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Episódio 5 de Starfleet Academy traz voz de Avery Brooks e passa bastão de Sisko para nova geração

Episódio 5 de Starfleet Academy traz voz de Avery Brooks
Star Trek: Starfleet Academy exibiu no episódio 5 a aguardada participação de Avery Brooks, ausente das telas desde 1999, por meio de um trecho narrado do álbum de jazz “Here”. A solução, articulada por Tawny Newsome e Cirroc Lofton, permitiu homenagear o capitão Benjamin Sisko sem que o ator precisasse voltar a atuar.

Como a participação foi viabilizada

Newsome, que assina o roteiro ao lado de Kirsten Beyer, contou que a equipe só avançou depois de obter o aval de Brooks. Segundo a atriz, o respeito ao legado do intérprete do capitão era condição inegociável.

Desde o início, sabíamos que a melhor maneira de homenagear Sisko e o próprio Sr. Brooks seria com sua bênção e com seu envolvimento, da forma que ele desejasse.

Lofton, que revive Jake Sisko na série após 27 anos, sugeriu usar a gravação existente. Ele entregou a Newsome um CD físico do álbum e pediu que ela identificasse um trecho que se encaixasse na cena final.

Acabei de ter a ideia de que seria ótimo usar esse álbum que ele gravou.

Trâmite envolveu licenciamento e “spoiler” para Brooks

A permissão para licenciar a faixa exigiu explicar ao ator como o material seria inserido na história. Em diálogo telefônico intermediado por Lofton, Newsome revelou partes do roteiro para convencer o veterano de que o uso seria respeitoso.

O momento mais simbólico ocorreu fora do set, durante uma corrida noturna a um restaurante de sushi. Lofton atendeu uma ligação inesperada de Brooks e colocou Newsome e a estreante Kerrice Brooks — sem parentesco com Avery — em conferência. O trio descreve o telefonema como uma passagem informal do título de “Emissária” ao novo rosto da franquia.

A fala que ecoa pelo Templo Celestial

O episódio termina com a voz de Sisko surgindo do chamado “Templo Celestial”, enquanto a cadete SAM reflete sobre o mito do Emissário. O texto escolhido pertence à faixa declamada por Brooks em “Here”:

Episódio 5 de Starfleet Academy traz voz de Avery Brooks e passa bastão de Sisko para nova geração - Imagem do artigo original

As leis divinas são mais simples que as humanas, e por isso leva uma vida inteira para compreendê-las. Só o amor pode compreendê-las. Só o amor pode interpretar estas palavras como deveriam ser interpretadas.

Retorno duplo à mitologia de Deep Space Nine

Além do áudio inédito, o capítulo marca o reencontro do público com Jake Sisko. Lofton gravou suas cenas como professor visitante na Academia e, nos bastidores, atuou como ponte entre produção e o ex-colega de elenco.

A decisão de incluir a família Sisko atende ao desejo de Newsome de discutir Deep Space Nine “de maneira significativa”. A roteirista já havia resgatado elementos clássicos da franquia, como a recente retomada da lenda de Kahless na cultura klingon.

Principais aspectos do tributo

  • Uso de gravação existente garante presença de Avery Brooks sem filmagens.
  • Cirroc Lofton intermediou licenciamento da faixa e aconselhou a equipe.
  • Kerrice Brooks recebe “bênção” informal para assumir papel de nova Emissária.
  • Episódio foi escrito por Tawny Newsome e Kirsten Beyer e dirigido por Larry Teng.
  • Jake Sisko aparece na tela pela primeira vez desde o fim de DS9, em 1999.

Etapas até a inclusão da voz de Sisko

  1. Lofton sugere usar a narração extraída do álbum “Here”.
  2. Newsome seleciona o trecho que resume o arco emocional da cadete SAM.
  3. Produção negocia direitos autorais diretamente com Avery Brooks.
  4. A equipe revela partes do roteiro ao ator para obter consentimento formal.
  5. Faixa é mixada à cena final, simbolizando diálogo entre Sisko e a nova geração.

Desde o encerramento de DS9, Brooks não voltou a interpretar Sisko e mantém carreira discreta, concentrada em música e ensino. O episódio, portanto, funciona como elo afetivo entre fãs antigos e novos espectadores da franquia. Em um cenário midiático em que outras produções apostam em nostalgia — como o sucesso de Super Mario Bros. no streaming — o retorno do capitão acontece de forma sutil e respeitosa, reforçando o peso do legado criado nos anos 1990.

Star Trek: Starfleet Academy tem previsão de novos episódios para as próximas semanas no Paramount+.

Wonder Man pode abrir caminho para nova Guerra Civil no MCU dez anos após o conflito dos Vingadores

Wonder Man pode abrir caminho para nova Guerra Civil no MCU
O desfecho de Wonder Man, série mais recente da Marvel Studios no Disney+, aponta para um novo embate interno entre super-heróis, cenário que lembra os eventos de Capitão América: Guerra Civil lançado em 2016.

No entanto, a fala de um agente do governo sobre o protagonista, somada a medidas de controle vistas em outras produções recentes, reforça a possibilidade de uma nova divisão de lados dentro do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

Final de Wonder Man coloca Simon na mira do governo

No episódio derradeiro, o Agente Cleary, do Departamento de Controle de Danos (DODC), afirma que os poderes iônicos de Simon Williams podem transformá-lo em “grande ameaça ou valioso ativo”. A colocação não soa casual: nos quadrinhos, Wonder Man assinou o registro de super-humanos e atuou como agente oficial da S.H.I.E.L.D durante o arco original da Guerra Civil.

Se repetir o caminho das HQs, Simon pode fechar acordo com o DODC para caçar ou conter outros indivíduos aprimorados classificados como perigosos. O próprio departamento deixou de ser uma mera equipe de limpeza de escombros para tornar-se órgão de vigilância, equipado inclusive com uma prisão de segurança máxima para superseres.

Clima anti-herói volta a crescer no MCU

A série protagonizada por Yahya Abdul-Mateen II não é o único sinal de endurecimento contra pessoas com habilidades especiais.

  • O “Doorman Clause” em Wonder Man proíbe atores super-poderosos de trabalhar em Hollywood.
  • Em Daredevil: Born Again, o prefeito de Nova York, Wilson Fisk, cria a Força-Tarefa Anti-Vigilantes.
  • Secret Invasion alimenta paranoia pública ao expor a presença secreta de alienígenas Skrull.
  • A revogação dos Tratados de Sokovia não impediu o surgimento de novas políticas de restrição.
  • A iminente introdução de mutantes e dos X-Men tende a intensificar a tensão social.

Em conjunto, essas iniciativas apontam para a retomada da pergunta que dividiu os Vingadores há uma década: quem deve regular os heróis?

Paralelo com o filme de 2016

Lançado em 6 de maio de 2016, Capitão América: Guerra Civil apresentou a cisão entre Steve Rogers e Tony Stark devido à obrigatoriedade de registro imposta pelos Tratados de Sokovia. Agora, o MCU volta a categorizar super-humanos entre “ameaças” e “ativos”, linguagem idêntica à usada pelo DODC contra Simon Williams.

Nesse cenário, personagens como Daredevil, já alvo da força-tarefa municipal, e heróis de origem alienígena podem ter de escolher entre colaborar com o governo ou enfrentar medidas cada vez mais rígidas. Para observadores da indústria, o contexto reforça a permanência de Kevin Feige à frente da Marvel Studios, responsável por coordenar narrativas interligadas que se estendem por cinema e streaming.

Wonder Man pode abrir caminho para nova Guerra Civil no MCU dez anos após o conflito dos Vingadores - Imagem do artigo original

Expansão de vigilância atinge Hollywood e além

Com o Doorman Clause, até a indústria do entretenimento passou a excluir artistas sobre-humanos. A prática ecoa debates de representatividade e ameaça direitos civis de indivíduos com poderes, tema que pode servir de estopim para futuros confrontos dentro da franquia.

A presença do DODC também não se limita aos Estados Unidos. Em Ms. Marvel, a agência perseguiu Kamala Khan até o Paquistão, sugerindo atuação global. Caso Wonder Man aceite colaborar, ele se tornará um recurso estratégico para capturar heróis considerados fora da lei em vários territórios.

Enquanto isso, outras plataformas de streaming reforçam produções de grande escala. A campanha do longa War Machine, embora não pertença à Marvel, evidencia como serviços digitais competem diretamente pela audiência de narrativas militares e super-heróicas, ambiente no qual a Disney+ mantém todas as séries do MCU, incluindo Wonder Man.

O que assistir agora

Todos os episódios de Wonder Man já estão disponíveis no Disney+. A série faz parte da Fase 5 do MCU e dialoga com títulos anteriores, como Daredevil: Born Again e Secret Invasion, também encontrados na plataforma.

Final explicado de O Poder e a Lei 4ª temporada: quem matou Sam Scales

Atenção: este texto tem spoilers do final da 4ª temporada de O Poder e a Lei (The Lincoln Lawyer), da Netflix. Agora todo o final explicado de O Poder e a Lei 4ª temporada.

Cena de O Poder e a Lei (4ª temporada) na Netflix usada em matéria de final explicado
No final da 4ª temporada de O Poder e a Lei, Mickey Haller precisa provar que foi incriminado para sobreviver ao caso.

A 4ª temporada de O Poder e a Lei coloca Mickey Haller no pior cenário possível: ele não é o advogado do caso — ele vira o acusado, depois que Sam Scales é encontrado morto no porta-malas do Lincoln. No fim, a temporada entrega a resposta que todo mundo quer (quem armou para Mickey) e ainda fecha com um gancho direto para a 5ª temporada.

O que Mickey precisava provar para sair vivo

A acusação se apoia em duas coisas simples (e perigosas para ele):

  1. o corpo aparece no carro dele;

  2. o histórico entre Mickey e Sam cria motivo para suspeita.

Então a estratégia da defesa não é “explicar demais”, e sim desmontar a narrativa: mostrar quem tinha interesse real em silenciar Sam — e por que ele foi usado para incriminar Mickey.

Quem matou Sam Scales? O final revela o responsável

No final, a série confirma que Mickey é inocente e que Sam Scales foi morto por Alex/Arman Gazarian, que também armou para incriminar Mickey.

A grande “virada” do desfecho é que o caso deixa de ser “Mickey fez ou não fez?” e passa a ser: como provar o esquema e convencer o júri de que o assassinato foi parte de uma armação calculada.

Como Mickey é inocentado: a prova que vira o jogo

O episódio final entrega uma vitória “suada” porque a defesa precisa conectar os pontos:

  • Sam estava envolvido em golpes/negócios arriscados, o que cria vários inimigos e motivos alternativos.

  • Gazarian entra como o nome que faz sentido dentro do quebra-cabeça: alguém com capacidade de executar o plano e empurrar a culpa para Mickey.

O resultado é que Mickey termina absolvido/limpo diante da Justiça, mas com um custo enorme: reputação, exposição e a sensação de que ele venceu o processo — porém mexeu com gente grande.

O que acontece com a promotoria e o “jogo sujo” no tribunal

Mickey Haller (Manuel Garcia-Rulfo) em O Poder e a Lei na Netflix, em imagem do final explicado
Mickey Haller enfrenta o caso mais perigoso da carreira e o desfecho abre caminho para a 5ª temporada.

Outra parte importante do final é o “xadrez” do tribunal: a temporada enfatiza como o caso de Mickey vira espetáculo e como a acusação tenta explorar a imagem pública dele.

A série não transforma isso num discurso, mas deixa claro no final que Mickey só ganha quando a defesa consegue tirar o foco do personagem e recolocar o foco em fatos e contradições.

O gancho com o final explicado de O Poder e a Lei 4ª temporada: quem é a personagem de Cobie Smulders ?

Depois do veredito, o final não deixa o público “respirar”. Ele apresenta uma nova peça para a próxima temporada: a chegada de uma personagem interpretada por Cobie Smulders, descrita como um gancho direto para o que vem a seguir.

A ideia é simples: Mickey saiu inocente deste caso, mas o final sugere que um novo problema já está na porta — e que pode ser ainda mais pessoal e mais difícil de controlar do que o julgamento.

O que o final quer dizer

O encerramento da 4ª temporada passa três mensagens claras:

  1. Mickey sobrevive porque joga melhor: ele não vence “na força”, mas na estratégia.

  2. A vitória tem preço: ele vence o caso, mas acumula inimigos e chama atenção demais.

  3. A 5ª temporada já está na pista: a série foi renovada e o final foi desenhado para te empurrar para o próximo arco.

Final explicado em 5 linhas

  • Sam Scales aparece morto no porta-malas do carro de Mickey.

  • Mickey é acusado e precisa provar que foi incriminado.

  • O final revela que Gazarian matou Sam e armou para Mickey.

  • Mickey termina inocentado.

  • A última cena abre um novo mistério com Cobie Smulders, preparando a 5ª temporada.

FAQ

Mickey é culpado em O Poder e a Lei (4ª temporada)?
Não. Ele termina inocentado no final.

Quem matou Sam Scales?
A temporada aponta Gazarian como o responsável e como quem armou para incriminar Mickey.

A 4ª temporada termina com gancho?
Sim. O final introduz um novo elemento (com Cobie Smulders) e deixa a próxima temporada encaminhada.

Vai ter 5ª temporada?
Sim, a Netflix confirmou renovação.

Crítica: série Steal acerta nas atuações de Sophie Turner, mas derrapa no ritmo e nas reviravoltas


Steal
, minissérie de seis episódios que chegou ao Prime Video em 21 de janeiro, entrega boas cenas de ação e atuações convincentes, mas não sustenta o fôlego prometido no primeiro capítulo. O thriller policial estrelado por Sophie Turner começa com um assalto bilionário, desacelera logo depois e termina abaixo das expectativas.

Enredo: golpe bilionário e testemunha inesperada

A trama acompanha Zara Dunne (Sophie Turner), funcionária mal-remunerada da gestora de investimentos Lochmill Capital. Ela e o colega Luke são coagidos por ladrões altamente treinados a colaborar no roubo que transfere bilhões de libras em fundos de pensão para contas offshore. O roubo lança o detetive DCI Rhys Covac (Jacob Fortune-Lloyd) numa investigação que precisa ligar pontas soltas entre a empresa, os criminosos e a própria Zara, transformada em principal testemunha.

Dirigida por Hettie Macdonald e Sam Miller, a produção apostou num thriller psicológico cheio de ambiguidades morais, na linha de séries que misturam crime e drama familiar, como a recente “Sirat” exibida em Cannes.

Piloto eletrizante, depois marcha lenta

O episódio de estreia estabelece o assalto, apresenta personagens e cria tensão entre Zara e o detetive. A partir do segundo capítulo, porém, o ritmo diminui. A narrativa oscila entre avanços pontuais na investigação e longos diálogos, diluindo a urgência inicial.

As reviravoltas, promessa central do gênero, soam previsíveis. Mesmo com apenas seis partes, a história passa a sensação de encher espaço até o desfecho. O resultado lembra o que ocorreu em “Vanished”, suspense que alternava ação intensa e desenvolvimento raso.

Elenco eleva as cenas de tensão

A performance de Sophie Turner é o ponto alto. Sua Zara transita entre traumas, culpa e indícios de cumplicidade, mantendo o espectador em dúvida. Jacob Fortune-Lloyd entrega um investigador determinado, mas moralmente flexível, contribuindo para confrontos cheios de subtexto.

Crítica: série Steal acerta nas atuações de Sophie Turner, mas derrapa no ritmo e nas reviravoltas - Imagem do artigo original

O restante do grupo, com destaque para Archie Madekwe em papel ligado à quadrilha, sustenta sequências de ação bem coreografadas, dirigidas com precisão por Sam Miller. Nessas horas, Steal flerta com o gênero de ação pura, caminho assumido por produções como “Moses the Black”.

Prós e contras em resumo

  • Boas atuações de Sophie Turner e Jacob Fortune-Lloyd sustentam a tensão.
  • Ação bem filmada em cenas-chave do assalto e da perseguição.
  • Ritmo desigual após o piloto, com episódios que se arrastam.
  • Reviravoltas previsíveis e explicações que não fecham todas as pontas.
  • Criminosos pouco explorados, o que enfraquece o suspense.

Avaliações divididas

Entre as notas divulgadas, a série recebeu 5/10 em um dos painéis de crítica e 8/10 em outro, refletindo a sensação de potencial desperdiçado. Mesmo quem aprecia thrillers de escritório pode achar a conclusão aquém do que foi sugerido no início.

No fim, Steal se destaca mais pelo drama entre personagens do que pela construção do crime em si. Quem busca ação competente e boas interpretações encontrará momentos valiosos, mas não deve esperar uma trama intrincada no nível de títulos que combinam horror e sci-fi, como “The Beauty”.

Steal ficou disponível no Prime Video em 21 de janeiro, em temporada única com seis episódios.

Unfamiliar (Netflix): estreia, sinopse, elenco e trailer da nova série alemã de espionagem

Página da série Unfamiliar na Netflix com título, classificação A16 e gênero suspense
Página oficial de Unfamiliar na Netflix, exibindo sinopse, classificação e gênero.

A Netflix estreia Unfamiliar em 5 de fevereiro de 2026, apostando em um suspense de espionagem ambientado em Berlim. A trama acompanha um casal de ex-espiões que tenta manter a vida (e o casamento) de pé quando uma ameaça do passado reaparece — e o problema maior não são as perseguições, mas as mentiras entre eles.

Quando estreia Unfamiliar na Netflix?

Data de estreia: 05/02/2026 (quinta-feira).
A página oficial da Netflix no Brasil também lista o título como lançamento de 2026 e já exibe trailer.

Veja também:
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Unfamiliar é filme ou série?

Apesar de muita gente chamar de “filme”, Unfamiliar é uma série (temporada 1) — uma produção alemã de espionagem/suspense.

Sinopse oficial (sem spoilers)

Quando o passado bate à porta de um casal de ex-espiões, o maior desafio não são as perseguições, os tiroteios e as brigas… é contar a verdade um ao outro.

Na descrição ampliada da Netflix (divulgação institucional), a história se passa em Berlim: Simon e Meret administram um safe house até que uma ameaça “enterrada” retorna, colocando o casal na mira de assassinos, agentes russos e até do BND — tudo isso enquanto tentam salvar o casamento.

Elenco e personagens principais

Página de Unfamiliar na Netflix com título, ano 2026, classificação A16 e sinopse
Unfamiliar estreia em 5 de fevereiro de 2026 e aposta em suspense de espionagem em Berlim.

A Netflix destaca este trio no topo do elenco:

  • Susanne Wolff

  • Felix Kramer

  • Samuel Finzi

E a divulgação oficial também lista outros nomes no elenco (apoio e antagonistas), como Natalia Belitski, Andreas Pietschmann, Henry Hübchen, Seyneb Saleh, Laurence Rupp, Sina Martens, Aaron Altaras e mais.

Quem criou Unfamiliar?

Criação: Paul Coates.
A comunicação da Netflix também cita a equipe principal, incluindo direção (lead) e roteiristas.

Quantos episódios tem Unfamiliar?

A série é descrita como uma produção de 6 episódios em materiais de imprensa/repercussão.
(Se a Netflix atualizar a página com o total oficial de episódios, vale ajustar essa linha para “confirmado pela Netflix”.)

Trailer: já dá para assistir?

Sim. A Netflix já liberou o trailer oficial (aprox. 2min12s).

O que esperar da série

1) Espionagem “pé no chão” + crise conjugal

O gancho central não é só fugir de inimigos — é o casal tentar sobreviver à própria história, com segredos acumulados.

2) Berlim como personagem

O conceito de “safe house” e a rede de ameaças (agentes, antigos aliados, inimigos) dão um clima de paranoia constante.

3) Clima de thriller europeu

A proposta é suspense de TV com ritmo de perseguição e tensão, mas com foco no drama e nos custos pessoais da vida de espionagem.

Ficha rápida

  • Título: Unfamiliar

  • Tipo: Série (Temporada 1)

  • Ano: 2026

  • Classificação: A16 (Brasil)

  • Gênero: suspense / dramas de TV (Netflix)

  • Estreia na Netflix: 05/02/2026

  • Criação: Paul Coates

Onde assistir

Exclusivamente na Netflix, a partir de 05/02/2026.

FAQ

Quando estreia Unfamiliar?
Em 5 de fevereiro de 2026 na Netflix.

Unfamiliar é filme?
Não — é série (Temporada 1).

Qual é o elenco principal?
Susanne Wolff, Felix Kramer e Samuel Finzi.

Já tem trailer?
Sim, a Netflix já publicou o trailer oficial.

Skins surge como maratona ideal antes da 3ª temporada de Euphoria, que volta em abril de 2026

Skins surge como maratona ideal
Euphoria
só retorna com novos episódios em 12 de abril de 2026, mas há tempo de sobra para redescobrir Skins, drama britânico que dialoga diretamente com a série da HBO.

Disponível em Hulu e Disney+, Skins tem sete temporadas e 61 episódios repletos de temas adultos, amizades conturbadas e dilemas típicos da adolescência.

  • Skins (2007-2013) retrata jovens de Bristol e aborda drogas, sexualidade e saúde mental.
  • Euphoria volta em 12 de abril de 2026 e deve encerrar sua história em 31 de maio.
  • Ambas as produções são conhecidas por linguagem visual ousada e trilha marcante.
  • Elenco de Skins revelou nomes como Nicholas Hoult e Dev Patel.
  • Maratonar Skins exige cerca de 50 horas, tempo que cabe no intervalo até Euphoria.

Drama britânico acompanha geração rebelde

Lançada pelo canal E4 em 2007, Skins apresenta um grupo de adolescentes de Bristol que encara festas sem limites, crises familiares e descobertas pessoais.

Cada temporada recebeu classificação TV-MA, tal qual Euphoria, por não poupar o espectador de cenas explícitas envolvendo drogas e sexo.

Elenco que virou estrela de Hollywood

Ao longo dos anos, o seriado revelou talentos que hoje ocupam papéis de destaque no cinema mundial.

Além de Nicholas Hoult (X-Men), passaram pela produção Dev Patel (Quem Quer Ser um Milionário?), Daniel Kaluuya (Corra!), Hannah Murray e Joe Dempsie, ambos vistos em Game of Thrones.

Assim como Euphoria impulsionou carreiras de Zendaya, Jacob Elordi e Sydney Sweeney, Skins consolidou sua fama de celeiro de novos rostos.

Como assistir antes da estreia de Euphoria

Todas as sete temporadas estão liberadas nos catálogos de Hulu e Disney+, somando pouco mais de 50 horas de conteúdo.

Com a estreia de Euphoria marcada para a primavera norte-americana, fãs têm cerca de dez meses para completar a maratona.

Skins surge como maratona ideal antes da 3ª temporada de Euphoria, que volta em abril de 2026 - Imagem do artigo original

A corrida por atenção entre plataformas deve esquentar: títulos aguardados como o longa War Machine, exclusivo da Netflix em março de 2026, competirão pelo mesmo público jovem-adulto.

Datas dos novos episódios de Euphoria

HBO programou lançamentos semanais até o desfecho da trama.

  1. 12 de abril de 2026 – Episódio 1
  2. 19 de abril de 2026 – Episódio 2
  3. 26 de abril de 2026 – Episódio 3
  4. 3 de maio de 2026 – Episódio 4
  5. 10 de maio de 2026 – Episódio 5
  6. 17 de maio de 2026 – Episódio 6
  7. 24 de maio de 2026 – Episódio 7
  8. 31 de maio de 2026 – Episódio final

Polêmicas que aproximam as duas séries

Tanto Skins quanto Euphoria enfrentaram questionamentos sobre a forma como retratam drogas e sexualidade entre adolescentes.

Críticas parecidas surgiram em outros projetos atuais, como a disputa de bilheteria sob análise na permanência de Kevin Feige à frente da Marvel Studios, mostrando que temas sensíveis continuam no centro do entretenimento.

Mesmo sob críticas, ambas as produções conquistaram público fiel graças à narrativa crua e à preocupação em explorar saúde mental, abuso de substâncias e identidade.

Skins continua disponível em Hulu e Disney+. Já Euphoria volta em 12 de abril de 2026, com episódios inéditos aos domingos até 31 de maio, pelo HBO Max.

Kevin Feige segue no comando da Marvel Studios apesar de tropeços de bilheteria

Kevin Feige segue no comando da Marvel Studios
A permanência de Kevin Feige na chefia da Marvel Studios está assegurada, mesmo após o fraco desempenho de bilheteria que o Universo Cinematográfico Marvel (MCU) enfrentou em 2025. Segundo apuração da Deadline, o produtor não planeja deixar o estúdio e já coordena os próximos filmes e séries que fecharão a Saga do Multiverso e abrirão a Fase 7.

Feige continua à frente do MCU

Fontes consultadas pela publicação indicam que Feige permanecerá como presidente criativo durante a transição no alto escalão da Disney, que prepara um novo CEO para substituir Bob Iger. A permanência do executivo reforça a estratégia de retomar o foco em qualidade após um calendário considerado inchado pelos próprios fãs.

  • Kevin Feige continua no cargo, sem previsão de saída.
  • Objetivo é reduzir lançamentos anuais e elevar o padrão de produção.
  • Saga do Multiverso termina com Avengers: Secret Wars em 17 de dezembro de 2027.
  • Fase 7 começa logo após Secret Wars, sem reinicialização completa.
  • Feige descreve o próximo passo como um “reset”, não um “reboot”.

Projetos em desenvolvimento

À frente da linha de produção, Feige supervisiona Avengers: Doomsday, previsto para estrear em 18 de dezembro de 2026. Paralelamente, o estúdio trabalha no aguardado reboot dos X-Men, que será dirigido por Jake Schreier (“Thunderbolts*”) e ainda não tem data definida na Fase 7.

Nos bastidores, a Marvel finaliza temporadas de séries para o Disney+. A segunda temporada de Daredevil: Born Again estreia em 24 de março, reunindo Charlie Cox (Matt Murdock) e Krysten Ritter (Jessica Jones). Mais adiante, VisionQuest, protagonizada por Paul Bettany, chega à plataforma em data a ser anunciada.

Mudança de estratégia após queda de bilheteria

Depois de um ciclo com bilheterias aquém do esperado — cenário oposto a sucessos recentes como Super Mario Bros., que dominou o streaming — Feige determinou que o estúdio lançará menos títulos por ano. A intenção é evitar saturação e recuperar a confiança do público.

A medida inclui mais tempo entre lançamentos e atenção reforçada aos roteiros. A ideia de “reset” discutida por Feige em julho de 2025 sugere ajustes no universo compartilhado, mas sem descartar toda a cronologia anterior — abordagem semelhante ao que a franquia Star Trek realizou ao revisitar sua mitologia.

Calendário de estreias no cinema

O próximo filme do MCU nos cinemas será Spider-Man: Brand New Day, marcando o retorno de Tom Holland ao papel do herói cinco anos após a última aparição.

  1. Spider-Man: Brand New Day – data a confirmar
  2. Avengers: Doomsday – 18 de dezembro de 2026
  3. Avengers: Secret Wars – 17 de dezembro de 2027

Outros longas previamente anunciados, como Blade, permanecem no cronograma, mas podem ter ajustes de data conforme a nova política de espaçar estreias.

Elenco e legado

Desde Iron Man (2008), Feige reuniu um extenso elenco com nomes como Robert Downey Jr., Scarlett Johansson, Chris Hemsworth e Benedict Cumberbatch. A lista continua a crescer com novos rostos que ingressam na Fase 7, enquanto parte do elenco original deve ser “resetada” ou integrada a histórias paralelas.

Mesmo em meio aos ajustes, o catálogo histórico da Marvel segue influente. No streaming, clássicos recentes como Django Livre demonstram que produções de alto impacto continuam encontrando audiência anos após a estreia, algo que a Disney considera valioso ao planejar novas janelas de exibição para o MCU.

Com Feige confirmado e um cronograma redesenhado, a Marvel Studios aposta em menos lançamentos, orçamentos otimizados e grandes eventos pontuais para recuperar o fôlego nas bilheterias globais.

Trailer de War Machine ressalta escala cinematográfica, mas filme será exclusivo da Netflix em março

War Machine ressalta escala cinematográfica
War Machine
, novo longa de ação estrelado por Alan Ritchson, ganhou trailer nesta quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026, e confirmou estreia mundial para 6 de março na Netflix. O vídeo impressiona pelo porte de blockbuster, porém reforça a limitação do serviço ao não levar o título às salas de cinema.

Produção reúne nomes de peso

Dirigido por Patrick Hughes (trilogia Dupla Explosiva) e escrito pelo próprio cineasta em parceria com James Beaufort, o filme mostra os últimos recrutas de um rigoroso curso de forças especiais convocados para enfrentar uma máquina destruidora de origem desconhecida.

O elenco principal traz:

  • Alan Ritchson — em ascensão após o sucesso de Reacher;
  • Dennis Quaid;
  • Stephan James;
  • Jai Courtney.

A produção executiva é de Alexander Young, Todd Lieberman e do próprio Hughes.

Escala de blockbuster sem bilheteria

Explosões, tiroteios e cenários amplos dominam as cenas reveladas, sinalizando um espetáculo pensado para tela grande. Ainda assim, a estratégia da Netflix mantém War Machine restrito a televisores, computadores e dispositivos móveis.

Sem lançamento nos cinemas, o desempenho será avaliado apenas pela audiência na plataforma. O modelo repete o que aconteceu com produções recentes como Resident Evil Requiem, elogiadas pelo apelo visual, mas concentradas no streaming.

Trailer de War Machine ressalta escala cinematográfica, mas filme será exclusivo da Netflix em março - Imagem do artigo original

Modelo que divide o mercado

A gigante do streaming não demonstra interesse em ampliar sua distribuição para circuitos comerciais, postura que preocupa parte da indústria, sobretudo diante de especulações sobre uma possível compra da Warner Bros.

Para o espectador, o lado positivo é a conveniência: qualquer assinante poderá assistir ao título em casa no dia 6 de março de 2026. A contrapartida é abrir mão da experiência de cinema — diferença sentida também por quem acompanhou sucessos recentes, como o longa animado de Super Mario Bros., que liderou plataformas rivais após faturar alto nas bilheterias.

Principais pontos do anúncio

  • Trailer divulgado em 4 de fevereiro de 2026 mostra ação em grande escala.
  • Estreia global acontece exclusivamente na Netflix em 6 de março.
  • Filme acompanha recrutas de elite contra ameaça não humana.
  • Direção de Patrick Hughes e roteiro dividido com James Beaufort.
  • Elenco conta ainda com Dennis Quaid, Stephan James e Jai Courtney.
  • Ausência de circuito cinematográfico limita métricas a número de visualizações.

Apesar do potencial para encher salas de exibição, War Machine seguirá o caminho de outros thrillers de ação da plataforma, como Rock Springs, que encontraram público direto no streaming.

A expectativa agora recai sobre a performance do título no catálogo. Se o alcance superar produções recentes, pode reforçar a estratégia de lançar blockbusters exclusivamente no ambiente doméstico. Caso contrário, o debate sobre a ausência de janelas cinematográficas tende a ganhar força.

Super Mario Bros.: filme de US$ 1,3 bi lidera ranking do Peacock antes da sequência marcada para 2026

Super Mario Bros.: filme de US$ 1,3 bi lidera ranking do Peacock
The Super Mario Bros. Movie
, animação que arrecadou mais de US$ 1,361 bilhão nos cinemas, voltou ao streaming com força total. O longa estrelado por Anya Taylor-Joy assumiu a primeira posição entre os filmes mais vistos no Peacock nos Estados Unidos, dois anos antes da estreia da sequência prevista para 1º de abril de 2026.

Sucesso de bilheteria e recordes

Lançado em 5 de abril de 2023, o filme da Illumination e da Nintendo tornou-se a adaptação de videogame com maior renda da história, segundo o Guinness World Records. Ao fim da carreira nos cinemas, acumulou US$ 1,361 bilhão mundialmente, a partir de um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

Ou seja a animação também ocupa o posto de segundo maior faturamento entre longas de animação, atrás apenas de Frozen 2. O desempenho consolidou a presença de Taylor-Joy, que dubla a Princesa Peach, em grandes franquias e a colocou ao lado de produções de alto orçamento como Dune: Part Two e Furiosa: A Mad Max Saga.

Mudança de plataforma e nova liderança

Desde a estreia, The Super Mario Bros. Movie mudou de plataforma mais de uma vez por causa do acordo entre a Universal e a Netflix. O título ficou no Peacock de agosto a dezembro de 2023, migrou para a Netflix, onde permaneceria até outubro de 2024, e agora retornou ao serviço da Comcast sem data para nova alteração.

Dados do site de monitoramento FlixPatrol mostram que a produção desbancou o thriller Black Phone 2 e assumiu o topo do ranking de filmes no Peacock. A liderança chega a menos de dois meses do início da campanha de divulgação da continuação, reforçando a visibilidade da marca antes do novo lançamento.

  • Recorde de bilheteria entre filmes baseados em videogames
  • Segundo maior faturamento da história da animação
  • Retorno ao Peacock após passagem pela Netflix
  • Número 1 nas paradas dos EUA segundo FlixPatrol
  • Sequência chega aos cinemas em 1º de abril de 2026

Personagens, elenco e repercussão

No longa, Mario (voz de Chris Pratt) parte ao resgate de Luigi (Charlie Day) com ajuda da Princesa Peach (Taylor-Joy), enfrentando o vilão Bowser (Jack Black). A versão da princesa ganhou traços mais ativos do que nos jogos e gerou algum debate entre fãs, mas isso não impediu o êxito comercial do projeto.

Dirigido por Michael Jelenic e Aaron Horvath, o filme conta ainda com roteiro de Matthew Fogel e produção de Chris Meledandri e Shigeru Miyamoto. A duração de 93 minutos e a classificação PG contribuíram para atrair famílias e ampliar o alcance global.

Super Mario Bros.: filme de US$ 1,3 bi lidera ranking do Peacock antes da sequência marcada para 2026 - Imagem do artigo original

Olho na sequência

O próximo capítulo da franquia, intitulado The Super Mario Galaxy Movie, tem lançamento agendado para 2026 e deve manter Taylor-Joy no papel de Peach. A expectativa é repetir (ou superar) o desempenho do primeiro filme, aproveitando a popularidade crescente da personagem.

A atual permanência no Peacock pode ajudar a produzir um “efeito maratona”, fazendo com que o público revisite a história enquanto aguarda o novo título. Estratégia semelhante alavancou produções que ressurgiram no streaming, como Django Livre, que retomou a liderança no Hulu quase 12 anos depois da estreia.

O calendário de lançamentos de jogos e adaptações também mantém o interesse em propriedades de videogame em alta. Um exemplo recente é o trailer live-action de Resident Evil Requiem, elogiado pela fidelidade ao material original, fenômeno que reforça a demanda por franquias consagradas.

Com a animação da Nintendo dominando o ranking do Peacock, o estúdio Illumination consolida seu espaço entre as empresas que mais lucram com animações familiares — cenário que deve se ampliar quando o Reino Cogumelo voltar às telonas em 2026.

Até lá, quem quiser rever a aventura pode acessar o filme diretamente no Peacock, onde ele deve permanecer como principal atração da categoria filmes por tempo indeterminado.

Macaulay Culkin assume o comando da Legião no final da 2ª temporada de Fallout e deve voltar na 3ª fase

Macaulay Culkin assume o comando da Legião no final da 2ª temporada de Fallout
Macaulay Culkin
apareceu brevemente na 2ª temporada de Fallout, mas a cena derradeira confirma que o ator terá um papel central no próximo ano.

De figurante a peça-chave

Conhecido por clássicos como Esqueceram de Mim, Culkin fez uma participação como soldado da Legião durante a jornada de Lucy MacLean e The Ghoul pelo Ermo. Na primeira metade da temporada, o personagem servia a um dos lados de um grupo que imitava costumes romanos, empunhando espadas e vestindo armaduras de metal.

Embora limitado a algumas falas, o ator se destacou pelo humor que imprimiu às cenas. Até então, parecia uma aparição pontual — algo que Culkin costuma fazer desde que adotou um ritmo mais espaçado na carreira.

Reviravolta na tenda de César

No episódio final, a Legião volta a ganhar foco. Culkin e outro soldado conseguem chegar à tenda onde o antigo César deixara instruções sobre a sucessão. O documento, guardado há anos, revela que nenhum sucessor oficial fora nomeado.

Para evitar testemunhas, o personagem de Culkin elimina o colega, toma a coroa e se proclama o novo César. A mudança resolve o impasse que dividia a Legião e coloca o ex-figurante no topo da cadeia de comando.

Macaulay Culkin assume o comando da Legião no final da 2ª temporada de Fallout e deve voltar na 3ª fase - Imagem do artigo original

Marcha rumo a New Vegas

Logo após a autoproclamação, o novo César ordena que suas tropas avancem em direção a Freeside, setor erguido sobre a antiga Las Vegas. O objetivo é conquistar a região antes que outras facções se estabeleçam. Porém, a chegada da República da Nova Califórnia (NCR), equipada com armamento moderno, cria o cenário para um confronto imediato.

A disputa pelo deserto de Mojave já vinha sendo sinalizada por elementos como a possível presença do Liberty Prime Alpha e a ascensão do Enclave, mencionada no desfecho do segundo ano. Agora, a Legião liderada por Culkin adiciona uma terceira força ao tabuleiro.

O que esperar do próximo ano

  1. Confronto direto entre a Legião e a NCR nos arredores de Las Vegas.
  2. Retorno de Culkin em papel ampliado, agora como líder militar e político.
  3. Possíveis alianças ou choques com outras facções, incluindo o Enclave, que também busca influência na região.

Principais pontos

  • Culkin estreia no drama pós-apocalíptico como legionário secundário.
  • No final da temporada, ele encontra o testamento de César e assume o comando.
  • A Legião parte para ocupar Freeside, área do antigo strip de Vegas.
  • A NCR chega ao local quase ao mesmo tempo, armada com tecnologia superior.
  • O desfecho estabelece Culkin como antagonista central da 3ª temporada.

Com a coroa nas mãos e um exército pronto para lutar, Macaulay Culkin deve retornar na 3ª temporada de Fallout para liderar a Legião em sua maior batalha até aqui. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi divulgada pela produção.