“Crítica de Salve Geral: Irmandade”, novo thriller criminal ambientado em São Paulo, já está disponível na Netflix. Em apenas 64 minutos, o longa mergulha o público em uma cidade sitiada pela violência, acompanhando um ex-agente que precisa resgatar a filha sequestrada por uma facção. A direção é creditada a Pedro Morelli, enquanto o roteiro traz assinaturas de Julia Furrer e do próprio Morelli.
Sinopse enxuta e intensa
O protagonista é Artur (Seu Jorge), ex-integrante de uma unidade especial que vive assombrado pelas missões do passado. O sequestro da filha Lia (Mariana Nunes) o obriga a revisitar antigos inimigos e percorrer os becos de uma metrópole dominada pelo crime organizado.
A narrativa constrói uma escalada de confrontos físicos e dilemas morais. Cada escolha de Artur tem consequência imediata, reforçando a premissa de que, em São Paulo, a sobrevivência é a única moeda.
Elenco e equipe técnica
Além de Seu Jorge e Mariana Nunes, o filme conta com Naruna Costa, David Santos, Hermila Guedes, Ênio Cavalcante e Marcélia Cartaxo. A fotografia de Rafael Pacheco aposta em tons acinzentados interrompidos por cores vibrantes durante cenas de ação. Já a trilha de Lucas Vidal mistura batidas eletrônicas e orquestra para acentuar o clima de perigo constante.
No texto da crítica original, o nome de Felipe Braga aparece associado à condução artística das cenas; porém, a ficha oficial da produção credita a direção a Pedro Morelli.
Ambientação e recursos visuais
São Paulo surge como personagem. A câmera alterna planos abertos de avenidas iluminadas por néon com interiores sufocantes, repletos de fios desencapados e vidros partidos. Esse contraste ressalta a sensação de uma cidade ao mesmo tempo grandiosa e frágil.
O cuidado estético remete a outras produções recentes que revisitam gêneros clássicos com olhar contemporâneo. O resgate de atmosferas sombrias também pode ser visto em obras relançadas, como o sci-fi “High Life”, que ganhou nova vitrine anos após a estreia discreta.
Ritmo, acertos e tropeços
A crítica elogia o realismo das cenas de violência, tratadas como sintoma de desigualdade estrutural, nunca como espetáculo gratuito. O meio do filme, porém, é apontado como trecho mais arrastado, repetindo embates semelhantes e retardando o avanço do enredo. O desfecho recupera fôlego com um confronto que coloca em jogo a relação entre pai e filha.
Essa busca por equilíbrio entre ação e comentário social dialoga com tendências do mercado, em que franquias famosas tentam se reinventar, como a série “Predator”, que projeta novos rumos sem abandonar as raízes de suspense.

Principais pontos
- Duração enxuta: 64 minutos de narrativa contínua.
- Ambientação: São Paulo retratada como cenário e personagem.
- Elenco de peso: destaque para Seu Jorge e a revelação Mariana Nunes.
- Fotografia e som: uso de cores contrastantes e trilha eletrônica-orquestral.
- Disponibilidade: filme já liberado no catálogo global da Netflix.
Disponibilidade
“Salve Geral: Irmandade” está em cartaz na Netflix desde 11 de fevereiro de 2026. O serviço oferece o longa com opções de áudio original em português e legendas em diversos idiomas.
Perguntas frequentes
Quem dirige “Salve Geral: Irmandade”?
A ficha técnica da produção credita a direção a Pedro Morelli; o texto da crítica menciona Felipe Braga na condução artística.
Qual é o tempo de duração do filme?
O longa possui 64 minutos.
Sobre o que trata a história?
O enredo acompanha Artur, ex-agente especial que tenta resgatar a filha sequestrada por uma facção criminosa em São Paulo.
Quem compõe o elenco principal?
Seu Jorge, Mariana Nunes, Naruna Costa, David Santos, Hermila Guedes, Ênio Cavalcante e Marcélia Cartaxo.
Onde assistir ao filme?
O título está disponível no catálogo global da Netflix.