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Spinoff de Game of Thrones apresenta Aerion Targaryen, novo “vilão mirim” à la Joffrey Baratheon

Spinoff de Game of Thrones apresenta Aerion Targaryen, novo “vilão mirim”
Aerion Targaryen
, apresentado no episódio 2 de A Knight of the Seven Kingdoms, já desponta como sucessor espiritual de Joffrey Baratheon no universo de Westeros. O jovem príncipe exibe a mesma mistura de arrogância, crueldade e senso de superioridade que tornou o herdeiro Lannister tão odiado em Game of Thrones.

Em menos de duas semanas de exibição, o novo derivado da HBO comprovou que, mesmo 90 anos antes dos eventos da série original, a monarquia dos Sete Reinos continua produzindo figuras capazes de chocar o público.

Príncipe cruel surge no episódio 2

Aerion faz sua primeira aparição logo após a chegada de Dunk e Egg a um torneio na Campina. Desde o primeiro diálogo, o espectador percebe o temperamento instável do garoto, bem diferente do tio Baelor Quebralança ou do irmão mais novo, Egg.

  • Aerion manda servos refazerem sua armadura apenas por capricho.
  • Insiste em ser tratado como “Sua Graça”, embora ainda não seja rei.
  • Exige que Tanselle, uma artista, altere um escudo sob ameaça.
  • Menospreza escudeiros e cavaleiros com insultos gratuitos.

No episódio 3, a escalada de violência atinge novo patamar. O príncipe esfaqueia o pescoço de um cavalo para vencer uma disputa e depois quebra os dedos de Tanselle em público, selando sua reputação de tirano precoce.

Semelhanças com Joffrey Baratheon

Tal como Joffrey, Aerion foi criado em meio a privilégios e possui linhagem envolta em relações consanguíneas. A tradição Targaryen de casamentos internos, frequentemente ressaltada na árvore genealógica Targaryen, ajuda a explicar traços de instabilidade mental que pipocam de tempos em tempos entre dragões sem fogo.

Essa proximidade de perfil entre os dois jovens monstros permite traçar paralelos diretos:

  • Ambos têm direito à coroa, mas carecem de maturidade.
  • Demonstram prazer em humilhar subordinados.
  • Transformam cerimônias públicas em espetáculos de sadismo.
  • Confiam na impunidade que o sangue real lhes concede.
  • São temidos até por parentes próximos, que evitam confrontá-los.

Destino trágico registrado nos livros

A série de televisão ainda não abordou o fim do príncipe, mas os romances de George RR Martin deixam claro que Aerion terá uma morte ainda mais grotesca que a de Joffrey. Nos livros, o jovem cresce obcecado pela ideia de “se tornar um dragão” e, já adulto, acredita que beber um cálice de fogo-vivo lhe dará escamas e asas.

“Ele bebeu verde, sonhando em renascer vermelho.”

O resultado é a morte imediata, em meio a gritos e chamas, episódio citado por Jeor Mormont e Stannis Baratheon como exemplo clássico da chamada loucura Targaryen.

Spinoff de Game of Thrones apresenta Aerion Targaryen, novo “vilão mirim” à la Joffrey Baratheon - Imagem do artigo original
  1. Desejo de provar ser digno da lenda dos dragões.
  2. Ingestão de fogo-vivo diante da corte.
  3. Agonia extrema que assombra quem presenciou o ato.
  4. Vacância no trono causada pela morte prematura.
  5. Ascensão de seu irmão mais novo, considerado mentalmente são.

Impacto na sucessão do Trono de Ferro

Quando Aerion morre, ele já é o herdeiro oficial. Em tese, seu filho primogênito deveria receber a coroa. O conselho regente, porém, teme repetir a história de Joffrey e decide entronizar o irmão caçula do falecido, medida que busca preservar a estabilidade do reino.

Esse desfecho ecoa a solução tomada décadas depois em Porto Real, quando a morte de Joffrey levou Tommen ao poder. A decisão reforça o padrão de prevenção contra monarcas adolescentes propensos à barbárie.

O que o público deve esperar

Como a tragédia de Aerion ocorre anos após os eventos atuais de A Knight of the Seven Kingdoms, é possível que a série escolha apenas sugerir seu destino. O showrunner poderá, por exemplo, exibir indícios de obsessão por dragões, preparando o terreno para temporadas futuras.

A HBO já confirmou que o episódio 4 será disponibilizado mais cedo para evitar concorrência direta com o Super Bowl, decisão similar à adotada em outras produções do canal. O calendário atualizado reforça o interesse da emissora em manter o engajamento dos fãs.

Principais pontos sobre Aerion Targaryen

  • Introduzido no episódio 2 como príncipe arrogante e impaciente.
  • Comete atos violentos nas arenas do torneio no episódio 3.
  • Comparado a Joffrey Baratheon pela crueldade e arrogância.
  • Nos livros, morre ao beber fogo-vivo acreditando virar dragão.
  • Substituído pelo irmão na linha sucessória, tal qual Tommen após Joffrey.

A Knight of the Seven Kingdoms teve estreia global em 18 de janeiro de 2026 na HBO e no streaming Max. Cada capítulo possui classificação indicativa TV-MA e duração aproximada de uma hora.

O Poder e a Lei: 4ª temporada estreia em 5 de fevereiro de 2026 na Netflix; veja elenco, sinopse e o que esperar

Cena de tribunal em O Poder e a Lei na 4ª temporada da NetflixA 4ª temporada de O Poder e a Lei já tem data para chegar à Netflix: os novos episódios estreiam em 5 de fevereiro de 2026. A série volta com Mickey Haller encarando o maior pesadelo possível para um advogado criminal — quando a lei vira pessoal e a batalha sai do controle dentro e fora do tribunal.

Se você estava esperando para maratonar, já pode se preparar: além da confirmação de estreia, a Netflix também divulgou material oficial de prévia (incluindo um “sneak peek”) antes do lançamento.

Quando estreia O Poder e a Lei (4ª temporada) na Netflix?

A estreia está marcada para quinta-feira, 05/02/2026.

A data aparece em publicação oficial do Tudum (site editorial da Netflix), que costuma centralizar anúncios de lançamentos, trailers e novidades da plataforma.

Quantos episódios terá a 4ª temporada?

A Netflix confirmou que a temporada chega com 10 episódios.

Isso importa porque temporadas divididas em “Partes” costumam confundir o público (e gerar dúvidas de pesquisa). Aqui, a informação principal é: temporada completa no lançamento.

Sinopse da série

Em O Poder e a Lei, acompanhamos o advogado Mickey Haller, conhecido por atuar de forma pouco convencional — muitas vezes trabalhando de dentro do próprio carro enquanto monta estratégias, negocia acordos e encara julgamentos de alto risco em Los Angeles.

O que torna a série viciante é a mistura de: drama de tribunal, investigação criminal e jogos de poder que colocam o protagonista sempre a um passo de perder tudo.

Veja também:
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Do que se trata a 4ª temporada?

A Netflix indica que o novo ano eleva o nível do perigo e pressiona Mickey como nunca antes. Na prática, isso significa: um arco com alto risco jurídico, reviravoltas e consequências mais pesadas para quem está ao redor do protagonista.

Além disso, já existe uma prévia oficial liberada pela Netflix com trechos iniciais, o que reforça o tom “sem freio” da abertura da temporada.

Elenco: quem volta em O Poder e a Lei?

Mickey Haller (Manuel Garcia-Rulfo) em O Poder e a Lei na Netflix
Mickey Haller volta ao centro do caso mais perigoso da série.

A Netflix mantém o núcleo principal da série, com o retorno do protagonista e personagens centrais do escritório/vida do Mickey.

Principais nomes da série

  • Manuel Garcia-Rulfo (Mickey Haller)

  • Neve Campbell

  • Becki Newton

  • Angus Sampson

  • Jazz Raycole

  • Yaya DaCosta

Se você quiser, eu monto uma seção “Quem é quem” (tipo guia rápido de personagens) — isso costuma performar bem no Google e no Discover, porque resolve a dúvida do leitor na hora.

A série é baseada em livro?

Sim. A produção é inspirada nos livros do autor Michael Connelly, e a própria Netflix costuma reforçar esse ponto nos materiais oficiais do título.

Trailer e prévia: já dá para assistir?

Além de notícias e página editorial, a Netflix liberou uma prévia (sneak peek) com trechos iniciais antes da estreia.

Para o seu post, essa é uma ótima oportunidade de incluir um bloco: “Assista à prévia oficial” (com link para a página do Tudum), porque dá mais “confiança” e aumenta tempo de permanência.

Vai ter 5ª temporada?

Sim — e isso é um ponto forte para engajamento. A Netflix já confirmou que O Poder e a Lei foi renovada para a 5ª temporada, antes mesmo do lançamento da 4ª.

Por que esse lançamento está chamando atenção?

Alguns fatores ajudam a explicar por que a 4ª temporada tem tudo para explodir em buscas:

  1. Série de tribunal com ritmo de suspense
    Não é “só drama jurídico”: sempre tem investigação, risco real e reviravolta.

  2. Personagem principal carismático e “fora do padrão”
    A rotina do Mickey (incluindo o Lincoln e as estratégias pouco ortodoxas) virou marca registrada do título.

  3. Renovação antecipada
    Quando a própria Netflix confirma um novo ano antes da estreia do atual, o público entende que a plataforma aposta forte na série.

Onde assistir

A série é exclusiva do catálogo da Netflix. A 4ª temporada estreia em 05/02/2026.

Ficha rápida

  • Título no Brasil: O Poder e a Lei

  • Título original: The Lincoln Lawyer

  • Temporada:

  • Estreia: 05/02/2026

  • Episódios: 10

  • Base: livros de Michael Connelly

  • Status: renovada para 5ª temporada

FAQ

Quando estreia a 4ª temporada de O Poder e a Lei?
Em 5 de fevereiro de 2026 na Netflix.

Quantos episódios terá a temporada?
Serão 10 episódios.

O Poder e a Lei é baseado em livro?
Sim, a série é inspirada nos livros de Michael Connelly.

Vai ter 5ª temporada?
Sim. A Netflix confirmou a renovação para a 5ª temporada.

Tem trailer/prévia oficial?
A Netflix publicou uma prévia oficial (“sneak peek”) antes da estreia.

Todas as temporadas de “Stranger Things” já estão no ar; maratona completa leva 45 horas

Todas as temporadas de “Stranger Things”
Stranger Things chegou ao fim em 31 de dezembro de 2025, consolidando cinco temporadas e 42 episódios no catálogo da Netflix.
O encerramento permite ao público assistir à produção de uma só vez, experiência que exige aproximadamente 45 horas de tela.

Série chegou ao fim em 31 de dezembro de 2025

Lançada em 2016, a criação dos irmãos Matt e Ross Duffer ajudou a posicionar a Netflix como referência no streaming de ficção científica. A trama, centrada na cidade fictícia de Hawkins, mistura drama, terror e referências pop dos anos 1980, resultado que sustentou seu status de fenômeno cultural ao longo de quase uma década.

Com o episódio final liberado na virada de ano, o público que evitou spoilers ou preferiu aguardar a conclusão já pode mergulhar na história completa.

  • Início: 2016
  • Encerramento: 31/12/2025
  • Total de temporadas: 5
  • Episódios: 42
  • Duração total estimada: 45 horas

Quanto tempo dura a maratona

Somados, os capítulos variam de 40 a 60 minutos, com alguns especiais ultrapassando duas horas. Assistir sem pausas é teoricamente possível, mas inviável para a maioria das pessoas. A própria Netflix indica moderação.

Para um ritmo mais saudável, dois episódios por noite e seis a oito no fim de semana permitem concluir a série em cerca de 17 a 19 dias, mantendo o clima de maratona sem sacrificar o sono.

  1. Reserve duas horas por noite nos dias úteis.
  2. No sábado e domingo, programe blocos de três a quatro episódios.
  3. Mantenha água e lanches por perto para diminuir interrupções.
  4. Use a função de download se precisar assistir fora de casa.
  5. Ajuste a agenda: a conclusão chega em menos de três semanas.

Estratégias para assistir sem sobrecarga

O volume de personagens, subtramas e referências pode confundir quem consome tudo de uma vez. Criar pequenas pausas ajuda a absorver detalhes e evita a sensação de “efeito flash”, quando o espectador esquece nomes ou relações.

Uma dica é alternar gêneros durante os intervalos. Entre um episódio e outro, vale conferir uma série de horror corporal ou até um título de super-herói, como a nova produção da Marvel, para descansar a mente sem abandonar o universo nerd.

Todas as temporadas de “Stranger Things” já estão no ar; maratona completa leva 45 horas - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

  • Anote conexões entre personagens.
  • Pause após cenas decisivas para revisar eventos.
  • Evite assistir de madrugada, quando a compreensão cai.
  • Converse com amigos que já viram para fixar informações.
  • Desative notificações de redes sociais para não pegar spoilers.

Diferenças para quem acompanhar de uma vez

Quem viu os capítulos conforme saíam acompanhou o envelhecimento gradual do elenco. Em 2016, os protagonistas tinham entre 11 e 14 anos; na última temporada, muitos já ultrapassavam 20. Ao maratonar em três semanas, a mudança de aparência acontece diante dos olhos em poucos dias, o que pode causar estranhamento.

Além disso, a tensão de esperar um ano por respostas desaparece. Arcos que pareciam cliffhangers se resolvem em minutos, modificando a percepção de ritmo. Por outro lado, a trama geral torna-se mais coesa, já que não há risco de esquecer pistas plantadas em temporadas anteriores.

Questão do envelhecimento do elenco e dos efeitos

Embora a série seja ambientada nos anos 1980, sua produção carrega a estética dos anos 2010 e 2020. Esse olhar contemporâneo sobre o passado, aliado ao uso intenso de computação gráfica, pode influenciar a maneira como o título será visto no futuro. Quanto mais cedo o espectador assistir, maior a chance de captar as referências que faziam sentido no momento da estreia.

Nas palavras da própria equipe nos bastidores, a intenção sempre foi criar um “homenagem retrô” sem abandonar a tecnologia moderna. Mesmo assim, elementos visuais podem datar com o tempo, enquanto diálogos sobre cultura pop recém-revival já mudam de significado conforme novas produções são lançadas. Séries atuais como Starfleet Academy ou filmes como “Avengers: Doomsday” ilustram como tendências evoluem rápido.

Para quem deseja evitar o risco de ver a atração envelhecer mal, a orientação é clara: comece a maratona o quanto antes, de preferência com boa qualidade de tela e som, para valorizar o design de produção que rendeu prêmios ao longo dos anos.

Informação de serviço: todas as cinco temporadas de “Stranger Things” estão disponíveis exclusivamente na Netflix.

Iman Vellani lista 12 motivos para ver “Wonder Man” e eleva nova série da Marvel no Disney+

Iman Vellani lista 12 motivos para ver “Wonder Man”
Iman Vellani
, intérprete de Ms. Marvel, publicou no Letterboxd uma resenha entusiasmada e apresentou 12 razões para que o público assista a “Wonder Man”, produção mais recente do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) no Disney+. A atriz atribuiu nota quatro e meia em cinco estrelas ao seriado protagonizado por Yahya Abdul-Mateen II e recomendou a obra mesmo para quem nunca viu um filme da franquia.

Entenda a premissa da série

Em “Wonder Man”, Simon Williams (Abdul-Mateen II) possui superpoderes, mas precisa mantê-los em segredo enquanto tenta conquistar o papel principal em um remake de filme de super-herói. Durante a jornada, ele recebe a ajuda do veterano Trevor Slattery, vivido novamente por Ben Kingsley, conhecido desde “Homem de Ferro 3”.

Fora Trevor, apenas o agente P. Cleary (Arian Moayed) retorna ao MCU. O personagem, visto em “Ms. Marvel” e “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”, trabalha para o Departamento de Controle de Danos e persegue tanto Simon quanto Kamala Khan em produções distintas.

Como a crítica reagiu

No Rotten Tomatoes, “Wonder Man” acumula 89 % de aprovação da crítica e 88 % do público. Avaliações destacam o equilíbrio entre humor, mistério e tensão, além do frescor de uma narrativa que não depende de conexões excessivas com outros títulos do MCU.

  • Série aposta em abordagem mais humana aos heróis.
  • História é descrita como pequena, estranha e sincera.
  • Não exige conhecimento prévio de todos os filmes da franquia.
  • Retorno de Ben Kingsley agrada fãs de longa data.
  • Trilha sonora recebe elogios por escolhas ousadas.

Os 12 motivos de Vellani

Vellani afirmou que escreveu o texto “sob a pura influência da alegria” e brincou ao dizer que “nenhum Kevin ou Feige” participou da recomendação. A seguir, os pontos elencados por ela, em versão resumida:

  1. Quem ama cinema em geral encontra referências cativantes.
  2. Curiosos por produções sobre os bastidores da indústria se divertem com as metalinguagens.
  3. Fãs de clássicos como “Perdidos na Noite” percebem homenagens sutis.
  4. Funciona tanto para quem maratonou todo o MCU quanto para quem estreia agora.
  5. Prioriza personagens como pessoas antes de mostrá-los como super-heróis.
  6. Entrega química de comédia entre mentor e pupilo.
  7. Resgata sinceridade, evitando cinismo excessivo.
  8. O retorno do sotaque “Uh-merica” de Trevor é puro entretenimento.
  9. Oferece respiro narrativo, sem sobrecarregar o público com mitologia.
  10. Inclui músicas pontuais que ditam o ritmo das cenas.
  11. Lembra a fase inicial do MCU, mais pé-no-chão e emotiva.
  12. É feito por gente que demonstra cuidado em cada detalhe, para quem realmente se importa.

Por que a recomendação importa

A manifestação de Vellani ganha peso por vir de alguém que, embora faça parte do elenco da Marvel, não aparece na série e não possui participação confirmada em uma possível segunda temporada. O gesto reforça a percepção de que “Wonder Man” agrada até colegas de estúdio e fãs exigentes de boas histórias de super-herói.

O MCU atravessa momento de expectativas elevadas, sobretudo após anúncios envolvendo longas como “Avengers: Doomsday”. Mesmo com a notícia de que o Super Bowl 2026 não exibirá trailers do próximo filme dos Vingadores, a recepção calorosa a “Wonder Man” sinaliza apetite do público por propostas criativas.

Iman Vellani lista 12 motivos para ver “Wonder Man” e eleva nova série da Marvel no Disney+ - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

Conexões sem obrigação de maratona

Embora alguns personagens conhecidos circulem pela trama, o roteiro permite que novatos entendam a jornada de Simon Williams sem consultar guias ou cronologias inteiras. O recurso lembra séries como “Star Trek: Picard”, celebrada pelo reencontro de elenco clássico — assunto que motivou Patrick Stewart a comentar a própria experiência. Em ambos os casos, referências enriquecem a história, mas não viram obstáculo.

Segundo o criador Destin Daniel Cretton e o roteirista Andrew Guest, a escolha de focar no lado humano dos superpoderosos pretende atrair espectadores que sentem falta de produções menores e mais inusitadas dentro do MCU.

O que pode vir depois

A Marvel ainda não oficializou segunda temporada para “Wonder Man”, nem revelou quando Simon ou Kamala Khan voltarão ao cinema ou à TV. No calendário do estúdio, diversas datas seguem reservadas, mas algumas produções, como o thriller “Caminhos do Crime” com Chris Hemsworth, disputam atenção.

Caso haja renovação, a expectativa é de que a série continue explorando a indústria do entretenimento dentro do universo dos heróis, mantendo o tom que conquistou crítica e público.

Informação de serviço

Todas as seis partes de “Wonder Man” estão disponíveis no Disney+.

“Avengers: Doomsday” indica despedida de Thor com adaptação do arco “Mortal Thor”

Avengers: Doomsday despedida de Thor
Thor
pode encerrar sua trajetória no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) como um homem comum, não como um deus. A trama sugerida por “Avengers: Doomsday” aproxima o herói de uma adaptação de “The Mortal Thor”, HQ em que ele perde a divindade e adota a identidade de Sigurd Jarlson. O movimento configura o desfecho mais coerente após as escolhas vistas em “Thor: Love and Thunder”.

Por que “Doomsday” muda o rumo do Deus do Trovão

Ao final de “Love and Thunder”, Thor abandona a ambição de rei e assume a criação de Love, filha da entidade Eternidade. Quando o teaser de “Avengers: Doomsday” mostra o herói pedindo forças a Odin para “uma última batalha”, fica claro que ele teme não voltar para a menina. O próprio Chris Hemsworth já declarou publicamente que deseja concluir a saga pessoal de Odinson, reforçando a ideia de despedida.

Nesse cenário, transformar o herói em mortal seria o passo lógico. Com isso, o MCU evita repetir a morte sacrificial de Tony Stark em “Vingadores: Ultimato” e ainda libera Hemsworth para novos projetos, como o thriller “Caminhos do Crime” (saiba mais).

HQ “The Mortal Thor” aponta o caminho

Escrita por Al Ewing, a saga dos quadrinhos coloca Thor sem poderes vivendo como Sigurd Jarlson. Distante das lutas cósmicas, ele descobre virtudes que não dependem de martelo mágico ou força sobre-humana. A premissa se encaixa na evolução do personagem desde 2011, sempre focada em ganhar humildade.

  • Thor deixa de ser príncipe arrogante para virar pai dedicado.
  • Os grandes conflitos do MCU já exploraram seu potencial como guerreiro e aventureiro.
  • Restam poucas facetas inéditas além da experiência humana comum.
  • “The Mortal Thor” permite participação de vilões terráqueos, como a corporação Roxxon.
  • O arco pode introduzir figuras ausentes nos filmes, caso de Amora, Ulik e Beta Ray Bill.

Filme solo seria epílogo, não continuação

Em vez de “Thor 5” tradicional, um longa centrado na mortalidade funcionaria como epílogo. Ele fecharia o círculo iniciado quando Odin baniu o filho em 2011 para ensinar humildade. Dessa vez, não haveria retorno triunfal a Asgard; apenas a vida simples na Terra ao lado da filha.

O roteiro poderia mostrar Thor abrindo mão de cada recurso divino para proteger Love de ameaças humanas, algo mais difícil que enfrentar titãs cósmicos. A perda de poderes eliminaria a tentação de convocá-lo sempre que o MCU precisasse de “mais força bruta”.

Matar o herói seria contraproducente

Executivos da Marvel Studios sabem que a morte heroica de Stark trouxe catarse porque corrigiu erros passados do personagem. Thor, ao contrário, já pagou alto por vitórias e derrotas: perdeu mãe, pai, irmão, amigos e lar. Transformá-lo em mártir repetiria ciclos de dor que o herói tenta romper desde “Endgame”.

Ao optar pela mortalidade, o personagem obteria a tão buscada pausa sem que o estúdio precise criar outro artifício para mantê-lo fora de futuras crises multiversais. O conceito dialoga com discussões recentes em “Starfleet Academy”, onde a destruição de Qo’noS lembra alertas antigos de “Jornada nas Estrelas” (entenda).

Como a transição poderia ocorrer na cronologia

  1. “Avengers: Doomsday” coloca Thor diante de ameaça gigantesca, possivelmente a última que ele encara como deus.
  2. Em meio ao caos, o herói decide lutar para ter direito a uma vida tranquila com Love.
  3. Avengers: Secret Wars” encerra o arco multiversal e oferece oportunidade para devolver heróis aos seus mundos.
  4. Thor escolhe (ou é forçado a) abandonar a imortalidade, assumindo o nome Sigurd Jarlson na Terra.
  5. O filme “The Mortal Thor” acompanha os desafios de viver sem poderes e educar a filha longe de batalhas cósmicas.

Impactos para o MCU

A saída de Thor como divindade libera espaço para novas figuras poderosas, como Hércules, apresentado na cena-pós-créditos de “Love and Thunder”. Também reduz o número de “armas supremas” disponíveis, obrigando roteiros futuros a soluções criativas.

Ao mesmo tempo, a permanência do herói em versão humana permite participações pontuais sem comprometer a coerência. Ele pode aparecer em situações íntimas, oferecendo conselho a outros Vingadores ou enfrentando adversários menores, sem voltar a empunhar o Mjölnir.

  • A Marvel evita saturar o personagem depois de quatro filmes solo.
  • A despedida emocional favorece bilheteria de eventuais reexibições IMAX.
  • A força simbólica de Thor continua viva, mas não atrapalha tramas de próximos Vingadores.

Para o público, a mudança destaca que heroísmo não depende apenas de poder. É lição em sintonia com séries recentes como “The Beauty”, que explora limites humanos entre horror e ficção científica (confira).

Sem data oficial, “Avengers: Doomsday” deve chegar aos cinemas antes de 2028, seguido por “Secret Wars”. Caso a Marvel confirme “The Mortal Thor” como epílogo, o projeto pode entrar no calendário após a Fase 7.

Starfleet Academy revela nave que inverte manobra clássica da Enterprise-D em estreia do quarto episódio

Starfleet Academy revela nave que inverte manobra clássica da Enterprise-D
O quarto capítulo de Star Trek: Starfleet Academy surpreende ao mostrar a USS Athena enviando sua seção de disco para o combate, o oposto do que fazia a lendária Enterprise-D. O episódio, intitulado “Vox in Excelso”, foi dirigido por Doug Aarniokoski e roteirizado por Gaia Violo e Eric Anthony Glover.

Manobra inesperada da USS Athena

No universo de Jornada nas Estrelas, separar a nave é rotina de emergência. Na Enterprise-D, o disco ficava atrás com civis e crianças, enquanto a parte estelar, equipada com naceles, seguia para a linha de fogo.

A Athena vira essa lógica. A seção de disco parte para a batalha e o anel externo, onde estão os dormitórios dos cadetes, permanece em segurança. A inversão deu mobilidade ao comando da capitã Nahla Ake, que liderou a operação diretamente da ponte principal.

Cenário de guerra sem derramamento de sangue

O episódio revela o impacto de The Burn sobre o Império Klingon. Para evitar novo colapso, o cadete Jay-Den Kraag propôs uma estratégia: simular uma guerra que permitisse aos klingons “conquistar” um planeta vazio e preservar a honra.

Com aval da Frota, Ake comandou uma armada até Faal Alpha. O plano funcionou e o Império aceitou o mundo desabitado como nova capital, sem disparar um único tiro.

Como a operação se desenrolou

  1. A armada da Federação saltou para Faal Alpha.
  2. A Athena separou o disco, que entrou em formação de ataque.
  3. O anel externo manteve distância para proteger centenas de cadetes.
  4. Os klingons avançaram, mas encontraram “resistência simbólica”.
  5. Com a honra satisfeita, aceitaram a posse do planeta e recuaram.

Presença ilustre da USS Riker

Entre as naves que apoiaram Ake estava a USS Riker, classe Merian, batizada em homenagem ao capitão William T. Riker. O oficial serviu quinze anos como imediato da Enterprise-D e E, antes de assumir a Titan e, mais tarde, a Zheng He.

O nome de Riker figura no Wall of Heroes da Academia, ao lado de outra lenda: Jonathan Frakes, intérprete do personagem, homenageado com o posto de almirante.

Detalhes técnicos da separação

Ao contrário da Enterprise-D, cujo disco tem apenas impulso, a seção da Athena dispõe de motores de dobra independentes. Isso permitiu saltar para velocidade de curvatura logo após desacoplar, recurso visto pela primeira vez quando a nave chegou à Terra no episódio de estreia.

Starfleet Academy revela nave que inverte manobra clássica da Enterprise-D em estreia do quarto episódio - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

O anel com as naceles envolve o disco durante o pouso em São Francisco, mas pode permanecer em órbita quando a missão exige. Essa flexibilidade reforça o caráter acadêmico da nave, que abriga grande parte dos alojamentos estudantis no anel externo.

Reverberações entre os klingons

A decisão de transferir o Império para Faal Alpha remete à preocupação clássica com a destruição de Qo’noS, discutida há décadas na franquia. O episódio reacende o alarme sobre possíveis catástrofes, tema também tratado no artigo sobre o alerta renovado para Qo’noS.

Principais destaques do episódio

  • Inversão da manobra de separação: disco vai à guerra, anel protege cadetes.
  • Athena com dobra própria na seção de disco, algo inédito.
  • Plano de guerra simbólica evita baixas e garante nova casa aos klingons.
  • Participação da USS Riker fortalece laços com “A Nova Geração”.
  • Capitã Nahla Ake comanda primeira grande ação da frota na série.

Conexões e legado

A estratégia diplomática adotada ecoa tentativas anteriores de evitar conflitos interestelares na franquia. Em paralelo, o aceno à história da Enterprise-D reforça a tradição de inovação tática que marca Star Trek desde os anos 1960.

Para quem acompanha lançamentos de ficção científica, outras produções recentes, como “The Beauty”, também exploram futuros alternativos e dilemas éticos, mostrando que o gênero segue fértil.

A primeira temporada de Star Trek: Starfleet Academy tem previsão de concluir dez episódios. Novos capítulos chegam sempre às quintas-feiras, com exclusividade no Paramount+.

Caminhos do Crime: data de estreia, sinopse, elenco e tudo sobre o novo thriller com Chris Hemsworth

Pôster de Caminhos do Crime (2026), thriller policial com Chris Hemsworth
Chris Hemsworth lidera o elenco de Caminhos do Crime, que estreia em 12 de fevereiro de 2026.

O thriller policial Caminhos do Crime já tem estreia marcada nos cinemas do Brasil em 12 de fevereiro de 2026. Com um elenco de peso e clima de “golpe perfeito” em plena Los Angeles, o filme chega como uma das apostas mais aguardadas do gênero para o começo do ano.

Quando estreia Caminhos do Crime no Brasil?

A estreia está confirmada para quinta-feira, 12/02/2026, conforme páginas de programação e calendário de lançamentos no Brasil.

Dica para o leitor: as sessões costumam abrir para compra mais perto da estreia. Em algumas cidades, o filme pode aparecer como “em breve” antes de liberar horários.

Sinopse sem spoilers

Ambientado sob o calor e a poeira de Los Angeles, o filme acompanha um ladrão de joias enigmático (interpretado por Chris Hemsworth) cujos roubos de alto risco, ligados à famosa Rodovia 101, deixam a polícia sem respostas. Quando ele planeja o golpe mais ambicioso — possivelmente o “último trabalho” —, seu caminho se cruza com uma corretora de seguros desacreditada (Halle Berry), e essa parceria improvável muda o jogo.

Elenco principal e equipe

  • Chris Hemsworth

  • Halle Berry

  • Mark Ruffalo

  • Barry Keoghan

Direção: Bart Layton
Título original: Crime 101
Baseado em: livro de Don Winslow

Trailer: já dá para assistir?

Sim. O filme já teve trailer divulgado no Brasil por canais oficiais e por portais de cinema.

O que esperar do filme

1) Thriller com cara de “caça e caçador”
A trama coloca um criminoso meticuloso e um investigador determinado em rota de colisão, com tensão crescente a cada passo do plano.

2) Clima de assalto sofisticado, sem perder a adrenalina
O material de divulgação e descrições apontam para um filme de crime com pegada de grande produção, apostando em estratégia e risco alto.

3) Elenco “de evento”
Quatro estrelas muito populares hoje carregam o projeto — o tipo de lançamento que costuma chamar atenção no início do ano.

Ficha rápida

  • Filme: Caminhos do Crime

  • Estreia no Brasil: 12/02/2026

  • Gênero: policial / suspense

  • Direção: Bart Layton

  • Título original: Crime 101

Onde assistir

Exclusivamente nos cinemas, a partir da data de estreia. Para conferir quando abrir a venda de ingressos na sua cidade, acompanhe páginas de programação de cinema e plataformas de ingressos.

Perguntas frequentes

Caminhos do Crime é baseado em livro?
Sim, a história é baseada em uma obra de Don Winslow.

O título original é outro?
Sim. O título original é Crime 101.

A classificação indicativa já saiu?
Até agora, páginas de programação aparecem com informações ainda “a definir” em alguns casos.

Critíca: Série “The Beauty” mistura horror corporal e ficção científica e vira vício instantâneo no Hulu


“The Beauty”
, novo projeto de Ryan Murphy, estreou com três episódios no Hulu e já vem sendo apontado como “viciante” por críticos norte-americanos. A produção, que terá 11 capítulos, combina horror corporal, ficção científica e humor ácido para narrar a corrida de um bilionário atrás da juventude eterna. Novos episódios chegam às quartas-feiras.

Enredo mergulha em juventude eterna e caos

A trama acompanha Tyler Voss (Ashton Kutcher), magnata que descobre uma droga capaz de transformar qualquer pessoa na “versão perfeita” de si mesma. O plano é simples: colocar o produto no mercado e tornar-se o primeiro trilionário do planeta. A ambição, porém, esbarra em efeitos colaterais violentos que se espalham de forma viral.

Quando o experimento foge do controle, dois agentes federais entram em ação para decifrar a origem, os segredos e o alcance da nova substância. A investigação desencadeia uma sucessão de reviravoltas, corrupção e disputas de poder em cenários cada vez mais grotescos.

  • Droga promete juventude imediata, mas provoca mutações agressivas
  • Bilionário enxerga na fórmula um negócio de trilhões de dólares
  • Agentes federais tentam conter escalada de mortes e desaparecimentos
  • Conspiração envolve celebridades, políticos e a própria indústria farmacêutica
  • Humor sarcástico tempera cenas de body horror explícito

Elenco reúne nomes premiados e participações surpresa

Evan Peters lidera o elenco ao lado de Rebecca Hall. A dupla interpreta os investigadores que perseguem pistas enquanto lida com dilemas morais sobre beleza e poder. Anthony Ramos surge como peça-chave no submundo da distribuição ilegal do composto.

Apesar de conhecido por papéis semelhantes, Kutcher entrega um empresário carismático que alterna confiança absoluta e paranoia crescente. Além do núcleo principal, a série exibe participações especiais que surgem sem alarde, mas alteram rumos da história — recurso semelhante ao visto em produções recentes que exploram ambição e violência urbana.

Recepção inicial aponta evolução a cada capítulo

Críticos destacam que “The Beauty” começa de forma “bagunçada” e pode confundir quem espera uma categorização clara. Entretanto, após os primeiros episódios, a narrativa ganha foco e a construção de mundo se mostra “profundamente envolvente”. Efeitos visuais chamam atenção pelo realismo das transformações físicas, enquanto a fotografia investe em cores saturadas que reforçam a estética pop do enredo.

O review que consolidou o 8/10 de nota média elogia o ritmo crescente de tensão, comparando a série a um “vício” semelhante ao próprio remédio fictício. Mesmo com humor escrachado em algumas sequências, a crítica enxerga coerência entre tom satírico e violência gráfica.

Série “The Beauty” mistura horror corporal e ficção científica e vira vício instantâneo no Hulu - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

  • Efeitos práticos de maquiagem destacam a degradação corporal dos usuários
  • Roteiro equilibra suspense, crítica social e toques de comédia
  • Elenco secundário traz peso dramático às ramificações da crise
  • Estrutura de mistério libera informações em doses controladas

Lançamento escalonado mantém suspense

A estratégia do Hulu segue o modelo híbrido: três episódios liberados de uma vez e, em seguida, estreias semanais até o desfecho em 11 partes. A temporada completa chega ao fim em março, mantendo a conversa ativa nas redes e estimulando teorias de fãs — dinâmica que lembra o engajamento provocado pela primeira metade da quarta temporada de “Bridgerton”.

  1. 21/01/2026 – Episódios 1 a 3 disponíveis
  2. 28/01/2026 – Episódio 4
  3. 04/02/2026 – Episódio 5
  4. 11/02/2026 – Episódio 6
  5. 18/02/2026 – Episódio 7
  6. 25/02/2026 – Episódio 8
  7. 04/03/2026 – Episódio 9
  8. 11/03/2026 – Episódio 10
  9. 18/03/2026 – Episódio 11 (final de temporada)

Ficha técnica destaca equipe de peso

Ao lado de Murphy, a direção reúne Alexis Martin Woodall e Michael Uppendahl. O roteiro fica por conta de Jason A. Hurley, Jeremy Haun, Matthew Hodgson e do próprio Murphy. A série é exibida nos Estados Unidos pelo FX e distribuída no streaming do Hulu.

“The Beauty” já vem sendo chamada de “melhor projeto” de Murphy no gênero terror, superando trabalhos anteriores em ambição estética. Para quem aprecia tramas intensas e não se intimida com cenas gráficas, a produção desponta como forte candidata a prêmios técnicos pelo uso de maquiagem e efeitos visuais.

Os episódios 1 a 3 de “The Beauty” estão disponíveis no Hulu. Os capítulos restantes chegam toda quarta-feira, sempre à 0h (horário de Brasília). Não há previsão oficial de lançamento no Brasil.

Lívia Andrade vira embaixadora do Camarote Mar e promete energia total na Sapucaí


Lívia Andrade
assumiu o posto de embaixadora do Camarote Mar para o Carnaval de 2026 e deixou claro que quer aproveitar cada minuto da folia na Sapucaí. Sem pedidos extravagantes, a apresentadora garantiu apenas um camarim confortável, uma frisa próxima da pista e um espaço restrito para amigos.

A varanda que conquistou a apresentadora

Assim que visitou o Camarote Mar, conhecido por ostentar a maior varanda da Sapucaí, Lívia se decidiu. A vista ampla sobre o Sambódromo foi determinante. “Quando cheguei aqui e vi a varanda enorme, falei: é disso que vocês estavam falando. Então eu quero”, contou à reportagem do portal LeoDias.

De volta ao carnaval de forma oficial, a musa do Acadêmicos do Salgueiro disse ter recebido convites de outros camarotes, mas acabou seduzida pela estrutura do novo parceiro. Para ela, acompanhar cada escola que cruza a Marquês de Sapucaí é parte fundamental da experiência carnavalesca.

  • Varanda ampla permite visão total dos desfiles
  • Camarote fica em ponto estratégico do Sambódromo
  • Lívia prioriza assistir às escolas sem obstáculos
  • Escolha reforça vínculo com o ambiente da avenida
  • A vista ajuda a embaixadora a interagir com o público

Contrato sem pedidos de diva

Questionada sobre exigências contratuais, Lívia brincou: “Olha a minha cara de quem quase não exige”. Ela dispensou listas de mimos, toalhas brancas ou cardápios especiais. Para fechar o acordo, pediu apenas três itens, enumerados a seguir:

  1. Camarim confortável para maquiagem e troca de figurino;
  2. Frisa próxima à pista para acompanhar os desfiles de perto;
  3. Área interna reservada para amigos mais próximos.

Tudo foi aceito de imediato pela organização do camarote, que viu na apresentadora uma parceira ideal para representar a marca e atrair ainda mais foliões.

Espaço VIP exclusivo

Dentro do Camarote Mar, um “cantinho” ficará isolado para o círculo íntimo de Lívia. “Ali é problema, amor. Ali a gente vai curtir”, avisou ela, reforçando que a área servirá para relaxar entre um desfile e outro. O camarote costuma receber celebridades, influenciadores e atletas, e a reserva atende à necessidade de momentos longe do assédio público.

Enquanto o foco de Lívia é o carnaval, outras personalidades seguem movimentando o noticiário de entretenimento. Nomes como Virginia Fonseca e Lucas Paquetá também têm aparecido com frequência nos holofotes, mostrando que o verão de 2026 está recheado de novidades no universo das celebridades.

Sustância garantida no buffet

Ao contrário de muitas musas que recorrem a dietas rígidas, Lívia não abre mão de beliscar os famosos salgadinhos fritos. Ela foi vista provando coxinha e bolinha de queijo antes de um compromisso na quadra do Salgueiro. “Eu como tudo e mais um pouco. Você acha que eu tenho energia para sambar daquele jeito como?”, questionou, entre risos.

A explicação convenceu até os organizadores do camarote, que preparam um menu variado para atender foliões com diferentes preferências. Para a apresentadora, a “sustância” é fundamental para sustentar as horas de samba na avenida e nos bastidores.

  • Salgadinhos fritos liberados no camarote
  • Menu diverso para convidados e público
  • Energia de Lívia vem da combinação comida + samba
  • Organização reforça estoques para a maratona carnavalesca

Musa do Salgueiro pronta para brilhar

Além do cargo de embaixadora, Lívia vai cruzar a Sapucaí como musa do Salgueiro. O desafio duplo exige condicionamento físico e muito fôlego, mas ela diz estar preparada. “Já que é para voltar, a gente volta direito”, afirmou, deixando claro que o retorno ao carnaval carioca será em grande estilo.

Alojar-se no Camarote Mar facilitará a logística. A frisa garantida pela produção permitirá que ela acompanhe os desfiles antes ou depois de pisar na avenida, mantendo o contato com a escola sem abrir mão dos compromissos como anfitriã do espaço.

O Camarote Mar, por sua vez, aposta na popularidade da apresentadora para reforçar a imagem do espaço e atrair novos convidados VIP. Segundo a organização, ter uma figura carismática à frente ajuda a aproximar o público de uma experiência que mistura luxo, conforto e a vibração do Sambódromo.

Principais pontos do acordo

O entendimento entre a apresentadora e o camarote foi celebrado como uma parceria de interesses convergentes. Resumindo:

  • Lívia leva carisma e engajamento nas redes sociais; o Camarote Mar oferece estrutura premium;
  • Ambos priorizam visão privilegiada da avenida e interação com o desfile;
  • O acordo dispensa ostentação e foca no conforto prático para a embaixadora;
  • A área exclusiva de amigos mantém a privacidade sem comprometer o acesso do público;
  • Cardápio flexível agrada a apresentadora e reforça clima de informalidade.

Com todos os detalhes alinhados, falta apenas a contagem regressiva para o início dos desfiles. Enquanto isso, as expectativas em torno da performance de Lívia na passarela só crescem.

Serviço: O Camarote Mar abrirá as portas nos dias oficiais de desfile do Grupo Especial. Ingressos e informações adicionais estão disponíveis nos canais de venda do espaço.

Destruição de Qo’noS em Starfleet Academy retoma alerta feito há 35 anos em Jornada nas Estrelas VI


Star Trek: Starfleet Academy
confirmou, no episódio 4, que Qo’noS, mundo natal dos klingons, foi devastado no século XXXI durante o fenômeno conhecido como The Burn. A tragédia, exibida pela primeira vez na franquia, encerra um ciclo iniciado em 1991, quando “Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida” alertou para a fragilidade do Império Klingon após a explosão de Praxis.

O que o novo episódio revela

Dirigido por Doug Aarniokoski e escrito por Gaia Violo e Eric Anthony Glover, o capítulo “Vox in Excelso” detalha como os reatores de dilítio instalados em Qo’noS entraram em colapso durante The Burn, em 3069. Bilhões de klingons morreram e os sobreviventes foram lançados a uma diáspora galáctica.

Mesmo diante do desastre, o Império preferiu não pedir ajuda à Federação dos Planetas Unidos. Segundo a trama, a organização estava fragilizada havia mais de um século e, de qualquer forma, os klingons recusaram “caridade” para preservar sua honra.

  • Qo’noS destruído em 3069 por falha em reator de dilítio.
  • Bilhões de mortos e início da diáspora klingon.
  • Federação incapaz de oferecer socorro imediato.
  • Klingons mantêm código de honra: “permanecer klingon”.
  • Cadete Jay-Den Kraag apresenta solução para novo lar.

Conexão direta com Jornada nas Estrelas VI

Em 2293, “Jornada nas Estrelas VI” começou com a detonação de Praxis, lua que abastecia o Império de energia. A perda forçou negociações de paz com a Federação, ainda que conspiradores de ambos os lados tentassem sabotar o acordo.

Para muitos fãs, a ruína de Qo’noS parece continuação lógica daquele enredo: o filme já mostrava os klingons enfrentando um colapso ambiental e econômico. Desta vez, porém, a causa não foi interna; The Burn atingiu centenas de mundos que possuíam reatores de dilítio.

Como os klingons reagiram ao exílio

Nas décadas que sucederam a destruição do planeta, o Império manteve-se isolado. O lema “Remain Klingon” conduziu cada decisão, inclusive a recusa em integrar-se a civilizações que ofereciam abrigo.

O cenário muda no episódio 4 quando o cadete Jay-Den Kraag, primeiro klingon a ingressar na Academia em 120 anos, propõe “uma solução klingon para um problema klingon”. Com apoio da Frota Estelar, o jovem oficial lidera estratégia que permite ao povo reivindicar o sistema Faal Alpha como novo lar, preservando o ideal de império guerreiro.

Três mundos destruídos desde 2009

A perda de Qo’noS soma-se à lista de planetas icônicos eliminados pela franquia a partir de 2009.

Destruição de Qo’noS em Starfleet Academy retoma alerta feito há 35 anos em Jornada nas Estrelas VI - Imagem do artigo original

Imagem: Reprodução

  1. Romulus e Remus – em 2387, uma supernova rompeu o núcleo de Romulus, evento mostrado no filme “Star Trek” (2009) de J. J. Abrams.
  2. Vulcano – na mesma produção, o vilão Nero destruiu o planeta de Spock na linha temporal Kelvin, transformando os vulcanos em refugiados.
  3. Qo’noS – em 3069, The Burn arrasou a capital klingon, fato explorado agora por Starfleet Academy.

No cânone principal, o acolhimento dos romulanos pelos vulcanos levou à fundação de Ni’Var, mundo que, em 32 séculos, retornou à Federação e passou a enviar cadetes vulcanos e romulanos para o War College da Frota.

Instabilidade política prolongada

Séries como Jornada nas Estrelas: A Nova Geração e Deep Space Nine já abordavam a corrupção interna no governo klingon ao longo do século XXIV. Mesmo assim, o Império resistiu como potência interestelar até o século XXXII.

Para alguns intérpretes, esse histórico conturbado ressalta a relevância das escolhas narrativas atuais. O ator Patrick Stewart, que acompanhou diversas fases da franquia, celebrou recentemente o retorno de temas políticos complexos em produções mais novas.

Novos rumos em Starfleet Academy

Com estreia agendada para 15 de janeiro de 2026 no Paramount+, Star Trek: Starfleet Academy tem como showrunners Alex Kurtzman e Noga Landau. O elenco traz Holly Hunter, Nahla Ake, Sandro Rosta e Caleb Mir, além de Karim Diané, intérprete de Jay-Den Kraag.

Na trama, cadetes de múltiplos planetas encaram treinamentos militares e dilemas éticos em plena reconstrução da Federação. A presença klingon na instituição reacende debates sobre tradição, diplomacia e sobrevivência — temas que permearam toda a história da franquia, desde as ousadias de William Shatner como Capitão Kirk até os acordos de paz do século XXIII.

Informação de serviço: Star Trek: Starfleet Academy chega ao catálogo do Paramount+ em 15 de janeiro de 2026; novos episódios serão lançados semanalmente.