo a divulgação, ele até brilha no escuro — um detalhe que intensifica seu apelo colecionável.

Cena de Scary Movie 6 com baldes de pipoca criativos e engraçados do filme de comédia de horror
(Reprodução / Estúdio)

O marketing por trás do WAZZUP Phone foi executado de forma perfeita: a divulgação veio através de um comercial retrô estilo infomercial, com o Ghostface paródia de Scary Movie vendendo o telefone como um apresentador de TV dos anos 90. É o tipo de camada de humor que a franquia domina — zombando da própria nostalgia enquanto a comercializa.

Por enquanto, nenhuma rede de cinemas foi confirmada como distribuidora exclusiva do balde, o que deixa fãs em suspense sobre onde consegui-lo. A estratégia cria urgência e buzz orgânico: onde está? Quem terá primeiro? A resposta deve aparecer nos próximos dias, com anúncios locais em cinemas.

O balde bong de Scary Movie 6 é real ou apenas marketing?

Talvez o item que mais gerou ceticismo nas redes sociais seja o balde-bong (sim, aquele tipo de bong) recheado com pipoca. Projetado para parecer uma verdadeira cachimba de vidro com peça de queimador, cheio de manteiga derretida e fumaça bilionando ao seu redor no vídeo promocional oficial, este balde parecia uma brincadeira elaborada — até que o diretor Michael Tiddes confirmou nos comentários: “Sim… é real!”

Balde de pipoca criativo e engraçado do filme Scary Movie 6
(Reprodução / Estúdio)

Seja ele realmente disponível em cinemas ou não, o conceito é um pilar central do humor de Scary Movie 6: uma franquia construída sobre paródia agora parodiando a própria loucura dos baldes de pipoca que tomou conta da cultura pop desde o lançamento do icônico balde sandworm de Dune: Parte Dois em 2024. Os baldes-bong virão em múltiplos tamanhos, todos recheados de pipoca nas fotos de divulgação — uma peça deliberadamente absurda que encaixa perfeitamente na identidade cômica da série.

Este item exemplifica como Scary Movie 6 está operando em um nível meta que a franquia sempre dominou: ao criar merchandise que é em si uma paródia da própria indústria de merchandise cinematográfico, o filme já está fazendo seus filósofos de marketing.

Quais são todos os items de merchandise confirmados?

  • Balde WAZZUP Phone — Telefone celular tipo tijolo com brilho no escuro; distribuidor ainda desconfirmado
  • Balde-Bong — Cachimba de vidro com pipoca; disponibilidade incerta (possivelmente viral apenas)
  • Copo colecionável AMC — Copo reutilizável grande com Ghostface paródia usando fones de ouvido; inclui bebida de fonte, disponível a partir de 4 de junho

O copo da AMC é o item com distribuição mais clara até agora. O copo grande reutilizável traz um Ghostface paródia em estado tranquilo, usando fones de ouvido em uma pose descontraída que subverte completamente a ameaça típica do personagem. Cada unidade vem com uma bebida de fonte grande incluída, tornando-o tanto colecionável quanto funcional — e a AMC está chamando de “lendário souvenir”, o que histórico da rede sugere que pode desaparecer rapidamente das prateleiras.

Onde e quando comprar o merchandise de Scary Movie 6?

A distribuição ainda é um mistério para a maioria dos itens. O copo AMC é confirmado para compra presencial em locais AMC Theatres a partir de quinta-feira, 4 de junho, junto com sessões antecipadas do filme.

O balde WAZZUP Phone provavelmente seguirá o modelo tradicional de lançamento em-cinema limitado que tornou buckets recentes tão procurados — mas por enquanto sua localização permanece secreta. Para o balde-bong, a distribuição é a maior incógnita: se realmente chegar aos cinemas, um lançamento de tirada limitada parece provável, considerando seu fator novidade.

Regal, Cinemark e Alamo Drafthouse ainda não anunciaram seus próprios baldes ou colecionáveis exclusivos, deixando uma porção do mercado ainda desvendada para o fim de semana de abertura. Historicamente, Regal disponibiliza itens colecionáveis através de sua loja online, então se o cinema apresentar algo exclusivo, provavelmente será comprável digitalmente sem necessidade de visita presencial.

Por que esses baldes importam para o lançamento de Scary Movie 6?

A mercadoria de cinema evoluiu de um afterthought para um driver estratégico de buzz e receita tangível. Scary Movie 6 está usando essa ferramenta com precisão cirúrgica: ao criar merchandise que é ele próprio uma paródia, o filme gera conversas não apenas sobre o filme, mas sobre a indústria que o rodeia. Fãs estão compartilhando imagens do balde-bong, debatendo se é real, tirando print do copo AMC — tudo sem o filme ter estreado ainda.

Além disso, estes itens garantem múltiplas “razões para ir ao cinema” em uma era de streaming onde audiências precisam ser convencidas. Você não vai só ver Scary Movie 6; você vai coletar um pedaço de pop culture que resume exatamente o que a franquia sempre representou: diversão desavergonhada e autoconsciente que sabe exatamente como se vender.

A estratégia de marketing de Scary Movie 6 tem sido uma máquina bem oleada desde a reveal criativa do logo em dezembro de 2025, e este merchandise continua esse momentum. Se estes baldes vendem tão bem quanto se espera, prepare-se para uma onda ainda maior de merchandise paródia chegando aos cinemas — porque quando o absurdo vira dinheiro, Hollywood nunca para.

Fonte: thedirect.com

Mestres do Universo: o que o final revela sobre o futuro de He-Man

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O final de Mestres do Universo não encerra a história — apenas abre as portas para uma franquia muito maior. O filme mata o vilão principal, restaura a paz em Eternia e coloca Adam no trono como He-Man definitivo, mas usa suas cenas pós-créditos para plantar sementes que garantem sequências, derivados e expansões do universo por vários anos. A vitória tem preço, novos personagens aparecem nas sombras, e a ameaça que parecia derrotada não está realmente morta.

Como termina a batalha contra Esqueleto em Mestres do Universo?

O confronto final contra Esqueleto resulta na derrota do vilão, mas Eternia paga um preço devastador: o rei Randor morre como consequência direta dos eventos em Snake Mountain. A vitória não é limpa nem celebratória — é amarga, complexa, marca pela perda de líderes enquanto a resistência sobrevive. Roboto, destruído durante a batalha, consegue ser reconstruído por Duncan, reforçando que nem tudo é perdido apesar da devastação.

Com a paz restaurada, Adam assume definitivamente seu papel como He-Man e passa a proteger Eternia. O filme vai além e mostra um detalhe crucial para o futuro da franquia: Adam leva Hussein, seu amigo humano da Terra, para visitar o planeta mágico. Esse detalhe aparentemente pequeno é estrutural. A ligação direta entre os dois mundos agora está confirmada e oficializada, abrindo caminho para que personagens de ambos os lados convivam, se aliem ou enfrentem ameaças compartilhadas em sequências futuras.

Mestres do Universo: cena final que revela o futuro de He-Man
(Reprodução / Estúdio)

Quem aparece nas cenas pós-créditos de Mestres do Universo?

O filme possui duas cenas pós-créditos que redefinem completamente o escopo da franquia. A primeira é sobre família real e sucessão: Duncan e a rainha Marlena conversam e é mencionado que Adam não foi a única criança enviada para longe de Eternia durante o ataque de Esqueleto anos atrás. Outro membro da família real foi separado e criado em segredo.

A cena então apresenta Adora, a futura She-Ra, em outro planeta onde já atua como guerreira e líder de seu próprio povo. O rosto dela não é mostrado completamente, o que indica claramente que a atriz ainda não foi escalada oficialmente. É um movimento inteligente: confirma o personagem ao fã-base, planta a promessa de uma continuação focada nela, mas mantém flexibilidade para futuro casting. She-Ra não é um personagem adicional — é uma irmã de Adam, um elemento dinástico que expande o mundo.

A segunda cena pós-créditos é ainda mais relevante para o futuro imediato. Evil-Lyn encontra a cabeça de Esqueleto após a batalha. Enquanto a observa derrotada, ela ouve sua gargalhada característica ecoando. O momento deixa cristalino: Esqueleto continua vivo de alguma forma, capaz de se regenerar ou retornar. Como o vilão principal da franquia, ele permanece a ameaça mais natural e narrativamente lógica para sequências, derivados e expansões do universo.

Esqueleto, o vilão de Mestres do Universo, em cena do filme que revela o futuro de He-Man
(Reprodução / Estúdio)

Vai haver romance entre Adam e Teela?

Durante toda a trama, o filme constrói uma possível história de amor entre Adam e Teela. Ambos cresceram juntos, demonstram forte conexão emocional ao longo da narrativa, e em determinado momento compartilham uma conversa mais íntima e vulnerável. Mas Teela decide manter a relação apenas como amizade profunda, bloqueando o romance no filme atual.

A recusa não elimina o potencial. A produção investe tempo demais nesse relacionamento, planta sinais narrativos claros demais, para que tudo seja descartado. Uma sequência provavelmente aprofundará essa dinâmica, permitindo que os dois explorem romanticamente o que começou como companheirismo. É uma espécie de promessa em aberto que recompensa fãs atentos enquanto mantém o foco do primeiro filme em outras batalhas.

Qual é a lição real de Mestres do Universo?

Desde o início, Adam é visto como fraco. Diferente dos guerreiros convencionais de Eternia que valorizam força bruta e combate, Adam prefere ouvir, entender sentimentos, conectar pessoas. Essa sensibilidade faz dele constantemente subestimado — alguém que não mereceria ser He-Man. Mas é justamente essa característica que o transforma no herói capaz de unir aliados verdadeiros e derrotar Esqueleto quando tudo estava perdido.

O filme estrutura sua narrativa em torno dessa inversão: quando Adam tenta agir sozinho como o guerreiro perfeito que todos esperam, ele fracassa. A vitória só acontece quando ele aceita que sua força não vem apenas dos poderes mágicos de He-Man, mas de sua capacidade genuína de se conectar com os outros, de inspirar lealdade, de ser vulnerável sem perder coragem.

A mesma jornada define Duncan. Consumido pela culpa por não ter conseguido impedir o ataque de Esqueleto no passado — por ter falhado como protetor — ele passa o filme inteiro tentando recuperar confiança em si mesmo. Apenas quando aceita seus erros, reconhece que não poderia ter feito diferente naquele momento, consegue reencontrar seu propósito e reconstruir o que foi perdido.

O verdadeiro significado é claro: coragem não está apenas na força física ou na invulnerabilidade. Está na capacidade de reconhecer falhas, de confiar nos outros mesmo depois de ter sido traído, de continuar lutando mesmo depois das perdas mais pesadas. He-Man não é grande porque tem poderes sobre-humanos — é grande porque escolhe usar qualquer poder que tenha a serviço dos outros, e porque entende que a verdadeira força é coletiva.

Fonte: observatoriodocinema.com.br

O papel secreto de Avan Jogia em Backrooms liga filme ao universo creepypasta

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Avan Jogia tem um papel discreto mas crucial em Backrooms que conecta o filme de horror da A24 diretamente ao lore expandido da série web criada por Kane Pixels. O ator canadense, conhecido por Victorious e 56 Days, interpreta Naren Warne, um pesquisador da Async Research Institute que aparece na cena de abertura do filme em formato found-footage, capturada em 19 de junho de 1990. Embora sua aparição seja breve — Jogia aparece apenas em um crachá de identificação encontrado depois — a conexão de seu personagem com a mitologia creepypasta revela como o filme expande deliberadamente o universo da web series para a tela grande.

O sucesso de bilheteria de Backrooms no fim de semana de estreia provou que a A24 conseguiu transformar um fenômeno underground de 4chan em entretenimento de escala global, sem perder as camadas de lore que fazem a comunidade de fãs se envolver profundamente. A abertura com Naren Warne é apenas a primeira de muitas conexões sutis que recompensam quem conhece a web series de Kane Pixels.

Avan Jogia em cena do filme Backrooms, conectando o universo creepypasta ao cinema
(Reprodução / Estúdio)

Quem é Naren Warne no filme Backrooms?

Naren Warne é um funcionário da Async Research Institute que participa de uma expedição aos Backrooms dez dias antes do personagem principal Clark entrar naquela realidade distorcida. A abertura do filme mostra a jornada de Naren em estilo found-footage, com o ator usando roupa de hazmat enquanto explora os ambientes estranhos. O que torna sua missão particularmente intrigante é o fato de que ele é morto por uma versão corrompida de Clark — conhecida como Pirate Clark — mais de uma semana antes do Clark original sequer atravessar a porta para os Backrooms no dia 29 de junho de 1990.

Essa contradição temporal levanta questões fascinantes sobre como o Backrooms funciona. O diretor Kane Parsons deliberadamente se recusou a explicar completamente esses paradoxos narrativos quando conversou com críticos, criando uma camada de mistério que espelha a estética encontrada em seus vídeos do YouTube. A morte prematura de Naren sugere que o Backrooms não opera em uma linha de tempo linear, ou que a realidade distorcida de alguma forma “lembrança” eventos que ainda não aconteceram.

Como Naren Warne se conecta à série web original?

A verdadeira conexão de Naren com o lore expandido ficou oculta em plain sight até recentemente. Em 2024, um ano depois que a A24 anunciou o filme, Kane Parsons postou e depois apagou uma captura de tela que revelava o nome de Naren Warne ao lado de dois outros pesquisadores da Async: Mark Blume e Ronald McCarthy. Esses três personagens supostamente exploraram juntos “a Complex” — outro nome para os Backrooms — e fizeram alguma descoberta importante durante essa expedição conjunta.

Essa evidência fragmentária sugere que os eventos envolvendo Naren e seus colegas podem ter sido retratados no episódio quatro da web series, intitulado “Missing Persons”, onde Mark Blume e dois colegas sem nome da Async descobrem um cadáver em 3 de fevereiro de 1990. Se Naren Warne era realmente um dos dois colegas não identificados naquele episódio, isso prova que Parsons trabalhou deliberadamente para costurar as identidades dos atores do filme na trama pré-existente da web série.

Cenas do filme Backrooms mostrando atmosfera assustadora dos corredores amarelos do universo creepypasta
(Reprodução / Estúdio)

O que o fim de Backrooms sugere sobre o futuro da Async?

Quando os créditos rolam, Dr. Mary Kline, interpretada por Renate Reinsve, consegue escapar de Pirate Clark e é escoltada para fora dos Backrooms por exploradores da Async. Ela é então interrogada nas instalações da empresa, deixando em aberto a possibilidade de que ela revele mais sobre as operações secretas da instituição. Se a A24 avançar com uma sequência — o que parece provável dado o desempenho em bilheteria — há espaço narrativo para aprofundar a história da Async e seus funcionários, tanto novos quanto familiares aos espectadores da web série.

O arquivo que ainda existe sobre Naren Warne e seus colegas oferece pistas de um passado compartilhado de fracassos, desaparecimentos e descobertas inquietantes. Expandir esse material em uma sequência seria uma maneira inteligente de manter os fãs da web série engajados enquanto atrai novos espectadores que entram no universo pelo filme de horror da A24. A escolha de Parsons de manter a ambiguidade sobre exatamente como esses paradoxos temporais funcionam também deixa espaço para exploração sem cair na armadilha de sobre-explicar o inexplicável — um erro comum em franquias de horror que tentam racionalizar o sobrenatural.

Por que a breve aparição de Avan Jogia importa para o lore

Embora Avan Jogia nunca tenha aparecido explicitamente na série web antes de seu papel cinematográfico, sua inclusão no filme sintetiza a abordagem de Kane Pixels em relação à adaptação: trazer atores conhecidos para papéis fundamentados em lore pré-existente, criando uma sensação de que o universo Backrooms sempre foi maior do que qualquer um tinha percebido. Naren não é uma invenção do roteiro de cinema — ele estava ali o tempo todo, nos fragmentos de diálogos deletados, nas screenshots descartadas, nas descobertas suspensas que Parsons plantou ao longo dos anos de criação da web série.

Essa abordagem de “lore oculta” recompensa fãs de longa data enquanto permanece acessível para espectadores casuais que assistem o filme sem ter visto um único vídeo de Kane Pixels. É uma técnica sofisticada de worldbuilding que transforma cada pista — um crachá, um nome em uma captura de tela apagada, uma data específica — em prova de que a Async e seus mistérios foram cuidadosamente construídos através de múltiplas mídias por anos.

Fonte: thedirect.com

Batman 2 e Superman vão quebrar tradição de 84 anos da DC em 2027

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Pela primeira vez em 84 anos de história do cinema, Batman e Superman terão filmes solo live-action chegando aos cinemas no mesmo ano em 2027. Batman: Parte 2 estreia em 30 de setembro, enquanto Superman: Homem do Amanhã chega em 8 de julho do mesmo ano — uma quebra de tradição que marca uma mudança radical na forma como a DC administra seus maiores heróis no cinema.

Desde o primeiro seriado cinematográfico do Batman em 1943, os estúdios nunca permitiram que os dois personagens dividissem o mesmo ano no cinema. A decisão de 2027 reflete não apenas a confiança renovada da DC em seus projetos, mas também como o mercado de super-heróis evoluiu nos últimos anos — e por que essa estratégia agora faz sentido.

Batman 2 e Superman em cena do filme de 2027 que quebra tradição de 84 anos da DC
(Reprodução / Warner Bros.)

Por que a DC nunca havia lançado Batman e Superman no mesmo ano?

Durante décadas, os estúdios de cinema evitaram deliberadamente lançar filmes dos dois heróis simultaneamente. A razão era simples: o medo de que um projeto prejudicasse o desempenho de bilheteria do outro. Quando não existiam universos compartilhados estabelecidos, cada filme de super-herói era tratado como um evento isolado, e a competição por público era real.

Os executivos da DC acreditavam que Batman e Superman disputariam a mesma audiência — aquela massa crítica de fãs dispostos a ir ao cinema ver um blockbuster de heróis. Lançar dois filmes dessa magnitude no mesmo ano significava dividir essa audiência, reduzindo o potencial de bilheteria de ambos. A lógica comercial era: melhor espaçar os lançamentos e deixar cada herói ter seu momento de glória exclusivo.

Mas o sucesso do Universo Cinematográfico Marvel demoliu esse pressuposto. A Marvel provou que o público está perfeitamente disposto a acompanhar múltiplos filmes de heróis no mesmo ano — às vezes no mesmo trimestre. O público cresceu, o mercado se expandiu, e a ideia de exclusividade perdeu seu poder.

Como Superman Homem do Amanhã recuperou a confiança da DC

Superman: Homem do Amanhã foi o catalisador dessa mudança estratégica. Após anos de críticas ao DCU anterior, o novo filme sob o comando de James Gunn representou um reset bem-recebido. O trailer gerou entusiasmo genuíno — algo raro para a DC em tempos recentes — e sinalizou que a franquia estava pronta para uma abordagem diferente: mais colorida, mais otimista, mais próxima da essência clássica do Superman.

Com Superman recuperando o interesse do público, a DC finalmente se sentiu segura o suficiente para fazer o impensável: lançar Superman e Batman no mesmo ano. Não seria possível sem a demonstração de força que Superman representa neste novo ciclo.

Batman e Superman juntos em cena do filme Batman 2, quebrando tradição de 84 anos da DC em 2027
(Reprodução / Warner Bros.)

Duas visões radicalmente diferentes do cinema de super-heróis

O que torna essa estratégia viável em 2027 é o fato de que Batman: Parte 2 e Superman: Homem do Amanhã não competem pelo mesmo público — pelo menos não da forma que a DC temia há décadas.

Under James Gunn, Superman segue uma abordagem vibrante e esperançosa. O filme abraça cores, humor e a noção de heroísmo idealizado. É um Superman que inspira, que resgata pessoas de forma épica, que acredita no bem da humanidade.

Batman: Parte 2, sob o comando de Matt Reeves, continua explorando Gotham como um lugar sombrio, realista e moralmente ambíguo. O Batman de Robert Pattinson é um detetive noir mais próximo dos quadrinhos clássicos de crime do que do espetáculo típico dos blockbusters. É um herói que trabalha nas sombras, obcecado e brutal.

Essas duas visões atraem públicos diferentes. Quem quer um filme de super-herói otimista e explosivo escolhe Superman. Quem quer um thriller criminal com herói mascarado escolhe Batman. Em teoria, eles não pisam nos pés um do outro.

Os universos permanecem separados — por enquanto

Um detalhe importante: Robert Pattinson não está no mesmo universo que David Corenswet. O Batman de Reeves continua seu próprio caminho, isolado do DCU em reconstrução. Não há planos anunciados para um encontro entre os dois heróis, o que significa que a DC está apostando em universos paralelos coexistindo — algo que seria impensável há alguns anos.

Há ainda o projeto The Brave and the Bold, que apresentará uma terceira versão do Batman para o universo principal do DCU, desta vez ao lado de Damian Wayne como Robin. Então tecnicamente, em 2027, teremos dois Batmans diferentes em desenvolvimento para a DC, cada um em seu próprio contexto narrativo.

Essa fragmentação poderia parecer caótica, mas reflete uma verdade do cinema moderno: os heróis podem coexistir em múltiplas versões, e o público está acostumado com isso. As pessoas assistem Homem-Aranha no MCU, Batman de Reeves e ainda assim continuam entusiasmadas com novas iterações de ambos.

O que 2027 representa para o futuro da DC

Essa coincidência de datas é mais do que um detalhe de calendário — é um símbolo de confiança. A DC finalmente acredita que pode lançar seus dois maiores heróis no mesmo ano e ambos terem sucesso. Isso não teria sido possível cinco anos atrás. Exigia um novo regime criativo, filmes bem recebidos, e uma compreensão renovada de que o mercado de super-heróis é grande o suficiente para múltiplas ofertas.

Se Batman: Parte 2 e Superman: Homem do Amanhã forem bem-sucedidos em 2027, a DC terá provado que sua estratégia multiversal funcionou. Se um ou ambos falharem, a franquia pode voltar ao conservadorismo dos anos anteriores. Mas por enquanto, 2027 é um experimento ousado que quebraria uma regra de ouro que durou praticamente um século.

Fonte: observatoriodocinema.com.br

Davi: Nasce um Rei — por que a Animação não Consegue Comover Apesar dos Visuais

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Davi: Nasce um Rei, nova animação disponível na Netflix, prova que qualidade visual não é suficiente para uma história emocionar. O filme entrega uma produção técnica notável e fidelidade respeitosa ao material bíblico, mas protagonista genérico e roteiro previsível impedem que a jornada do jovem pastor se torne verdadeiramente memorável. É competente, agradável — e exatamente por isso tão esquecível quanto uma grande parte das animações religiosas lançadas nas últimas décadas.

O que é Davi: Nasce um Rei e onde assistir?

O longa acompanha a trajetória de Davi desde sua juventude como pastor de ovelhas até sua ascensão como futuro rei de Israel. A narrativa adapta os principais acontecimentos do Livro de Samuel, começando com a famosa batalha contra Golias — que, surpreendentemente, ocorre logo nos primeiros atos, deixando a maior parte da duração para explorar a relação de Davi com o rei Saul e sua jornada política rumo ao trono. É uma abordagem acessível para toda a família, disponível na Netflix.

Davi em cena da animação Nasce um Rei, mostrando personagem principal em momento dramático
(Reprodução / Estúdio)

Por que a animação impressiona visualmente mas falha emocionalmente?

O paradoxo de Davi: Nasce um Rei é que seus maiores acertos tecnicamente se tornam insuficientes para salvar uma narrativa fraca. Os cenários são detalhados, a iluminação é caprichada, e a recriação da antiga Israel funciona de forma convincente. Paisagens áridas, campos abertos e ambientes internos recebem um nível de acabamento que lembra produções de grandes estúdios. Tecidos, roupas, fogo e água ganham cuidado especial que torna o mundo visualmente vivo.
A batalha contra Golias, em particular, é apresentada de forma grandiosa e visualmente marcante — exatamente o tipo de cena que deveria servir como ponto emocional de impacto máximo. Mas depois dela, a história perde ritmo e passa a avançar de forma burocrática. Esse é o problema central: a animação consegue construir um mundo belíssimo para uma história que não merecia.
Davi como personagem nunca ganha camadas além de suas características básicas — é bondoso, corajoso, determinado. Previsível. Os personagens secundários sofrem do mesmo problema: poucos recebem desenvolvimento suficiente para criar vínculos reais com o público. As músicas originais funcionam dentro da proposta familiar, mas são instantaneamente esquecíveis.

Cena da animação Davi: Nasce um Rei mostrando o personagem Davi em momento dramático
(Reprodução / Estúdio)

Um herói genérico em uma jornada conhecida

Enquanto clássicos do gênero como O Príncipe do Egito conseguem combinar fidelidade ao material original com personalidade narrativa própria, Davi: Nasce um Rei escolhe apenas cumprir a função. Não tenta reinventar a história bíblica, não oferece interpretações ousadas. Seu objetivo é apresentar a narrativa para público familiar e religioso da forma mais acessível possível — e alcança exatamente isso. Nada mais, nada menos.
A duração de quase duas horas pesa em vários momentos. Estrutura clássica de jornada do herói funciona bem o suficiente para manter interesse até o final, mas raramente dispara adrenalina ou gera identificação. É competente. Há cuidado com a mensagem, respeito ao material original, produção visual acima da média para animações religiosas. O resultado? Uma produção agradável que dificilmente alcança a força emocional necessária para transcender seu gênero.
Falta alma em vários momentos — e não é porque a fé não esteja presente em cada cena, mas porque nenhum dos personagens consegue fazer você se importar com seu destino antes que ele seja entregue.
Nota: 3 de 5 estrelas

Fonte: observatoriodocinema.com.br

Cape Fear: Como Nick Antosca evita adolescentes chatos e desorienta a plateia

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O criador de Cape Fear revelou em entrevista exclusiva como o novo drama de Apple TV+ navega por um dos tropeços mais comuns da TV: personagens adolescentes rebeldes e irritantes. Nick Antosca, conhecido por suas narrativas de horror em séries como Channel Zero e Antlers, explicou que a autenticidade emocional é a chave para evitar este clichê que frustra tanto o público. A série, que estreia em 5 de junho de 2026, traz a terceira adaptação da clássica história de terror com Javier Bardem no papel do perigoso Max Cady.

Como Nick Antosca evita o clichê de adolescentes rebeldes?

Para Antosca, o segredo está em garantir que cada adolescente “venha de um lugar de autenticidade emocional”. Não é sobre fazê-los comportados ou previsíveis — é sobre captar aquele sentimento genuíno de frustração e teimosia que realmente define a adolescência. O criador enfatizou que parte do sucesso está na casting: encontrar atores que pareçam com a lembrança que você tem de ser adolescente, com toda aquela vontade de descobrir por que os adultos estão mentindo para você.

Na série, os papéis adolescentes são interpretados por Lily Collias e Joe Anders. Antosca revelou que se apaixonou por ambos como atores. Ele particularmente mencionou ter visto Collias em “Good One”, um filme do festival de Sundance, e ficou impressionado com sua presença na tela. Para ele, adolescentes são naturalmente rebeldes e difíceis — e isso é válido desde que venha de um lugar verdadeiro.

Cena da série Cape Fear mostrando tensão e suspense na narrativa de Nick Antosca
(Reprodução / Estúdio)

Por que Cape Fear merecia ser adaptada uma terceira vez?

A pergunta que muitos fazem é óbvia: por que retornar a esta história novamente? Antosca tem uma resposta elegante. Segundo ele, cada versão de Cape Fear reflete a época em que foi produzida. O conceito é como uma fábula — uma família americana perfeita é aterrorizada por um monstro. A versão dos anos 1960 e a dos anos 1990 são vastamente diferentes, explorando medos e valores distintos de suas eras.

A versão de 2026 captura os temores atuais dos anos 2020: paranoia, incerteza sobre a verdade, vítimas disfarçadas de vilões e vilões disfarçados de vítimas. Antosca viu neste material clássico a oportunidade de explorar como estes temas transcendem décadas, mas ganham camadas novas dependendo do contexto histórico. Cada geração encontra seus próprios medos nesta narrativa elementar.

Como Nick Antosca desorienta a plateia sem frustrar?

Um dos traços mais distintivos do trabalho de Antosca é sua capacidade de fazer o público dizer “o quê?” a cada reviravolta. Em entrevista, ele explicou que literalmente escreve “o que diabos aconteceu?” nos scripts para marcar esses momentos conscientes de desorientação. Na sala de roteiro, sua equipe frequentemente surpreende a si mesma — alguém pitcha algo completamente absurdo, e de repente percebem que faz sentido narrativo.

Mas há um equilíbrio delicado. Fazer perguntas e dar poucas respostas pode alienar a plateia. Antosca descreveu este processo como “andar na corda bamba”. A equipe passa horas na sala de roteiro experimentando, moldando ideias como argila molhada. Até quando os scripts chegam aos atores, ele diz “ainda é argila molhada — estamos ainda brincando com isso”, permitindo evolução na página, no set e na edição até encontrar o ponto de equilíbrio perfeito entre tensão, mistério, satisfação e autenticidade psicológica.

Cena de Cape Fear mostrando personagem em momento tenso e desorienta
(Reprodução / Estúdio)

Como Cape Fear gaslight tanto os personagens quanto a plateia?

Max Cady, interpretado por Javier Bardem, definitivamente não é um bom sujeito. Mas parte do genialidade de Cape Fear é que a série gaslight não apenas os personagens principais (Amy Adams e Patrick Wilson como Anna e Tom Bowden), mas também a plateia. Enquanto assistimos, questionamos nossas próprias simpatias e percepções sobre Max.

Antosca descreve isto como “uma jornada” pela qual a plateia passa. As simpatias mudam, as perguntas sobre os personagens e o mundo evoluem. Para ele, isto é o aspecto mais delicioso da narrativa televisiva: você pode brincar com a verdade por um tempo, construir tensão, escalar conflito e misdireccionar — tudo enquanto mantém o público engajado porque estão realmente indo junto nesta jornada de incerteza.

Qual é o elenco principal de Cape Fear?

  • Javier Bardem como Max Cady — o convicto perigoso liberado da prisão determinado a se vingar
  • Amy Adams como Anna Bowden — uma das advogadas responsáveis pela condenação original de Max
  • Patrick Wilson como Tom Bowden — o outro advogado alvo da vingança de Max
  • Lily Collias como a filha adolescente dos Bowdens — um dos personagens centrais que evita o clichê de adolescente irritante
  • Joe Anders como o filho adolescente dos Bowdens — complementando a dinâmica familiar instável

Onde assistir Cape Fear no Brasil?

Cape Fear está disponível no Apple TV+, com estreia programada para 5 de junho de 2026. A série representa a primeira versão televisiva da história, seguindo as adaptações cinematográficas de 1962 e 1991.

Fonte: thedirect.com

Supergirl revela Superman e Lobo em trailer final; entenda a nova era do DCU

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A Warner Bros. lançou o trailer final de Supergirl nesta quarta-feira (3) com aparições de Superman e Lobo, marcando um divisor de águas na estratégia narrativa do novo universo cinematográfico da DC sob comando de James Gunn. O material divulgado revela como a prima do Superman será integrada à trama expandida do DCU, deixando claro que este não é um filme isolado, mas um pivô narrativo na reconstrução da franquia.

Supergirl revela Superman e Lobo em trailer final do DCU
(Reprodução / Warner Bros.)

O que o trailer final de Supergirl revela sobre a trama?

O trailer mostra Kara Zor-El forçada a se unir a um companheiro improvável — Lobo, o caçador de recompensas cósmico interpretado por Jason Momoa (Aquaman). A sinopse confirma que quando “um inimigo inesperado e implacável surge”, Kara embarque em uma “jornada cósmica épica, onde vingança e justiça estão em jogo” e onde ela precisará “confrontar suas origens para encontrar seu próprio caminho como heroína”. Esta é uma descrição que sugere arcos de amadurecimento mais sombrio do que o arquétipo tradicional do super-herói.

O vilão do filme é Krem das Colinas Amarelas, interpretado por Matthias Schoenaerts, um personagem tirado diretamente da minissérie que inspira o longa. O confronto promete ser visceral — o trailer mostra cenas de luta intensa e Supergirl em situações de risco real, longe do tom convencional do cinema de super-heróis.

Como Supergirl se conecta ao Superman e ao novo DCU?

Milly Alcock (A Casa do Dragão) já apareceu em Superman (2025) antes de protagonizar sua própria história. David Corenswet retorna como o homem de aço, e sua presença no trailer final sinaliza que o DCU está construindo um teia de conexões onde personagens secundários ganham protagonismo e profundidade. O diferencial de Gunn é claro: Supergirl não é apenas “a prima jovem do Superman”, mas uma heroína com sua própria jornada, moldada por sobrevivência, conflito e escolhas morais mais complexas.

A volta de Jason Momoa (Aquaman) como Lobo — em um papel completamente diferente de seu Superman anterior — mostra que o diretor está aproveitando atores para papéis contra-tipagem, criando surpresas narrativas e expandindo o universo de forma inteligente.

Qual é o elenco de Supergirl?

  • Milly Alcock como Kara Zor-El/Supergirl — a protagonista, prima do Superman com sua própria jornada cósmica
  • David Corenswet como Superman — o primo de Kara que retorna em participação especial
  • Jason Momoa como Lobo — o caçador de recompensas cósmico, aliado improvável de Supergirl
  • Matthias Schoenaerts como Krem das Colinas Amarelas — o vilão principal do filme
  • David Krumholtz como Zor-El — pai de Kara (em flashbacks ou explicações)
  • Emily Beecham como Alura In-Ze — mãe de Kara
  • Eve Ridley como Ruthye Marye Knoll — uma aliada alienígena chave na trama
  • Ferdinand Kingsley (Reacher) como Elias Knoll — pai de Ruthye
  • Diarmaid Murtagh como Drom Baxton — braço direito do vilão Krem

Por que Supergirl é baseado em uma minissérie da DC?

O filme é inspirado em Supergirl: Woman of Tomorrow, minissérie escrita por Tom King e ilustrada por Bilquis Evely, que foi aclamada por apresentar uma Supergirl mais madura, introspectiva e sombria. King e Evely reimaginaram o personagem longe dos tropos tradicionais, focando em resiliência, trauma e crescimento forjado na adversidade. Gunn adotou essa abordagem, entendendo que o público moderno de DC quer heroínas complexas, não símbolos simplistas.

A escolha de adaptar uma graphic novel renomada em vez de criar uma história original do zero mostra a confiança de Gunn no material-fonte. O resultado é um filme que promete ser diferente das interpretações anteriores de Supergirl na televisão — menos “heroína ingênua em aprendizado” e mais “guerreira cósmica em busca de identidade”.

Quando Supergirl estreia e qual é a duração?

Supergirl chega aos cinemas em 25 de junho de 2026 e será o filme mais curto do novo DCU — uma informação que sugere que Gunn prioriza narrativa compacta e economicidade de tempo. Nenhuma cena fora do propósito, nenhuma digressão desnecessária. É uma abordagem que contrasta com os épicos de três horas que dominaram blockbusters nos últimos anos.

Com a estreia marcada, Supergirl se posiciona como uma das produções mais aguardadas da reformulação do DCU, que está sendo comandada por Gunn e Peter Safran. O trailer final não deixa dúvidas: este é um filme que promete revolucionar como a DC aborda seus super-heróis femininos no cinema.

Fonte: observatoriodocinema.com.br

Live volta ao Brasil com shows confirmados em São Paulo e Porto Alegre em 2025

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A banda Live retorna ao Brasil em setembro de 2025, após mais de duas décadas afastada do país. O projeto histórico do rock alternativo dos anos 1990 confirma dois shows: 9 de setembro em São Paulo e 11 de setembro em Porto Alegre — a primeira volta desde 2003.

Quando e onde a Live toca no Brasil em 2025?

Os shows estão marcados para 9 de setembro na Vibra, em São Paulo, e 11 de setembro no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre. A banda promete uma setlist especial montada exclusivamente para essa turnê de retorno na América Latina, conforme comunicado pelo vocalista Ed Kowalczyk na apresentação oficial do projeto.

Como comprar ingressos para os shows da Live?

A pré-venda começa na sexta-feira, 5 de janeiro de 2025, às 10h, exclusivamente para assinantes do Clube Opus — o programa de vantagens da Opus Entretenimento, produtora responsável pela turnê. A venda aberta ao público acontece na terça-feira, 9 de janeiro, no mesmo horário. Os ingressos serão comercializados exclusivamente pela plataforma Eventim e em pontos autorizados.

Por que esse retorno é importante para os fãs?

A última vez que o Live pisou em solo brasileiro foi 2003 — mais de 20 anos atrás. Na época, a banda tocou no antigo Via Funchal, em São Paulo, e no Brasília Music Festival, na capital federal. O intervalo de duas décadas torna esse show um evento histórico para a geração que cresceu com clássicos como “Lightning Crashes” e “Selling the Drama”, além de uma oportunidade rara para fãs mais recentes conhecerem a banda ao vivo. O projeto do rock alternativo americano se consolidou como fenômeno dos anos 1990 e segue com influência duradoura no gênero, tornando qualquer apresentação um marco para os admiradores da música ao vivo de qualidade.

O que Ed Kowalczyk disse sobre o retorno?

O vocalista e guitarrista Ed Kowalczyk celebrou o anúncio em declaração oficial: “Mal podemos esperar para ver todos vocês e cantar juntos! O show que montamos está muito especial e estamos contando as horas para compartilhá-lo com vocês!” O entusiasmo reflete a importância emocional do retorno para a banda, que mantém conexão profunda com o público latino-americano apesar da ausência de duas décadas.

A trajetória do Live e sua importância para o rock dos anos 1990

O Live se consolidou como um dos pilares do rock alternativo da década de 1990, período em que bandas como Pearl Jam, Soundgarden e Alice in Chains redefiniam o gênero. Com álbuns aclamados como “Throwing Copper” (1994) e “Secret Samadhi” (1997), o grupo conquistou platina múltiplas vezes nos EUA e tornou-se figura constante nas rádios de rock de todo o mundo. Sua pausa e retorno periódicos geraram legado duradouro, consolidando a banda como essencial para entender a evolução do rock alternativo americano — razão pela qual sua volta ao Brasil é evento significativo para historiadores e fãs do gênero.

Fonte: rollingstone.com.br

Backrooms: um Não-Lugar quebra recorde histórico da A24 em apenas 6 dias de cartaz

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Backrooms: Um Não-Lugar alcançou US$ 100 milhões na bilheteria doméstica americana em apenas seis dias de exibição, consolidando-se como o maior sucesso da história da A24 no mercado dos EUA. O filme de terror dirigido por Kane Parsons superou o recorde que pertencia a Marty Supreme (US$ 96 milhões), lançado em dezembro de 2024, em menos de uma semana — um feito praticamente inédito na distribuição independente de filmes de gênero.

Cena do filme Backrooms: um Não-Lugar que quebrou recorde histórico da A24
(Reprodução / A24)

Como um filme de terror estreante se tornou o maior hit da A24?

O fenômeno começou no primeiro fim de semana. Backrooms: Um Não-Lugar arrecadou US$ 81 milhões em sua estreia, estabelecendo o melhor lançamento de abertura na história da A24, o maior resultado já registrado por um diretor estreante em uma produção original (fora de franquias) e o melhor lançamento de um filme de terror original de todos os tempos. A velocidade com que atingiu a marca de três dígitos não deixa margem para dúvida: estamos diante de um fenômeno cultural que transcende o cinema de horror tradicional.

O sucesso não é apenas numérico — reflete como Kane Parsons, criador da série The Backrooms no YouTube, conseguiu traduzir o fascínio viral da internet para uma experiência cinematográfica visceral. A transição de conteúdo digital para blockbuster é rara e delicada, mas aqui funcionou perfeitamente. O público que acompanhava os vídeos na plataforma migrou para os cinemas, trazendo consigo amigos e familiares intrigados pelo buzz em redes sociais.

Backrooms vai ultrapassar o recorde mundial de Marty Supreme?

Embora Marty Supreme, estrelado por Timothée Chalamet, permaneça como o maior sucesso mundial da A24 com US$ 191 milhões arrecadados globalmente, a expectativa é que Backrooms: Um Não-Lugar ultrapasse esse número nas próximas semanas. Se a curva de arrecadação se manter e o filme conquistar mercados internacionais com a mesma força, ele pode redefinir o teto financeiro da distribuidora. O fato de ter desbancado o recorde doméstico tão rapidamente sugere que a força deste título é genuína e sustentável.

A diferença crucial é que Marty Supreme teve um lançamento mais convencional, enquanto Backrooms capitaliza um fenômeno de internet real — e isso pode ser mais poderoso a longo prazo. Fãs e curiosos continuam descobrindo o filme, diferente do padrão de queda acentuada após a segunda semana que marca a maioria dos lançamentos hollywoodianos.

Cena do filme Backrooms mostrando ambiente claustrofóbico e assustador
(Reprodução / A24)

Qual é a sinopse de Backrooms: Um Não-Lugar?

O filme acompanha Clark, dono de uma loja de móveis, que descobre uma passagem misteriosa para os Backrooms — aquele não-lugar labiríntico e perturbador da internet — escondida dentro de seu prédio. Após desaparecer nesse realm kafkiano, sua terapeuta, Dra. Mary Kline, decide entrar no território desconhecido para buscá-lo e trazê-lo de volta. O que segue é uma jornada de horror psicológico onde as regras da realidade não se aplicam e cada corredor amarelado guarda um novo tipo de terror.

Quem está no elenco de Backrooms: Um Não-Lugar?

  • Chiwetel Ejiofor como Clark — o proprietário da loja de móveis que descobre a passagem para os Backrooms
  • Renate Reinsve como Dra. Mary Kline — a terapeuta que entra no não-lugar para resgatá-lo
  • Mark Duplass — papel no elenco de suporte
  • Finn Bennett — personagem secundário
  • Lukita Maxwell — papel no elenco
  • Avan Jogia — personagem de suporte

Por que Backrooms é tão assustador segundo críticos?

O horror em Backrooms: Um Não-Lugar não depende de jump scares baratos ou criaturas bem definidas — funciona através do desconforto existencial, aquela sensação de estar em um lugar que não deveria existir, onde a lógica espacial falha. A direção de Kane Parsons enfatiza a claustrofobia arquitetônica, corredores infinitos e uma atmosfera de isolamento completo. Diferente do terror sobrenatural tradicional, o filme explora o pavor da perda de identidade e realidade, o que ressoa profundamente com audiências cansadas de horror convencional.

Críticos apontam que o filme cria “um dos terrores mais inquietantes do ano” justamente por não oferecer explicações fáceis ou resolução satisfatória — característico da própria lenda dos Backrooms, que nasceu no internet como um creepypasta sem resposta clara.

Uma sequência de Backrooms já está em desenvolvimento?

Sim. Diante do sucesso monumental, a A24 já confirmou que uma continuação de Backrooms: Um Não-Lugar está em desenvolvimento. A demanda é óbvia: o público quer mais exploração desse universo perturbador, e o filme deixou questões em aberto que pedem por expansão narrativa. A grande questão agora é se Kane Parsons retornará como diretor e roteirista — manter o tom autoral que funcionou tão bem é fundamental para não transformar a franquia em algo genérico.

Onde assistir Backrooms: Um Não-Lugar?

Backrooms: Um Não-Lugar está em cartaz nos cinemas brasileiros. A distribuição no Brasil é feita pela A24, portanto o filme segue em exibição exclusiva em salas de cinema no momento de seu lançamento.

Fonte: observatoriodocinema.com.br