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sábado, fevereiro 7, 2026
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Elminster deve aparecer na série Baldur’s Gate da HBO Max, dizem especialistas

Elminster Aumar, lendário mago dos Reinos Esquecidos
Elminster Aumar
, lendário mago dos Reinos Esquecidos, é apontado como o único personagem de “Dungeons & Dragons: Honor Among Thieves” com grandes chances de retornar na futura série Baldur’s Gate, em produção na HBO Max. A presença do feiticeiro seria um elo familiar para quem viu o filme e jogou os três títulos da franquia de RPG.

Crossover possível no mesmo cenário

O longa lançado em 2023, o seriado da HBO Max e o projeto paralelo da Netflix se passam no universo dos Reinos Esquecidos. Apesar de seguirem tramas distintas, todos compartilham locais, criaturas e figuras históricas.

No cinema, foi revelado que Simon descende de Elminster, vislumbrando o ancestral ao vestir o elmo de disjunção. Esse vínculo, somado ao vasto território de Faerûn, abre espaço para participações pontuais sem comprometer histórias independentes.

Séries e filmes recentes têm apostado em participações relâmpago para agradar fãs — recurso parecido ao visto na participação surpresa de um ator de “Mayor of Kingstown” em outra produção.

Quem é Elminster

Conhecido como “Sábio de Shadowdale”, Elminster atravessa séculos de história nos livros, jogos e quadrinhos de Dungeons & Dragons. No cinema, apareceu apenas em visões, mas, nos games, é quase tradição:

  • Surge em todos os jogos principais da série Baldur’s Gate.
  • Participa também das expansões “Throne of Bhaal” e “Siege of Dragonspear”.
  • Costuma orientar o herói com conselhos enigmáticos.
  • Mantém reputação de um dos arcanos mais poderosos de Faerûn.

O padrão já consolidado faz fãs considerarem seu retorno inevitável, repetindo a frequência vista em “Baldur’s Gate 3”, lançado em agosto de 2023.

Como o mago costuma aparecer no jogo

Nos títulos originais, Elminster encontra o protagonista nos primeiros estágios da aventura, oferece dicas velozes e desaparece. Reaparece só em momentos-chave, muitas vezes para redirecionar a missão ou explicar reviravoltas.

Esse formato breve e impactante serve à narrativa sem tomar espaço dos heróis centrais, estratégia semelhante à usada em séries que guardam revelações para atos finais, como observado no desfecho de “Destruição Final 2”.

Expectativa para a versão da HBO Max

A equipe do streaming deve adotar o mesmo roteiro dos games: introduzir Elminster em rápidas intervenções, fornecendo pistas ou itens decisivos ao grupo de aventureiros. A caracterização, porém, tende a seguir o visual de “Baldur’s Gate 3”, com traços mais envelhecidos e manto vermelho escuro.

Elminster deve aparecer na série Baldur’s Gate da HBO Max, dizem especialistas - Imagem do artigo original

Assim, a série honra a tradição sem depender do ator que viveu o personagem indiretamente no cinema. Caso se confirme, será mais uma ligação sutil entre as duas produções, a exemplo de referências internas vistas em produtos derivados de franquias como Star Trek.

Perguntas frequentes

Elminster esteve no filme “Honor Among Thieves”?

Ele apareceu apenas em visões vistas por Simon, não em carne e osso.

A HBO Max já confirmou o elenco da série Baldur’s Gate?

Até o momento, elenco oficial não foi anunciado.

O mago surge em todos os jogos Baldur’s Gate?

Sim, Elminster aparece nos três títulos principais e nas expansões.

Qual será o papel de Elminster na série?

Espera-se que ofereça conselhos breves ao grupo principal, seguindo o padrão dos jogos.

A série terá ligação direta com o filme da Paramount?

Não há indicação de continuidade direta; apenas cenários e personagens podem coincidir.

Quando a produção da HBO Max começa a ser gravada?

Data de início das filmagens ainda não foi divulgada.

Ator de “Mayor of Kingstown” faz participação surpresa em The Pitt 2ª temporada

Taylor Handley, conhecido como Kyle McLusky em “Mayor of Kingstown”
Taylor Handley
, conhecido como Kyle McLusky em “Mayor of Kingstown”, surge como marido de uma paciente no episódio 5 da 2ª temporada de The Pitt. A aparição conecta, ainda que indiretamente, duas das séries mais comentadas do momento.

Quem é o rosto familiar que apareceu no pronto-socorro

O quinto capítulo da nova temporada insere mais pacientes no já lotado Pronto-Socorro do Pittsburgh Trauma Medical Hospital. Entre eles está Roxie Hamler, internada após uma convulsão. A personagem chega acompanhada do marido, vivido por Taylor Handley.

No drama médico, o ator interpreta um homem focado em garantir conforto à esposa, diagnosticada como terminal há sete anos. Embora o papel seja pequeno, os produtores indicam espaço para aprofundar o casal nos próximos episódios.

O currículo de Taylor Handley na TV de prestígio

Handley já integra o elenco fixo de “Mayor of Kingstown”, criação de Taylor Sheridan. Na série criminal, ele é Kyle McLusky, policial e irmão do protagonista Mike McLusky (Jeremy Renner). Lá, o personagem exibe raiva, frustração e crises de autoconfiança, contrastando com o marido controlado que surge em The Pitt.

“Mayor of Kingstown” se encaminha para a 5ª temporada. Enquanto isso, The Pitt, renovada para uma 3ª leva, continua apresentando participações especiais que ampliam seu universo — estratégia semelhante à adotada por produções como o thriller espanhol “Salvador”.

Pontos que aproximam The Pitt e Mayor of Kingstown

  • Ambas exploram ambientes urbanos marcados por violência e sistemas em colapso.
  • Os elencos contam com nomes de peso dentro e fora do gênero drama.
  • Roteiros priorizam realismo e dilemas morais, evitando soluções fáceis.
  • As duas séries já têm futuras temporadas confirmadas, garantindo continuidade.
  • A troca de atores reforça a tendência de crossovers de talentos em séries de prestígio.

Detalhes de produção de The Pitt

Exibida pelo canal Max, a trama foi criada por R. Scott Gemmill e estreou em 9 de janeiro de 2025. A direção do episódio 5 ficou com Amanda Marsalis, e o roteiro, com Joe Sachs e Cynthia Adarkwa. O elenco principal reúne Noah Wyle, Tracy Ifeachor e Isa Briones, entre outros.

Para quem acompanha mistérios médicos, a série se soma a títulos recentes que seguem a lógica de ampliar cenários a cada temporada, como a segunda temporada de “Indomável” no Havaí.

Perguntas frequentes

Quem Taylor Handley interpreta em The Pitt?

Ele vive o marido de Roxie Hamler, paciente terminal que sofre uma convulsão no episódio 5 da 2ª temporada.

Ator de “Mayor of Kingstown” faz participação surpresa em The Pitt 2ª temporada - Imagem do artigo original

Qual a relação de Handley com “Mayor of Kingstown”?

No drama de Taylor Sheridan, o ator é Kyle McLusky, irmão do protagonista Mike McLusky.

The Pitt terá 3ª temporada?

Sim, a produção já foi renovada.

Quando The Pitt estreou?

A série chegou ao canal Max em 9 de janeiro de 2025.

Quantas temporadas “Mayor of Kingstown” possui?

A série segue em exibição e avança rumo à 5ª temporada.

O papel de Handley em The Pitt será recorrente?

A produção não confirmou, mas há indícios de que o personagem pode ganhar mais espaço.

Segunda temporada de Indomável transfere mistério para parque vulcânico no Havaí

A Netflix confirmou que a segunda temporada de Indomável será ambientada no Havaí, com uma nova investigação conduzida pelo agente especial Turner, interpretado por Eric Bana. A produção deixa Yosemite para trás e passa a explorar o Hawaii Volcanoes National Park. A mudança promete paisagens inéditas e desafios imprevisíveis ao longo de seis episódios.
Segunda temporada de  Indomável

Nova ambientação

Depois de estrear em julho de 2025 focada em um crime em Yosemite, a série migra para um cenário dominado por vulcões ativos e rica cultura local. A própria ilha servirá como palco das gravações, o que, segundo os showrunners, deve intensificar o realismo visual.

A mudança de cenário aproxima Indomável de outras produções recentes que também exploram conflitos em paisagens exóticas, como o thriller espanhol Salvador ambientado na Andaluzia.

Trama inédita

A nova temporada acompanhará Turner enquanto ele apura uma morte misteriosa ocorrida dentro do parque de vulcões havaianos. De acordo com a sinopse, a tensão virá tanto da natureza imprevisível quanto das pressões da comunidade local.

Mark L. Smith e Elle Smith, criadores da série, afirmam que o protagonista estará em “um novo estado de espírito” devido aos eventos do primeiro ano. O contraste cultural e geográfico deve influenciar suas decisões durante a investigação.

“Explore as paisagens intocadas e a identidade cultural de um parque nacional muito diferente..”

  • Local novo: Hawaii Volcanoes National Park substituirá Yosemite.
  • Protagonista: Eric Bana retorna como o agente Turner.
  • Episódios: seis capítulos irão compor o segundo ano.
  • Tema central: morte suspeita em meio a vulcões ativos e pressões comunitárias.

Cronograma de gravações

O plano da equipe é iniciar as filmagens na primavera de 2026. A temporada ainda não tem data de estreia definida, mas o calendário indica lançamento após meados de 2026.

A logística no arquipélago exigirá adaptação do elenco e dos técnicos, algo semelhante aos desafios enfrentados pela produção de Unfamiliar, filmada em múltiplos países europeus.

Além de Bana, o restante do elenco não foi anunciado. Detalhes sobre personagens adicionais serão divulgados conforme o início das gravações.

Expectativa dos criadores

Ao comentar a decisão, Mark L. Smith e Elle Smith destacaram o desejo de retratar “paisagens intocadas” e a identidade cultural do Havaí. Eles ressaltam que o isolamento da ilha e a atividade vulcânica trarão novos dilemas a Turner.

Caso mantenha o ritmo de suspense visto na primeira temporada, Indomável pode repetir o interesse gerado por séries de mistério que revelam desfechos gradualmente, como The Wrecking Crew fez ao expor seu assassino no final.

Perguntas frequentes

Onde será ambientada a segunda temporada de Indomável?

O enredo se mudará para o Hawaii Volcanoes National Park, no Havaí.

Quantos episódios a nova temporada terá?

Serão seis capítulos.

Quando começam as filmagens?

A produção está marcada para a primavera de 2026.

Eric Bana retorna ao elenco?

Sim. Ele volta como o agente especial Turner.

Qual é o foco da investigação desta vez?

Turner apura a morte de uma pessoa em circunstâncias suspeitas dentro do parque de vulcões.

Há data de estreia confirmada?

Não. A Netflix ainda não anunciou a data de lançamento da segunda temporada.

The Wrecking Crew: final revela assassino de Walter e destino dos meio-irmãos

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“The Wrecking Crew”
, longa de ação da Prime Video com Dave Bautista e Jason Momoa, encerra a trama ao identificar o responsável pela morte de Walter e mostrar como os irmãos James e Jonny selam a vingança. O desfecho liga corrupção, crime organizado no Havaí e uma explosão decisiva que muda o rumo da família.

Do luto à caçada

A história parte da morte de Walter, inicialmente tratada como atropelamento. O choque aproxima os meio-irmãos James (Bautista) e Jonny (Momoa), separados desde a infância. Dispostos a esclarecer o caso, eles mergulham num submundo que envolve máfia local, políticos e yakuza.

O roteiro, assinado por Jonathan Tropper, combina humor e pancadaria sob direção de Ángel Manuel Soto. Em 122 minutos, o filme aposta no carisma da dupla, estratégia semelhante à vista em produções recentes que também misturam ação e drama familiar, como a série alemã “Unfamiliar”.

Quem mandou matar Walter

Na metade do filme, surge a peça-chave do quebra-cabeça: o empresário Robichaux dirige um esquema imobiliário ilegal com apoio do governador Monroe. Walter descobriu os contratos fraudados e reuniu provas num pendrive, enviado secretamente a Jonny. Para silenciá-lo, Robichaux ordenou o assassinato e forjou o atropelamento.

A revelação também conecta Robichaux à yakuza, interessada no dispositivo com documentos comprometedores. Essa parceria mafiosa ecoa outras tramas recentes sobre extremismo e luto, como o thriller espanhol “Salvador”, em que o protagonista enfrenta uma rede de corrupção para honrar a memória de um parente.

Sequestro e confronto final

Sem respaldo legal — já que Monroe bloqueia qualquer investigação —, Robichaux sequestra Leila e Haunani para forçar a entrega do pendrive. A manobra leva os irmãos a uma batalha num estaleiro, culminando na cena mais explosiva:

  • Jonny aciona uma granada diante do vilão.
  • James salta no mar para salvar o irmão ferido.
  • Robichaux morre na explosão.
  • O dispositivo com provas permanece intacto.

Com o material em mãos, a polícia prende Peter Mahoe, cúmplice do empresário, encerrando o esquema de corrupção.

Consequências e decisão de Jonny

Na reta final, Jonny recebe o nome do homem que matou sua mãe anos atrás. Apesar da oportunidade de outra vingança, ele decide não perseguir o criminoso, optando por viver ao lado de James — escolha que difere do caminho trágico visto no episódio final de “O Cavaleiro dos Sete Reinos”, em que o protagonista segue o duelo até as últimas consequências.

Principais pontos do desfecho

  • Assassino identificado: Robichaux mandou matar Walter para ocultar fraudes milionárias.
  • Pendrive decisivo: Walter enviou provas a Jonny antes de morrer.
  • Sequestro como isca: Leila e Haunani viram reféns, acelerando o confronto.
  • Explosão fatal: Jonny detona granada e elimina Robichaux.
  • Prisão dos cúmplices: Peter Mahoe é capturado; Monroe fica isolado politicamente.
  • Renúncia à vingança: Jonny abandona a caça ao algoz da mãe e recomeça com o irmão.

Ordem dos eventos até o clímax

  1. Morte de Walter é tratada como atropelamento.
  2. Descoberta do pendrive com provas contra Robichaux.
  3. Yakuza e políticos pressionam os irmãos.
  4. Sequestro das parentes para forçar a entrega dos arquivos.
  5. Confronto no estaleiro e explosão que mata o vilão.
  6. Prisão de cúmplices e reconciliação familiar.

Com a ameaça neutralizada, James e Jonny encerram a história longe das armas, simbolizando um novo começo para a família.

Karoline Lima chora em vídeo e diz sentir-se “podada” após acusações de indireta ao Flamengo

Karoline Lima apareceu chorando nos stories na noite de quinta-feira (5/2) e afirmou estar mentalmente exausta. A influenciadora negou que tenha provocado o Flamengo depois da derrota para o Corinthians na Supercopa Rei e relatou perda de espontaneidade nas redes sociais.

Desabafo nas redes

Com 29 anos, a criadora de conteúdo gravou vários vídeos em um momento de franca vulnerabilidade. Lágrimas escorreram enquanto ela descrevia a sensação de ser comparada a uma árvore que teve galhos cortados para não fazer sombra.

Queria ser uma árvore maior, mas tenho medo de incomodar.

Segundo Karoline, a metáfora resume o sentimento de ter a própria exposição limitada por críticas constantes e pelo receio de ser cancelada.

Acusações de indireta ao Flamengo

A polêmica começou quando a influenciadora publicou uma foto segurando uma taça de vinho no mesmo dia em que o time rubro-negro perdeu o título para o Corinthians. Internautas interpretaram a imagem como comemoração da derrota do ex-clube de seu antigo namorado, o zagueiro Léo Pereira.

Karoline refutou a leitura e garantiu que, se quisesse provocar alguém, o faria diretamente.

Sempre que quis dizer alguma coisa, eu abri minha boca e falei. Não precisa tornar tudo sobre alguém.

Identidade e maternidade

Mãe de Cecília, 3 anos, fruto do relacionamento anterior com Éder Militão, a influenciadora contou que sente falta da versão “pré-maternidade”. Ela disse ter perdido a “coragem” que exibia antes de temer julgamentos.

Entre lágrimas, reconheceu que a responsabilidade materna e o patrulhamento virtual a fizeram se calar em vários momentos. Mesmo assim, prometeu buscar a autenticidade que exibia antes de 2026.

Principais pontos

  • Vídeo foi publicado na noite de 5 de fevereiro.
  • Karoline nega ter comemorado derrota do Flamengo.
  • Metáfora da “árvore podada” ilustra censura que diz enfrentar.
  • Influenciadora menciona saudade da vida antes da maternidade.
  • Promessa de retomar espontaneidade ainda em 2026.

O desabafo encerra uma sequência de críticas que a criadora de conteúdo vem recebendo desde o fim do namoro com o zagueiro do Flamengo. Ela afirma que continuará usando as redes, mas de modo cada vez mais fiel à própria personalidade.

Final de Salvador revela assassino de Milena e expõe justiça incompleta

Final de Salvador revela assassino de Milena
O suspense espanhol Salvador encerra seus oito episódios mostrando quem matou Milena e até onde o pai, Salvador Aguirre, consegue ir em busca de justiça. A conclusão aponta para punições parciais, com a queda do grupo neonazista White Souls, mas deixa figuras de poder ilesas.

Reencontro interrompido pela violência

A trama começa quando Salvador Aguirre reencontra a filha, Milena, no meio de um confronto entre o grupo radical White Souls e manifestantes. Após anos longe da família por causa do alcoolismo, o médico agora sóbrio tenta tirá-la do movimento, mas ela é gravemente ferida e internada.

Antes que o pai possa se reaproximar, Milena é assassinada no hospital. A polícia rejeita o caso por associar a vítima à extrema-direita, obrigando Salvador a agir por conta própria.

Infiltração no White Souls

Para descobrir a verdade, o protagonista se infiltra na organização neonazista. Lá, encontra acolhimento para seu luto e, ao mesmo tempo, acesso a informações que a polícia ignorou. A estratégia lembra a tensão de produções como Unfamiliar, em que personagens investigam perigos por conta própria.

Quem matou Milena

No penúltimo capítulo, o público descobre que o assassino é Mateo, amigo de infância da vítima. Obcecado por Milena, ele reagiu com violência depois de ser rejeitado. Parte da cúpula do White Souls e políticos que financiam o grupo sabiam do crime e o encobriram para proteger sua agenda.

  1. Salvador obtém acesso aos arquivos internos do grupo.
  2. Confronta membros que presenciaram a morte da filha.
  3. Descobre o envolvimento direto de Mateo.
  4. Captura o criminoso e o entrega à polícia.

Justiça parcial e futuro incerto

Mesmo devastado, o protagonista impede que sua sede de vingança o transforme em assassino. Ele entrega Mateo vivo às autoridades, reafirmando a ética médica que reconstruiu na sobriedade.

No entanto no depoimento de Julia — integrante do White Souls que negocia proteção para a filha — a organização neonazista é desmantelada e diversos militantes são presos.

A ação, porém, não alcança os políticos que manipulavam o grupo nos bastidores, ecoando finais ambíguos vistos em Destruição Final 2.

  • Mateo confessa o feminicídio motivado por rejeição.
  • White Souls é dissolvido, mas líderes políticos saem impunes.
  • Julia ganha nova identidade e guarda a filha em segurança.
  • Salvador aceita que nem todas as feridas serão curadas.

O encerramento sugere que células extremistas podem ressurgir, mantendo o clima de alerta social que permeia a série.

Elenco e bastidores

Criação de Aitor Gabilondo, direção de Daniel Calparsoro e oito episódios de cerca de 50 minutos compõem a produção. O elenco traz Luis Tosar (Salvador), Claudia Salas (Milena), César Mateo (Mateo), Leonor Watling e Fariba Sheikhan, entre outros.

Disponível na Netflix desde 6 de fevereiro de 2026, Salvador combina drama familiar, crítica social e investigação criminosa, somando-se a lançamentos recentes que reexaminam extremismos políticos, como o episódio 5 de The Beauty.

A temporada termina sem confirmação de continuação, mas deixa espaço para um possível retorno, sobretudo pela impunidade dos agentes públicos envolvidos.

Thriller espanhol Salvador expõe extremismo e luto em nova série da Netflix

Salvador expõe extremismo e luto em nova série da Netflix
Salvador
, nova série espanhola da Netflix com Luis Tosar no papel principal, entrega um suspense de oito episódios marcado por violência neonazista, dor familiar e reviravoltas constantes. A produção criada por Aitor Gabilondo e dirigida por Daniel Calparsoro estreia com alta tensão do primeiro ao último minuto.

Conflito começa com crime brutal

A trama apresenta o empresário Salvador Aguirre, que vê a filha Milena ser assassinada diante dele. Devastado, o personagem mergulha numa investigação pessoal que o conduz ao grupo supremacista White Souls. O enredo, ambientado em uma Espanha contemporânea dilacerada por discursos de ódio, mostra como o pai enlutado atravessa os subterrâneos da extrema-direita em busca dos responsáveis.

Logo no episódio de abertura, o público assiste à vida secreta de Milena, aos choques de valores com o pai e, em seguida, ao crime que dispara a narrativa. A violência súbita evita longas exposições e coloca o espectador direto no coração do conflito, estratégia semelhante ao impacto inicial visto na série alemã Unfamiliar.

Retrato cru do radicalismo

O roteiro enfatiza que o perigo não reside apenas em grupos marginais; autoridades e gente influente também exploram as brechas do sistema para ampliar o próprio poder. Entre perseguições, emboscadas e cenas de bastidores políticos, Salvador exibe como discursos extremistas crescem online e fora dele, tema que ecoa na discussão sobre mídias sociais levantada em O Cavaleiro dos Sete Reinos, embora em contexto bem distinto.

  • Violência explícita mostra o custo humano do fanatismo.
  • Grief e culpa do protagonista impulsionam a ação.
  • Cinematografia crua reforça atmosfera claustrofóbica.
  • Ausência de maniqueísmo: personagens habitam áreas cinzentas.

A linguagem visual aposta em cores frias, luz dura e enquadramentos fechados que acentuam desespero e paranoia. A edição, repleta de cortes rápidos, mantém ritmo acelerado sem sacrificar a compreensão dos fatos.

Elenco reforça carga emocional

Veterano do cinema espanhol, Luis Tosar conduz a série com interpretação contida e explosões pontuais de fúria. Suas cenas de colapso emocional traduzem o choque entre a figura paterna tradicional e a violência moderna que o cerca.

Claudia Salas compõe uma jovem capturada por ideologias de ódio, explorando nuances que evitam caricaturas. Já Leonor Watling e Fariba Sheikhan ampliam a dimensão humana do enredo, retratando familiares e aliados que oscilam entre medo e lealdade.

O elenco ainda inclui Patricia Vico, César Mateo, Alejandro Casaseca, Richard Holmes, Lucas Ares e Candela Arestegui, todos integrados a tramas paralelas que revelam como o ódio coletivo se infiltra em diferentes estratos sociais.

Ficha técnica e formato

Produzida pela Netflix Espanha, a série tem oito episódios de aproximadamente 50 minutos cada. Todos os capítulos chegam simultaneamente ao catálogo, modelo que favorece maratona — estratégia repetida após o sucesso de thrillers europeus recentes, como Unfamiliar.

Calparsoro, conhecido por ação intensa em filmes como “Invasor”, imprime aqui ritmo pulsante respaldado pela trilha sonora áspera e pela fotografia de ruas estreitas, galpões abandonados e manifestações violentas. O criador Aitor Gabilondo, que já abordou temas sociais em “Patria”, volta a discutir traumas coletivos, agora sob a lente do neonazismo.

Em balanço geral, Salvador alia suspense policial e drama familiar para radiografar fissuras sociais provocadas pela radicalização. O desfecho mantém coerência com o tom sombrio, evitando soluções fáceis e deixando espaço para reflexão — recurso que, em outras produções, gerou debates sobre finais em aberto, como ocorreu com Destruição Final 2.

Todos os episódios de Salvador já estão disponíveis no catálogo global da Netflix.

Série “Starfleet Academy” indica possível aparição de Sisko em formação de nuvens no episódio 5

Uma silhueta nas nuvens sobre a São Francisco do século 32 levantou a suspeita de que Benjamin Sisko surge discretamente no fim do quinto episódio de Star Trek: Starfleet Academy. A cena encerra o capítulo que presta homenagem direta ao legado do capitão vivido por Avery Brooks.

O capítulo, intitulado “Series Acclimation Mil”, foi escrito por Kirsten Beyer e Tawny Newsome e dirigido por Larry Teng. A trama acompanha SAM, cadete que assume a função de Emissária dos Kasqians inspirada pela trajetória de Sisko em Deep Space Nine. No desfecho, uma narração do próprio Brooks embala a imagem do céu nebuloso — e, segundo fãs atentos, revela o rosto do capitão entre as nuvens.

Silhueta de Sisko no céu divide o público

Quem pausa o vídeo no instante final afirma reconhecer a barba, os lábios e a cabeça calva de Sisko no centro superior da tela. A interpretação é que o personagem, considerado figura quase divina pela série original, estaria observando a nova Emissária enquanto ela escolhe trilhar seu próprio caminho.

Embora a produção não confirme a intenção, o suposto easter egg ganhou força nas redes sociais e já é comparado a outros finais abertos, como o debate em torno do final em aberto de “Unfamiliar” na Netflix. Para muitos espectadores, depois que a imagem é percebida, torna-se “impossível deixar de ver” o capitão no céu.

Narração de Avery Brooks vem de álbum de jazz

A voz de Brooks usada na cena não foi gravada para a série nem retirada de Deep Space Nine. O áudio pertence ao álbum de jazz “Here…”, do ator e músico, e foi escolhido por Cirroc Lofton, intérprete de Jake Sisko na série dos anos 1990. Lofton, próximo de Brooks fora das telas, obteve autorização direta do veterano para licenciar o trecho.

“As leis divinas são mais simples que as humanas, e por isso leva uma vida inteira para compreendê-las. Só o amor pode compreendê-las. Só o amor pode interpretar estas palavras como deveriam ser interpretadas.”

Na avaliação dos roteiristas, a mensagem reforça o aprendizado de SAM: agir com amor ao cumprir sua missão de Emissária, a exemplo de Sisko. Newsome relatou em entrevista que Brooks conversou por vídeo com o elenco durante as filmagens e “passou o bastão” à atriz Kerrice Brooks, que interpreta a cadete.

Homenagem conecta passado e futuro da franquia

O episódio revisita elementos centrais de Deep Space Nine: a fé dos Profetas, a responsabilidade do Emissário e a relação de Sisko com o filho Jake. Além de Lofton, a trama traz Professor Illa Dax (vivida pela própria Newsome), atual hospedeira do simbionte que conviveu com Sisko no século 24.

Série “Starfleet Academy” indica possível aparição de Sisko em formação de nuvens no episódio 5 - Imagem do artigo original

Com a possível imagem de Sisko no céu e a narração retirada do álbum, o capítulo funciona como um tributo ao único capitão de Star Trek que alcançou status quase divino. Esse tipo de despedida simbólica já havia sido discutido em outros materiais sobre o episódio 5 de “Starfleet Academy”, mas a suposta “cena nas nuvens” adiciona uma camada visual à homenagem.

Principais pontos do episódio

  • Título: “Series Acclimation Mil” (temporada 1, episódio 5).
  • Direção: Larry Teng; roteiro: Kirsten Beyer e Tawny Newsome.
  • SAM aceita o papel de Emissária dos Kasqians após compreender a jornada de Sisko.
  • Cirroc Lofton seleciona e licencia áudio do álbum “Here…” de Avery Brooks.
  • Fãs identificam o rosto de Sisko nas nuvens de São Francisco no plano final.
  • Equipe da série não confirma se a formação de nuvens foi intencional.

Contexto de produção e estreia

Star Trek: Starfleet Academy tem estreia marcada para 15 de janeiro de 2026 na Paramount+. O projeto é conduzido pelos showrunners Alex Kurtzman e Noga Landau e se passa no século 32, expandindo a linha temporal já explorada em Star Trek: Discovery.

O elenco fixo conta com nomes como Holly Hunter e Nahla Ake. A presença de participações especiais, como a voz de Avery Brooks, reforça a estratégia de conectar antigas e novas gerações de fãs.

Diante da repercussão, resta saber se a produção comentará oficialmente o suposto easter egg ou se o rosto de Sisko continuará como gesto sutil — semelhante ao debate sobre significados ocultos no desfecho de “Destruição Final 2”. Até lá, o capitão seguirá, para muitos, olhando do alto as novas histórias da Frota Estelar.

Explicação do final: de O Cavaleiro dos Sete Reinos episódio 4, Baelor surpreende e apoia Dunk em julgamento por combate


O quarto episódio de A Knight of the Seven Kingdoms, exibido em 6 de fevereiro de 2026, coloca Ser Duncan, o Alto, diante de um julgamento por combate após agredir o príncipe Aerion Targaryen. Quando tudo parecia perdido, o príncipe Baelor Quebralanças decide integrar a equipe do cavaleiro, desafiando a própria família e mudando o rumo da disputa.

Prisão e revelações

Detido por atacar Aerion, Dunk recebe a visita de Egg, que revela ser Aegon V Targaryen. O cavaleiro repreende o escudeiro pela mentira, mas reconhece que o garoto pode ser decisivo para evitar sua execução.

Baelor convoca Dunk e confirma que o pai de Egg, Maekar Targaryen, voltou aos pátios do torneio com a versão de que o cavaleiro sequestrou o menino. Consciente de que a corte tenderá a acreditar nos príncipes, Baelor sugere a Dunk que peça um julgamento por combate.

Do pedido ao “julgamento de sete”

Na audiência oficial, Dunk segue o conselho: exige julgamento por combate. Aerion, temendo enfrentá-lo sozinho, reivindica um recurso arcaico — o julgamento de sete — em que cada lado precisa apresentar sete combatentes. Embora Maekar inicialmente critique a manobra, o pedido é aceito, obrigando Dunk a reunir outros seis cavaleiros.

Recrutando aliados improváveis

Longe de possuir influência, Dunk começa a busca. No acampamento dos Fossoway, recebe apoio de Steffon Fossoway, que promete angariar nomes. Paralelamente, Egg e o irmão, Daeron, oferecem ajuda para atrair cavaleiros dispostos a enfrentar os Targaryen.

Horas depois, Steffon volta atrás e migra para o lado de Aerion, em troca de vantagens futuras. Mesmo traído, Dunk ganha novos aliados: Egg convence Hardyng, Rhysling e Lyonel Baratheon; já Steely Pate se alista após entregar a Dunk o escudo pintado por Tanselle, artista ferida por Aerion no episódio anterior.

A última vaga e a entrada de Baelor

Faltava um nome. Para preencher a equipe, o ferreiro Raymun é armado cavaleiro por Lyonel, mas o grupo ainda precisava de um sétimo combatente. De frente para a arquibancada, Dunk apela ao público em busca de um voluntário. O silêncio é rompido com a chegada de Baelor, que se posiciona ao lado do réu e completa a formação.

  • Dunk pede julgamento por combate para limpar a honra.
  • Aerion impõe o “julgamento de sete” para diluir o risco.
  • Egg revela identidade real e trabalha nos bastidores pelo cavaleiro.
  • Steffon Fossoway trai o grupo, aderindo aos Targaryen.
  • Raymun é condecorado às pressas como cavaleiro.
  • Baelor preenche a última vaga e desafia a própria família.

Como se formam as fileiras

  1. Acusado de sequestro e agressão, Dunk solicita o julgamento por combate.
  2. Aerion transforma a disputa em julgamento de sete, exigindo 7×7 combatentes.
  3. Dunk garante os primeiros nomes: Hardyng, Rhysling, Lyonel e Steely.
  4. Raymun é armado cavaleiro, chegando ao sexto posto.
  5. Baelor surge na arena e sela o time, contrariando Maekar e Aerion.

Consequências imediatas

A entrada de Baelor mexe com a balança política. Ao assumir posição pública contra os parentes, o príncipe reforça a tese de que Dunk agiu em legítima defesa de Tanselle. Ainda assim, o episódio encerra-se sem o combate, deixando para o próximo capítulo o desfecho do julgamento.

O destaque de Baelor ecoa em outras produções recentes que exploram conflitos familiares de poder, como a série Wonder Man, que sugere nova cisão no MCU, e narrativas sobre traições internas vistas em Unfamiliar.

Próximo passo para Dunk

Com a equipe formada, Dunk enfrentará Aerion e seus seis campeões já no episódio 5. Quem assistiu às premonições de Daeron sabe que o confronto promete consequências trágicas, especialmente para Baelor. O resultado do duelo determinará o futuro do cavaleiro e poderá redefinir alianças nos Sete Reinos.

O episódio 5 de A Knight of the Seven Kingdoms vai ao ar na próxima semana na HBO e na plataforma Max.

Crítica: Unfamiliar entrega ação de espionagem na Netflix, mas final em aberto divide opiniões

Crítica: Unfamiliar entrega ação de espionagem na Netflix
Unfamiliar” chegou à Netflix em 5 de fevereiro de 2026 prometendo um suspense de espionagem centrado em dois ex-agentes que vivem sob identidades falsas na Alemanha.
Ao longo de oito episódios, a produção criada por Paul Coates alterna passado e presente para revelar o que aconteceu em uma missão mal-sucedida na Bielorrússia e como esse evento volta a assombrar o casal protagonista. Apesar da boa dose de ação, a temporada encerra sem conclusão definitiva, sugerindo continuação.

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Trama volta a 16 anos atrás

Simon e Meret, ex-operativos de um serviço de inteligência europeu, abandonaram o ofício depois que uma operação em Bielorrússia desandou há 16 anos. Desde então, os dois vivem em Berlim como um chef de restaurante e uma terapeuta alternativa, enquanto mantêm em segredo uma clínica clandestina que presta socorro médico a agentes feridos.

O passado torna a persegui-los quando Josef Koleev, oficial russo envolvido na antiga missão, decide “eliminar pontas soltas” para não atrapalhar a carreira diplomática da esposa, Valeria, prestes a assumir a embaixada russa na capital alemã. Para isso, Koleev contrata mercenários para localizar Simon, Meret e o antigo controlador deles, Gregor.

  • Missão fracassada em 2010 na Bielorrússia liga todos os personagens.
  • Koleev teme que detalhes vazem e prejudiquem a futura embaixadora russa.
  • Casal vive com nome falso e dirige clínica secreta para espiões feridos.
  • Filha Nina desconhece o passado dos pais e vira peça central quando o perigo se aproxima.
  • Entrada de um “paciente” misterioso expõe o paradeiro dos ex-agentes.

Família em xeque e dilemas morais

A dinâmica entre Simon, Meret e a adolescente Nina sustenta boa parte da tensão. O casal reconhece erros cometidos, mas tenta proteger a filha de uma vida marcada por mentiras e violência. Quando a jovem começa a suspeitar do comportamento dos pais, a série explora o choque entre o cotidiano aparentemente pacato e a realidade de tiroteios e perseguições.

Esse retrato de protagonistas moralmente ambíguos dialoga com outras produções que se afastam de heróis tradicionalmente “puros”. A estratégia lembra, por exemplo, a opção de “Steal” ao expor falhas de caráter para humanizar seus personagens.

Ritmo irregular e narrativa fragmentada

“Unfamiliar” adota saltos temporais constantes, exibindo o evento-chave apenas em flashes até a reta final. A escolha mantém o mistério, mas o vai-e-vem cronológico às vezes causa estranhamento e atrasa revelações importantes. Alguns trechos estendem conflitos além do necessário, sensação reforçada quando fica claro que as pontas soltas são preparativo para uma segunda temporada.

O problema de ritmo não é incomum em thrillers seriados. Em 2025, o suspense “Vanished” também foi criticado por alongar tramas secundárias para justificar retorno futuro.

Fotografia sombria e ação bem coreografada

Visualmente, a produção aposta em paleta fria e iluminação baixa, recurso já consagrado no gênero. Embora contribua para a atmosfera de paranoia, o excesso de sombras pode cansar quem acompanhou sucessivos thrillers com estética similar.

Por outro lado, as cenas de confronto e perseguição — especialmente a invasão ao apartamento do casal e o tiroteio num galpão industrial — exibem coreografias competentes que compensam pausas mais lentas. Quando o enredo acelera, a relação entre política internacional e dramas pessoais mantém o interesse até o desfecho.

Revelação do informante decepciona

Um dos ganchos centrais é a existência de um espião infiltrado no BND, serviço de inteligência alemão. Contudo, a série apresenta apenas duas possibilidades palpáveis, e pistas entregues com antecedência tornam a solução previsível. A personagem Julika, ligada ao órgão, surge pouco desenvolvida, ponto que o roteiro deve aprofundar nos próximos capítulos.

  1. Identidade do agente duplo é insinuada antes da metade da temporada.
  2. Consequências desse vazamento ficam para o próximo ano.
  3. Arco de Julika carece de informações básicas sobre passado e motivações.

Apesar de falhas, “Unfamiliar” reúne elementos capazes de agradar fãs de espionagem que buscam ação direta e conflitos familiares carregados de culpa. Quem prefere finais fechados talvez se frustre com o gancho para a continuação, estratégia recorrente em serviços de streaming — tendência igualmente vista na elogiada série “The Beauty”.

Todos os oito episódios de “Unfamiliar” estão disponíveis globalmente na Netflix desde 5 de fevereiro de 2026. Ainda não há confirmação oficial sobre a data de estreia da segunda temporada.