Início Site Página 48

Universal agenda “A Múmia 4” para maio de 2028 com Brendan Fraser e Rachel Weisz de volta


Brendan Fraser
e Rachel Weisz já têm data para retornar às telas como Rick O’Connell e Evy Carnahan. A Universal Pictures definiu a estreia de “A Múmia 4” para 19 de maio de 2028, marcando o reencontro do casal de aventureiros após quase duas décadas.

Data confirmada pela Universal

O estúdio anunciou o lançamento na janela pré-verão norte-americano, tradicionalmente reservada a grandes blockbusters. Com isso, “A Múmia 4” chega aos cinemas quase 30 anos depois do reboot de 1999 que revitalizou a marca.

A produção ainda está em fase inicial, sem detalhes sobre direção ou início de filmagens. A confirmação de Fraser e Weisz, no entanto, garante a continuidade da linha narrativa inaugurada em “A Múmia” (1999) e suas duas sequências imediatas.

Retorno do casal Rick e Evy

Fraser volta ao papel que consolidou sua carreira como herói de ação, enquanto Weisz retoma a personagem que misturava erudição e aventura. A química entre os dois foi um dos fatores decisivos para o sucesso do filme de 1999, que arrecadou mais de US$ 400 milhões mundialmente.

O restante do elenco não foi confirmado. Nomes que marcaram a franquia — como John Hannah, Arnold Vosloo ou Oded Fehr — não tiveram retorno anunciado até o momento.

Franquia atravessa gerações

Iniciada em 1932, a saga ganhou fôlego com o reboot de Stephen Sommers em 1999, combinando aventura, humor e efeitos visuais de última geração. O filme originou:

  • Duas sequências diretas: “O Retorno da Múmia” (2001) e “A Múmia: Tumba do Imperador Dragão” (2008);
  • A série derivada “The Scorpion King” com cinco longas;
  • Um reboot em 2017 protagonizado por Tom Cruise, que tentou iniciar o “Dark Universe”, mas não avançou.

O anúncio de “A Múmia 4” acontece em momento em que outras franquias buscam novos rumos, como as possíveis mudanças nas séries de Jason Bourne e John Wick. Essa movimentação reforça a disputa por datas estratégicas no calendário cinematográfico.

Em desenvolvimento

A Universal não divulgou sinopse, equipe criativa ou previsão de início de gravações. Detalhes sobre locações, vilão principal ou ligação direta com os filmes anteriores seguem em sigilo.

Enquanto os novos passos não são revelados, fãs podem rever a animação de 2001 ou explorar outras extensões do universo, como o recente título de animação “Blade Runner: Black Lotus”, que também expande uma franquia consagrada.

Pontos principais

  • Estreia mundial: 19 de maio de 2028;
  • Protagonistas confirmados: Brendan Fraser e Rachel Weisz;
  • Estúdio: Universal Pictures;
  • Detalhes de roteiro, direção e elenco adicional ainda não divulgados.

Novas informações devem surgir conforme a produção avance nos próximos anos.

Perguntas frequentes

Quando “A Múmia 4” chega aos cinemas?

A Universal marcou a estreia para 19 de maio de 2028.

Quem volta no elenco?

Brendan Fraser e Rachel Weisz estão confirmados como Rick O’Connell e Evy Carnahan; demais nomes não foram anunciados.

O filme será continuação direta dos longas de 1999 a 2008?

O estúdio não esclareceu a ligação exata, mas a presença do casal original indica continuidade dessa linha narrativa.

Há diretor ou roteirista definido?

Até o momento, a Universal não revelou equipe criativa.

Qual o primeiro filme da franquia “A Múmia”?

A produção original data de 1932; o reboot de maior sucesso chegou em 1999.

Trilogias de ação divergem em 2026: futuro incerto para Jason Bourne e John Wick mantém embalo

 futuro incerto para Jason Bourne e John Wick
Jason Bourne
e John Wick formam as duas trilogias de ação mais celebradas do século XXI, mas, em 2026, cada franquia ocupa um ponto muito diferente da carreira. Enquanto o ex-agente da CIA vive indefinição após uma sequência de derivados mal-sucedidos, o matador aposentado interpretado por Keanu Reeves avança para um quinto filme embalado por quatro longas elogiados seguidamente.

Jason Bourne enfrenta impasse depois de tentativas frustradas

Lançada entre 2002 e 2007, a combinação de The Bourne Identity, The Bourne Supremacy e The Bourne Ultimatum redefiniu cenas de luta e ressaltou enredo e construção de personagem em blockbusters de ação.

A maré virou em 2012, quando The Bourne Legacy tentou passar o bastão para Jeremy Renner. O filme não convenceu o público nem impulsionou uma nova trilogia. A volta de Matt Damon em Jason Bourne (2016) também não recuperou o prestígio original.

Na tentativa de manter a marca viva, o estúdio apostou na série Treadstone, cancelada após uma temporada, repetindo dificuldade vista em outras produções que migram do cinema para a TV, como o anime “Blade Runner: Black Lotus”.

Em 2025, uma disputa pelos direitos de Jason Bourne sinalizou possível reboot, mas o personagem voltou às mãos da Universal Pictures. O estúdio declarou intenção de “levar a série adiante”, porém não confirmou formato, elenco nem data de lançamento.

John Wick mantém sequência de acertos

O caminho de John Wick começou em 2014 e, até agora, soma quatro longas sem queda de qualidade: John Wick, Chapter 2 (2017), Parabellum (2019) e Chapter 4 (2023). Cada novo capítulo expandiu a sociedade secreta de assassinos e aprimorou a coreografia de lutas que virou marca da saga.

Derivados também enfrentaram obstáculos. A série The Continental repetiu desempenho discreto de Treadstone, e o filme Ballerina registrou bilheteria modesta e críticas medianas, situação parecida com o terror pós-apocalíptico “Enterramos os Mortos”, que também não alcançou o sucesso esperado.

Apesar disso, o núcleo principal segue intacto. A Lionsgate trabalha em John Wick 5, acreditando que a franquia ainda tem fôlego após uma década de avaliações positivas.

Trilogias de ação divergem em 2026: futuro incerto para Jason Bourne e John Wick mantém embalo - Imagem do artigo original

Comparativo entre as franquias

  • Qualidade consistente: John Wick mantém quatro filmes bem recebidos; Bourne teve queda após a trilogia original.
  • Derivados: The Continental e Ballerina não impactaram o sucesso da linha principal; Treadstone agravou o desgaste de Bourne.
  • Próximos passos: John Wick 5 está em desenvolvimento; futuro de Jason Bourne depende de definição da Universal.
  • Elencos: Keanu Reeves permanece no papel-título; não há confirmação de retorno de Matt Damon.
  • Legado: ambas as trilogias influenciaram o gênero, mas apenas Wick sustenta a relevância em 2026.

Cronologia dos lançamentos principais

  1. 2002 – The Bourne Identity
  2. 2004 – The Bourne Supremacy
  3. 2007 – The Bourne Ultimatum
  4. 2014 – John Wick
  5. 2016 – Jason Bourne
  6. 2017 – John Wick: Chapter 2
  7. 2019 – John Wick: Chapter 3 – Parabellum
  8. 2023 – John Wick: Chapter 4

Com a série de assassinatos coreografados de Wick dominando o cenário de ação e Bourne ainda sem rumo, analistas de mercado apontam maior probabilidade de expansão para o universo do ex-baba yaga. Já a saga de espionagem criada por Robert Ludlum necessita de estratégia clara para reconquistar o público, movimento que outras produções, como a volta de Jessica Jones ao MCU, demonstram ser possível.

Perguntas frequentes

Há confirmação de data para o filme John Wick 5?

Não, o estúdio apenas informou que o longa está em desenvolvimento, sem cronograma divulgado.

Matt Damon retornará ao papel de Jason Bourne?

A participação de Damon não foi confirmada; o projeto ainda está em fase de definição pela Universal.

Quais derivados de Bourne foram produzidos?

O filme The Bourne Legacy (2012), com Jeremy Renner, e a série de TV Treadstone (2019) são os principais derivados.

Quais derivados do universo John Wick já estrearam?

Até 2026, a série The Continental e o filme Ballerina foram lançados, ambos com recepção moderada.

Por que as trilogias são consideradas “as maiores” do gênero?

Ambas entregaram três filmes consecutivos elogiados pela crítica, algo raro em franquias de ação.

Série alemã Unfamiliar assume topo global da Netflix e supera Bridgerton e O Poder e a Lei

Cena de Unfamiliar na Netflix usada em matéria de final explicado
Unfamiliar termina com o ataque de Koleev ao esconderijo e a sobrevivência dependendo da confiança entre Meret e Simon.

Unfamiliar, novo thriller de espionagem em seis capítulos, alcançou o primeiro lugar entre as séries mais vistas da Netflix no mundo em 10 de fevereiro de 2026. O título alemão desbancou Bridgerton (4ª temporada, parte 1) e O Poder e a Lei (4ª temporada), tornando-se o programa dominante da plataforma. No mercado norte-americano, a produção figura atualmente na quarta posição.

Domínio nas paradas da Netflix

Dados do agregador FlixPatrol mostram que Unfamiliar é a série número 1 em 24 países, entre eles Argentina, Brasil, Croácia, República Dominicana, Holanda, Panamá, Polônia, Sérvia, Ucrânia, Uruguai e Venezuela.

O desempenho é expressivo porque superou lançamentos já consolidados de 2026. Mesmo com a força de franquias como O Poder e a Lei e a permanência de Virgin River no Top 10 em vários territórios, a série de espionagem se manteve na liderança global.

Veja também:
Final explicado de Unfamiliar (Netflix): o que acontece no episódio 6

Principais números

  • Estreia mundial: 5 de fevereiro de 2026
  • Seis episódios disponíveis
  • Nº 1 em 24 países e Nº 4 nos EUA
  • 72% de aprovação do público no Rotten Tomatoes
  • Nota 6,9/10 no IMDb, baseada em 1.200 avaliações

Enredo e produção

A história acompanha Simon e Meret Schäfer, casal que administra uma casa segura em Berlim. Quando antigos segredos vêm à tona, os dois são forçados a fugir e lidar com as consequências.

Gravada na Alemanha, a série oferece dublagem e legendas em vários idiomas, estratégia que ampliou o alcance internacional. O formato compacto, com apenas seis capítulos, contribuiu para que muitos espectadores concluíssem a temporada rapidamente, impulsionando as métricas de visualização.

Recepção do público

Apesar do baixo número de críticas formais até o momento, Unfamiliar registra 72% de aprovação no Rotten Tomatoes (menos de 50 avaliações) e uma média de 6,9 no IMDb.

Os números posicionam a produção acima de adaptações recentes de animações como Blade Runner: Black Lotus, demonstrando a força dos thrillers de espionagem entre o público global.

Perspectivas para as próximas semanas

Lançada integralmente em 5 de fevereiro, a série levou poucos dias para chegar ao topo mundial. A expectativa é que permaneça entre as mais vistas até a estreia da parte 2 de Bridgerton – prevista ainda para 2026.

Série alemã ‘Unfamiliar’ assume topo global da Netflix e supera Bridgerton e O Poder e a Lei - Imagem do artigo original

Mesmo com a projeção de novos lançamentos, o êxito inicial sinaliza que Unfamiliar pode sustentar posição de destaque nas listas da Netflix por várias semanas.

Perguntas frequentes

Quantos episódios compõem Unfamiliar?

A temporada tem seis capítulos.

Quando a série estreou na Netflix?

Todos os episódios foram disponibilizados em 5 de fevereiro de 2026.

Qual a colocação da série nos Estados Unidos?

No dia 10 de fevereiro de 2026, Unfamiliar ocupava a quarta posição no ranking americano.

Em quantos países a série lidera o Top 10?

São 24 territórios onde o título aparece em primeiro lugar, incluindo Brasil e Argentina.

Qual a avaliação do público no Rotten Tomatoes?

Unfamiliar registra 72% de aprovação baseada em menos de 50 notas.

‘Blade Runner: Black Lotus’ liga filmes e detalha ascensão de Wallace Jr., mas sofre com falta de acesso

‘Blade Runner: Black Lotus’ liga filmes e detalha ascensão de Wallace Jr.
Blade Runner: Black Lotus
, anime lançado em 2021, preenche o intervalo de três décadas entre o clássico de Ridley Scott (2019) e a sequência Blade Runner 2049. A série se passa em 2032, aborda o Blackout de 2022 e acompanha a origem de Niander Wallace Jr., antagonista do longa de 2017. Apesar da boa recepção visual, o título enfrenta hoje oferta restrita de streaming e só pode ser visto legalmente na Crunchyroll, sem dublagem em inglês.

Conexão direta entre filmes

Ao longo de 13 episódios, a produção japonesa-americana amarra eventos decisivos para a cronologia oficial. O roteiro apresenta Elle, protagonista que lida com memórias implantadas e busca descobrir se é humana ou replicante, ecoando temas já explorados pela franquia.

  • Ambientação em 2032, dez anos após o Blackout.
  • Explicação do banimento temporário de replicantes.
  • Primeiros passos de Wallace Jr. rumo à criação dos Nexus-9.
  • Participação de cenários e personagens conhecidos, como Doc Badger.
  • Combates coreografados com destaque para violência gráfica.

Mesmo com trama considerada previsível, a série acrescenta detalhes formais ao cânone e reforça a ponte entre os longas. Essa estratégia de ampliar universos via animação já foi adotada por outras marcas, como a recente adaptação televisiva de Fallout.

Origem de Niander Wallace Jr.

Black Lotus mostra como o jovem industrialista construiu influência no período de escassez de replicantes. As motivações que o levaram a desenvolver o modelo Nexus-9 aparecem em flashes que antecipam sua postura em Blade Runner 2049, vivido no cinema por Jared Leto. A relação com Wallace Sr. também recebe atenção, estabelecendo o legado corporativo essencial à narrativa.

Disponibilidade limitada de streaming

A série estreou em simulcast na faixa Toonami do Adult Swim, com exibição simultânea na Crunchyroll. Porém, em 2022, todos os episódios foram removidos das plataformas do Adult Swim, conforme confirmado pelo executivo Jason DeMarco.

Com a mudança, Crunchyroll tornou-se o único serviço oficial a oferecer o anime. O catálogo, contudo, disponibiliza apenas dublagens em japonês e espanhol com legendas. A ausência da versão em inglês dificulta o acesso de parte do público ocidental, cenário semelhante ao observado em casos como a futura série de Harry Potter da HBO, cuja janela de exibição ainda gera debate no mercado.

Elenco de vozes internacional

A produção conta com nomes conhecidos na dublagem em inglês, ausentes na versão atual de streaming:

  • Jessica Henwick – Elle
  • Wes Bentley – Niander Wallace Jr.
  • Brian Cox – Niander Wallace Sr.
  • Will Yun Lee – Joseph

No áudio original, Arisa Shida (Elle) e Shinshû Fuji (Joseph) lideram o elenco japonês. A mistura de talentos reflete a coprodução entre Estados Unidos e Japão e reforça a proposta global do projeto, assim como ocorre em séries híbridas que caminham para novas temporadas, a exemplo de Jessica Jones, já confirmada para voltar ao MCU.

Blade Runner: Black Lotus segue sem previsão de retorno a outras plataformas ou lançamento doméstico com dublagens adicionais.

‘Blade Runner: Black Lotus’ liga filmes e detalha ascensão de Wallace Jr., mas sofre com falta de acesso - Imagem do artigo original

Perguntas frequentes

Em que período da cronologia se passa Blade Runner: Black Lotus?

A animação é ambientada em 2032, dez anos após o Blackout de 2022 e 17 anos antes de Blade Runner 2049.

Quantos episódios compõem a série?

São 13 episódios na primeira temporada.

Onde assistir legalmente no Brasil?

Atualmente apenas na Crunchyroll, com áudio em japonês ou espanhol e legendas.

A dublagem em inglês está disponível?

Não; a versão inglesa foi removida quando a série saiu das plataformas do Adult Swim em 2022.

Quem é a protagonista?

A personagem principal chama-se Elle, uma mulher que investiga se é humana ou replicante.

O anime altera o cânone dos filmes?

Ele não contradiz os longas, mas acrescenta detalhes como a ascensão de Niander Wallace Jr. e repercussões do Blackout.

Filme “Enterramos os Mortos (2026)” detalha final com bebê sobrevivente após pulso eletromagnético

Enterramos os Mortos (2026), encerra sua trama mostrando como a fisioterapeuta Ava encontra um recém-nascido ileso após uma catástrofe causada por uma arma experimental dos Estados Unidos na Tasmânia. A sequência final revela que o bebê pertencia à gestante Katie, esposa do soldado Riley, e explica por que alguns mortos voltaram à “vida” em busca de pendências. O desfecho também oferece a Ava o encerramento emocional em relação ao marido, Mitch, vítima do mesmo incidente. A seguir, veja como o roteiro amarra esses elementos.

A arma secreta e a morte instantânea na ilha

De acordo com reportagens dentro do próprio enredo, um teste militar norte-americano liberou um pulso eletromagnético poderoso ao largo da costa da Tasmânia. O evento gerou falha neural imediata em humanos e animais, resultando em morte instantânea de toda a população local.

Uma semana depois, equipes das Forças Armadas recrutaram voluntários para remover e enterrar os corpos espalhados. Ava se alistou para participar, mas seu objetivo real era chegar a Woodbridge, cidade onde Mitch passava um retiro no Enso Resort quando ocorreu o desastre.

A busca de Ava por Mitch

Militares proibiram deslocamentos ao sul de Hobart por causa de incêndios descontrolados. Mesmo assim, Ava e o voluntário Clay avançaram até o resort. No local, a protagonista descobriu que o marido havia retirado a aliança e recebido a visita da colega Julia Simpkin pouco antes de morrer.

Esses indícios levaram Ava a concluir que Mitch também traíra o relacionamento. A revelação neutralizou o sentimento de culpa que ela carregava por ter se envolvido com outro homem antes da tragédia.

Mortos que despertam para assuntos pendentes

No trajeto, alguns cadáveres foram observados levantando-se em estado semi-consciente. Um soldado explicou que esses indivíduos retornavam apenas para concluir tarefas inacabadas. Entre os casos mostrados, um idoso pediu ajuda para sepultar a própria família e solicitou novo repouso definitivo em seguida.

  • Pulso eletromagnético matou todos instantaneamente.
  • Alguns mortos despertam brevemente para resolver assuntos pendentes.
  • Ava descobre infidelidade de Mitch e supera a culpa.
  • Soldado Riley mantém corpos acorrentados numa fazenda.
  • Katie, esposa de Riley, retorna para salvar o filho.
  • Bebê é encontrado vivo e passa aos cuidados de Ava.

Riley, Katie e a fazenda isolada

Durante a missão, Ava foi levada por Riley à antiga casa de Katie, em Queenstown. O militar, abalado, pediu que Ava se vestisse como a esposa para uma última dança. Ele acreditava que Katie voltaria porque carregava um feto não nascido.

Ao investigar o local, Ava descobriu que Riley mantinha cadáveres despertares acorrentados em um celeiro. O voluntário justificava o ato como “estudos” que comprovariam o retorno iminente de Katie. Percebendo o risco, Ava esfaqueou Riley e tentou fugir.

O retorno de Katie e a origem do bebê

Já do lado de fora, Ava viu Katie de pé, em estado cadavérico, mas sem sinais de agressividade. O roteiro sugere que a gestante ressurgiu para garantir o nascimento e a proteção do filho, considerado seu “assunto pendente”.

Mais tarde, a caminho de Devonport com Clay, Ava reencontrou Katie na estrada. O abdômen vazio da mulher indicava que o parto havia ocorrido. Orientada por gestos da própria Katie, Ava localizou um recém-nascido chorando num ponto próximo, intacto ao pulso.

O filme apresenta a ideia de que o útero da mãe funcionou como escudo natural contra os efeitos eletromagnéticos que destruíram os neurônios da população, permitindo a sobrevivência do bebê.

Próximos passos para Ava e Clay

Sem revelar detalhes às autoridades, Ava e Clay seguem para o aeródromo militar de Devonport. O plano implícito é retirar a criança da ilha e criá-la longe de possíveis investigações, preservando o último sobrevivente nativo da Tasmânia pós-pulso.

Veja também:
Final explicado de Destruição Final 2: o que acontece no fim.
Final de Salvador revela assassino de Milena
The Dutchman: final do filme de 2026 esclarece destino de Lula

Perguntas frequentes

Qual foi a causa da tragédia em “Enterramos os Mortos”?

Uma arma experimental dos Estados Unidos liberou um pulso eletromagnético que provocou falha neural e morte instantânea de todos na Tasmânia.

Por que alguns mortos voltam à atividade?

O filme indica que certos indivíduos ressurgem brevemente para concluir assuntos inacabados antes de retornarem ao estado de morte.

Quem é o bebê encontrado por Ava?

O recém-nascido é filho de Katie, esposa do soldado Riley, que entrou em trabalho de parto após seu corpo voltar à atividade.

Como o bebê sobreviveu ao pulso eletromagnético?

O roteiro sugere que o útero materno protegeu o sistema neural da criança, impedindo os danos causados pela arma.

O que Ava pretende fazer com a criança?

Ava planeja sair da ilha e criar o bebê como filho, evitando que autoridades usem a criança para estudos militares.

O marido de Ava também retorna dos mortos?

Não. As pistas encontradas no resort indicam que Mitch não tinha “pendências” e, portanto, permanece morto.

Cirroc Lofton explica por que Jake Sisko usa brinco bajoriano em Star Trek: Academia da Frota Estelar

Cirroc Lofton explica por que Jake Sisko usa brinco bajoriano em Star Trek: Academia da Frota Estelar
Cirroc Lofton
revelou que o brinco exibido por Jake Sisko no episódio 5 de Star Trek: Star Trek: Academia da Frota Estelar é bajoriano e foi escolhido para homenagear o pai do personagem, Benjamin Sisko. O ator retornou ao papel após 27 anos e, aos 53 anos de idade na trama, aparece em 2408 para aconselhar a cadete SAM. A joia, somada a roupas confeccionadas com tecido etíope, conecta a herança familiar de Lofton à mitologia de Deep Space Nine.

Retorno de Cirroc Lofton após 27 anos

Escrito por Kirsten Beyer e Tawny Newsome, e dirigido por Larry Teng, o episódio “Series Acclimation Mil” marca a primeira aparição de Jake Sisko desde o fim de DS9, em 1999. Já como um respeitado escritor, Jake surge na Academia da Frota Estelar para orientar Series Acclimation Mil (Kerrice Brooks), conhecida como SAM, que hesita em assumir o título de Emissária de seu povo, os Kasqianos.

Significado do brinco de Jake Sisko

Em seu podcast The 7th Rule, Lofton confirmou que o brinco é bajoriano. O acessório simboliza a ligação de Jake com o pai, que se tornou Emissário dos Profetas de Bajor. O ator contou que imaginou o personagem estudando a cultura bajoriana para se aproximar espiritualmente de Benjamin Sisko.

“Concordamos que Jake teria um brinco bajoriano porque ele possivelmente se aprofundou nos estudos de Bajor e queria prestar homenagem ao pai, agora um grande ícone”, disse Lofton.

Entre fãs, a presença do brinco gerou debates online. A confirmação encerra as dúvidas e reforça a ideia de que Jake continua conectado à fé que transformou seu pai em figura quase divina.

Conexão etíope no figurino

Além do brinco, Lofton levou tecidos adquiridos em sua última viagem à Etiópia para o departamento de figurino. A equipe transformou as estampas tradicionais em uma roupa futurista composta por uma faixa e uma camisa de colarinho alto.

O cuidado com os detalhes resultou em um visual mais sóbrio do que as cores vibrantes que marcaram o guarda-roupa de Jake adolescente em DS9, mas ainda com referências sutis à fase anterior.

Participação de Avery Brooks nos bastidores

Lofton destacou a influência de Avery Brooks, intérprete de Benjamin Sisko, no desenvolvimento do episódio. Com autorização do ator, a produção utilizou um trecho do álbum de jazz Here… para a narração final de Sisko. Lofton descreveu o processo como “mágico” e afirmou que a cena oferece um sentimento de fechamento para fãs que desejavam saber o destino de pai e filho após o fim de Deep Space Nine.

Principais pontos

  • Brinco: acessório é bajoriano e homenageia Benjamin Sisko.
  • Figurino: peças criadas com tecidos etíopes trazidos por Lofton.
  • Trama: Jake ajuda SAM a aceitar o papel de Emissária dos Kasqianos.
  • Participação de Avery Brooks: voz do capitão aparece em narração final.
  • Relevância para fãs: episódio oferece continuidade à relação Sisko pai e filho.

Detalhes de produção

A primeira temporada de Star Trek: Academia da Frota Estelar tem estreia marcada para 15 de janeiro de 2026 na Paramount+. A série é comandada por Alex Kurtzman e Noga Landau, com direção de Douglas Aarniokoski em outros capítulos. Entre os nomes do elenco estão Holly Hunter e Nahla Ake.

O retorno de franquias consagradas não é exclusividade do universo Star Trek. A série de Harry Potter na HBO e a volta de Jessica Jones ao MCU mostram que revisitar personagens clássicos segue em alta no streaming. Da mesma forma, títulos estabelecidos, como a 7ª temporada de Virgin River, continuam impulsionando plataformas.

Cirroc Lofton explica por que Jake Sisko usa brinco bajoriano em Starfleet Academy - Imagem do artigo original

A presença de Cirroc Lofton, combinada a referências culturais e espirituais, transforma o quinto episódio em uma homenagem direta ao legado de Benjamin Sisko e oferece uma visão amadurecida de Jake, agora integrado ao vasto universo de Academia da Frota Estelar.

Perguntas frequentes

Por que Jake Sisko usa um brinco bajoriano no episódio?

Segundo Cirroc Lofton, o brinco presta homenagem a Benjamin Sisko, Emissário dos Profetas de Bajor, e reflete o interesse de Jake pelos costumes bajorianos.

O figurino de Jake tem ligação com a cultura de Lofton?

Sim. As peças foram feitas com tecido etíope que o ator trouxe de viagem, integrando sua origem familiar ao visual futurista.

Qual é o papel de Jake Sisko em Academia da Frota Estelar?

Jake aparece como escritor renomado e serve de mentor para a cadete SAM, ajudando-a a aceitar a função de Emissária dos Kasqianos.

Benjamin Sisko participa fisicamente do episódio?

Aparece apenas em narração, com um trecho do álbum de jazz de Avery Brooks utilizado na cena final.

Quando a série Star Trek: Academia da Frota Estelar estreia?

A primeira temporada tem lançamento agendado para 15 de janeiro de 2026 na Paramount+.

O Poder e a Lei : 5ª temporada começa a ser filmada em março e deve chegar à Netflix em 2027

O Poder e a Lei : 5ª temporada começa a ser filmada em março e deve chegar à Netflix em 2027
A Netflix confirmou a 5ª temporada de O Poder e a Lei, que terá 10 episódios e começará a ser gravada em 2 de março de 2026, em Los Angeles. A nova leva adaptará o livro Resurrection Walk, de Michael Connelly, e, seguindo o ritmo de pós-produção das temporadas anteriores, a estreia é projetada para o período entre fevereiro e abril de 2027.

Renovação e detalhes iniciais

Embora o anúncio oficial só tenha sido feito no fim de janeiro de 2026, o planejamento da 5ª temporada já estava em curso desde meados de 2025. A prática tornou-se comum em séries de grande porte para agilizar cronograma e garantir retorno rápido ao catálogo.

Os co-showrunners Ted Humphrey e Dailyn Rodriguez comemoraram a continuidade da trama, descrevendo a quarta temporada como “a jornada mais desafiadora e pessoal” de Mickey Haller até agora.

Livro de referência e mudanças necessárias

A produção adaptará Resurrection Walk, lançado em 2023. Na obra, Mickey recorre ao meio-irmão Harry Bosch para investigar o caso de uma mulher condenada pela morte do ex-marido. Como os direitos de Bosch pertencem ao Prime Video, a série precisará de ajustes: o mistério deverá ser conduzido por outro personagem. A chegada da meia-irmã de Mickey, vivida por Cobie Smulders, desponta como solução para a lacuna.

Retrospecto: onde a 4ª temporada parou

No quarto ano, Mickey enfrentou a própria Justiça ao ser acusado de matar o ex-cliente Sam Scales. O arco revelou o lado mais vulnerável do advogado, que vestiu macacão laranja e quase recebeu prisão perpétua.

O desfecho trouxe:

  • O duelo judicial contra a promotora Dana Berg (Constance Zimmer);
  • Absolvição com exigência de exoneração pública;
  • Retorno de Maggie McPherson (Neve Campbell) como co-defensora;
  • Revelação de uma meia-irmã desconhecida, ampliando os conflitos familiares.

Elenco já confirmado

A Netflix adiantou parte do time que volta ao set em março:

  • Manuel Garcia-Rulfo – Mickey Haller;
  • Neve Campbell – Maggie McPherson;
  • Becki Newton – Lorna;
  • Jazz Raycole – Izzy;
  • Angus Sampson – Cisco;
  • Cobie Smulders – meia-irmã ainda sem nome divulgado.

Nomes recorrentes como as promotoras Dana Berg e Andrea Freeman ainda não foram anunciados.

Produção: cronograma e localização

De acordo com o calendário prévio, as filmagens ocorrerão entre 2 de março e 9 de julho de 2026, repetindo o período de 130 dias da temporada anterior. A pós-produção tende a levar de quatro a oito meses, conforme os ciclos já registrados.

Com a agenda, a plataforma deve lançar a nova fase na mesma janela em que prepara outras estreias, como a 7ª temporada de “Virgin River”, prevista para março de 2026.

Adaptações já concluídas

A trajetória literária de Mickey Haller segue esta ordem na TV:

  1. The Brass Verdict – 1ª temporada;
  2. The Fifth Witness – 2ª temporada;
  3. The Gods of Guilt – 3ª temporada;
  4. The Law of Innocence – 4ª temporada;
  5. Resurrection Walk – 5ª temporada (em produção).

Banner Resurrection Walk – 5ª temporada
Perguntas frequentes

Quando começam as gravações da 5ª temporada?

O início está marcado para 2 de março de 2026.

Quantos episódios a nova temporada terá?

Serão 10 episódios, seguindo o padrão dos anos anteriores.

Qual livro servirá de base para o roteiro?

O enredo parte de Resurrection Walk, publicado em 2023.

Quem retorna ao elenco principal?

Estão confirmados Manuel Garcia-Rulfo, Neve Campbell, Becki Newton, Jazz Raycole, Angus Sampson e Cobie Smulders.

Quando a 5ª temporada deve chegar à Netflix?

A previsão aponta para o intervalo entre fevereiro e abril de 2027.

O personagem Harry Bosch aparecerá na série?

Não, pois seus direitos pertencem a outra plataforma; a dinâmica deverá ser modificada.

Netflix revela teaser e fotos de “Virgin River”; 7ª temporada estreia em 12 de março de 2026


Netflix divulgou nesta terça-feira (data não informada) as primeiras imagens e um teaser de Virgin River 7. A nova leva de episódios chega ao catálogo em 12 de março de 2026, quase dois anos após o casamento de Melinda Monroe e Jack Sheridan mostrado no fim da 6ª temporada. O material antecipa momentos de lua de mel no campo, investigações médicas e a chegada de novos moradores à cidade.

  • Estreia global confirmada para 12/03/2026.
  • Mel e Jack iniciam processo de adoção durante a lua de mel na fazenda.
  • Doc enfrenta sindicância do conselho médico do Estado.
  • Novos personagens interpretados por Cody Kearsley, Austin Nichols e Sara Canning.
  • Direção dividida entre cinco cineastas; showrunner Patrick Sean Smith escreve o final.
  • 8ª temporada já planejada, com filmagens em abril e retorno previsto para 2027.

Estreia marcada e sinopse oficial

Todas as dez partes da 7ª temporada serão liberadas simultaneamente em 12 de março, uma quinta-feira. O teaser destaca o início da vida a dois e deixa claro que a calmaria não deve durar.

“Recem casados, Mel e Jack perseguem o sonho de adotar um bebê, enquanto amores antigos reaparecem e novas ameaças desafiam Virgin River.”

Tramas principais

Segundo o showrunner Patrick Sean Smith, o casal central permanece estável. A série focará em desafios emocionais mais complexos do que a dúvida “vão ou não vão ficar juntos”.

Romance em várias gerações

Além da lua de mel, o roteiro acompanha:

  • Hope e Doc, que reacendem o relacionamento.
  • Lizzie e Denny, à espera do primeiro filho.

Consultório sob pressão

Doc precisa lidar com Victoria, investigadora do conselho médico e ex-policial, papel de Sara Canning. Seu futuro profissional torna-se um dos pontos de tensão da temporada, temática que dialoga com outras produções que exploram dilemas éticos, como a minissérie “Fallout” no Prime Video.

Novos rostos em Virgin River

  • Cody Kearsley (“Riverdale”) interpreta Clay, ex-peão de rodeios criado em abrigos que busca a irmã desaparecida.
  • Austin Nichols (“One Tree Hill”) vive um homem misterioso ligado ao passado de Mel.
  • Sara Canning (“The Vampire Diaries”) assume o papel de Victoria, responsável por inspecionar a clínica de Doc.

O elenco regular retorna completo, com Alexandra Breckenridge, Martin Henderson, Tim Matheson, Annette O’Toole, entre outros.

Bastidores: direção e roteiro

  1. Andy Mikita — episódios 701 e 702
  2. Audrey Cummings — 703 e 704
  3. Monika Mitchell — 705 e 706
  4. Ruba Nadda — 707 e 708
  5. Felipe Rodriguez — 709 e 710

Entre os roteiristas estão Erin Cardillo, Richard Keith, Tesia Walker e o próprio showrunner, que assina o final de temporada. A diversidade de vozes criativas reflete estratégia semelhante à de produções de grande porte, como a futura série de “Harry Potter” na HBO.

8ª temporada a caminho

Mesmo antes da estreia do sétimo ano, a Netflix confirmou que as gravações da 8ª temporada começam em abril de 2026, mirando lançamento em 2027. A renovação reforça o status de drama roteirizado mais longevo do streaming.

“Virgin River” 7 estreia em 12 de março de 2026, exclusiva da Netflix.

Perguntas frequentes

Quando a 7ª temporada de “Virgin River” será lançada?

Em 12 de março de 2026, com todos os episódios disponíveis no mesmo dia.

Quantos capítulos compõem a nova temporada?

Serão dez episódios, numerados de 701 a 710.

Quais são os principais conflitos da 7ª temporada?

A trama aborda a lua de mel de Mel e Jack, a tentativa de adoção do casal, a investigação contra Doc e o surgimento de novos habitantes que ameaçam a paz da cidade.

Quem são os novos atores confirmados?

Cody Kearsley, Austin Nichols e Sara Canning entram no elenco como Clay, um conhecido do passado de Mel e a investigadora Victoria, respectivamente.

Já existe previsão para a 8ª temporada?

Sim. As filmagens começam em abril de 2026 e a estreia é esperada para 2027.

A série terá mais casamentos além de Mel e Jack?

Não informado; o showrunner apenas indicou que o casal central permanece unido e que outras histórias românticas continuarão em foco.

Revelação de Yehppee agita episódios 7 e 8 de Hong, A Infiltrada e agrava crise na Hanmin

Bang Jin-Mok, chefe de Hong Keum-Bo, foi exposto como o misterioso hacker Yehppee nos episódios 7 e 8 de Hong A Infiltrada, liberados nesta semana pela Netflix. A descoberta coloca a protagonista em rota de colisão direta com o superior e coincide com o avanço de uma turbulenta crise financeira que ameaça a sobrevivência da gigante Hanmin. Entre disputas internas, documentos trocados e segredos de família, os capítulos marcam a metade da temporada com fortes reviravoltas.

Identidade de Yehppee vem à tona

Desconfiada de três colegas, Keum-Bo instala programas ocultos nos computadores do trio e envia um e-mail teste. A resposta revela que o temido Yehppee é, na verdade, Bang Jin-Mok. Ele admite conhecer os bastidores do escândalo, mas pede tempo antes de decidir se ajudará a investigadora infiltrada.

O choque aprofunda a tensão: Bang recorda um encontro de nove anos atrás que levou ao suicídio do antigo chefe de Keum-Bo, enquanto ela o culpa pelo início de sua missão.

Investigações sobre a morte de Myeong-Hwi

Paralelamente, Albert continua obcecado em esclarecer o acidente que matou seu tio, Myeong-Hwi. Depois de visitar a oficina onde o carro fora adulterado, ele é atacado por três homens e salvo por Keum-Bo, que surge dirigindo um carro de luxo.

Ao lado de Jang-Mi, Albert conclui que há um ledger com provas do esquema, mas descobre que o documento foi descartado por engano. Jang-Mi, contudo, recebe o título de “Outstanding Woman” da empresa, reforçando sua posição na investigação.

Crise financeira se aproxima

Enquanto as buscas avançam, o país vive sinais de colapso lembrando a crise do IMF de 1997. Acotovelados por dívidas em moeda estrangeira, bancos reduzem crédito e acionistas correm para vender participações.

Para enfrentar a turbulência, o diretor Pil-Beom aceita a proposta de Jung-Woo de captação ultracurta com títulos da Hanmin como garantia. A medida ocorre no momento em que outros estúdios e plataformas, como a futura série de Harry Potter na HBO, anunciam grandes investimentos, ampliando a disputa por recursos.

Conflitos internos na Hanmin

Designada a compilar documentos para o processo de socorro estatal, Keum-Bo prepara uma pasta paralela denunciando fraudes contábeis. Ela entrega o dossiê a Jung-Woo, que hesita, mas decide protocolar o material mesmo sabendo que isso comprometerá a Hanmin.

O resultado é devastador: a companhia falha nos requisitos para o bailout, surpreendendo Pil-Beom e colocando funcionários em risco de demissão em massa. Bang Jin-Mok, irritado, afirma que jamais estará ao lado dela depois dessa manobra.

Drama familiar e consequências

Longe da sede corporativa, os pais de Keum-Bo lutam para manter as finanças. O pai investe às escondidas no New Korea Fund, mas o fundo despenca 80% na abertura do pregão seguinte, aprofundando o rombo familiar.

No escritório, Mi-Sook bate recorde de vendas para sustentar a filha Bom, mas enfrenta clientes irritados após o crash. O cerco à whistleblower fecha-se quando Bok-Hee descobre que Keum-Bo estudou na Universidade Nacional de Seul, somando pistas sobre sua identidade verdadeira.

  • Yehppee é revelado como Bang Jin-Mok.
  • Documento de Keum-Bo faz Hanmin perder acesso ao socorro financeiro.
  • Cresce o risco de demissões e de investigação oficial.
  • Pais de Keum-Bo sofrem prejuízo de 80% com fundo de investimento.
  • Albert e Jang-Mi ligam morte de Myeong-Hwi ao esquema contábil.
  1. Keum-Bo identifica Bang como Yehppee.
  2. Ela elabora dossiê contra a Hanmin.
  3. Jung-Woo entrega o material às autoridades.
  4. Empresa reprova no processo de bailout.
  5. Crise financeira atinge funcionários e a família da protagonista.

Com tantos fios soltos, resta saber se Jung-Woo continuará apoiando Keum-Bo e como Bang Jin-Mok reagirá diante da exposição. As respostas só devem chegar no episódio 9, previsto para a próxima semana na Netflix, mesma plataforma que estreia a italiana Motorvalley em 10 de fevereiro.

Perguntas frequentes

Quem é Yehppee em Hong, A Infiltrada?

O hacker secreto é revelado como Bang Jin-Mok, chefe direto de Hong Keum-Bo.

Por que a Hanmin foi reprovada no processo de bailout?

Keum-Bo anexou documentos que expõem fraudes contábeis, levando as autoridades a negar o socorro financeiro.

Qual é a relação de Albert com Myeong-Hwi?

Albert é sobrinho de Myeong-Hwi e tenta descobrir a verdade por trás da morte do tio, suspeitando de sabotagem.

O que aconteceu com o investimento do pai de Keum-Bo?

Ele aplicou no New Korea Fund, que perdeu 80% do valor após o colapso do mercado.

Quando sai o episódio 9?

Data exata não informada pela Netflix, mas o episódio é esperado para a próxima semana.

Jessica Jones completa 10 anos como destaque entre séries de super-herói e volta ao MCU em 2026

Jessica Jones completa 10 anos como destaque entre séries de super-herói
Lançada em 20 de novembro de 2015, “Jessica Jones” continua citada como uma das melhores séries de ação da Marvel, mesmo após ter sido cancelada em 2019 e removida da Netflix em 2022. O reconhecimento permanece graças ao enredo sombrio, ao vilão Kilgrave e à atuação de Krysten Ritter, que já tem retorno confirmado para Daredevil: Born Again na TV em 2026. A transferência dos direitos para o Disney+ não diminuiu o impacto da produção, que segue relevante na cultura pop.

O que faz a série permanecer atual

O primeiro ano de “Jessica Jones” conquistou público e crítica com uma abordagem focada em crimes de rua, atmosfera densa e protagonista marcada por traumas e alcoolismo. A presença de Kilgrave, interpretado como um dos vilões mais perturbadores do universo Marvel, estabeleceu um tom constante de ameaça.

Nas temporadas seguintes, o roteiro aprofundou coadjuvantes como Trish Walker e Malcolm, explorando consequências realistas de suas escolhas. Mesmo sem atingir os mesmos níveis de audiência de “Demolidor”, a série abriu caminho para narrativas mais adultas em adaptações de HQs.

  • Estreia: 2015, na Netflix
  • Vilão principal: Kilgrave
  • Temporadas: 3, encerradas em 2019
  • Plataforma atual: Disney+, desde 2022
  • Próxima aparição: “Daredevil: Born Again” T2, em 2026

Cancelamento e migração para o Disney+

O corte da série ocorreu quando a Disney decidiu concentrar todas as produções Marvel em um único serviço de streaming. A equipe foi avisada com antecedência, o que permitiu à terceira temporada oferecer um final fechado. A mudança coincidiu com o crescimento de concorrentes que também investem em grandes franquias, como a série de Harry Potter planejada pela HBO.

Desde março de 2022, todas as atrações do chamado “Universo Defensores” — incluindo “Demolidor” e “O Justiceiro” — estão no Disney+. A decisão de retirar títulos populares da Netflix ocorreu mesmo com a plataforma apresentando novos projetos de peso, como a produção italiana “Motorvalley” prevista para 2026.

Retorno de Krysten Ritter em 2026

A Marvel confirmou que Krysten Ritter voltará a viver Jessica Jones na segunda temporada de “Daredevil: Born Again”. A série, ambientada no mesmo universo de Matt Murdock e Wilson Fisk, estreia em 2026 no Disney+. A expectativa é que Jessica auxilie Demolidor contra o domínio do Rei do Crime em Nova York, papel que lembra a dinâmica de Frank Castle na fase original.

Se a recepção for positiva, o estúdio pode avaliar novos projetos solo para a personagem. A estratégia segue recente tendência da Marvel de revisitar figuras populares após testes de público, movimento observado quando o estúdio adiou exibir material importante no Super Bowl, fato comparável ao episódio em que “Avengers: Doomsday” ficou sem trailer.

Linha do tempo da heroína

  1. 2015 – Estreia da 1ª temporada na Netflix.
  2. 2019 – Conclusão da 3ª temporada e cancelamento oficial.
  3. 2022 – Remoção da Netflix e chegada ao Disney+.
  4. 2026 – Retorno confirmado em “Daredevil: Born Again” T2.

Perguntas frequentes

Quando “Jessica Jones” foi lançada?

A série chegou ao catálogo da Netflix em 20 de novembro de 2015.

Jessica Jones completa 10 anos como destaque entre séries de super-herói e volta ao MCU em 2026

Por que a produção foi cancelada?

O cancelamento ocorreu porque a Disney decidiu concentrar todas as séries Marvel em seu próprio streaming, o Disney+, o que levou ao encerramento do contrato com a Netflix.

Onde a série está disponível para assistir atualmente?

Desde 2022, todas as três temporadas podem ser vistas no Disney+.

Quando Jessica Jones voltará às telas?

A personagem retorna em 2026, na segunda temporada de “Daredevil: Born Again”.

Quantas temporadas “Jessica Jones” possui?

São três temporadas, todas exibidas originalmente entre 2015 e 2019.

Há planos para uma quarta temporada própria?

Não há anúncio oficial; possíveis projetos solo dependem da recepção ao retorno da personagem no MCU.